40 Anos da maior aventura humana


O pouso lunar da Apollo 11!


Há exatos 40 anos, em 20 de julho de 1969, a maior aventura humana até hoje
atingia seu ponto culminante!
Descendo pela escada do Módulo Lunar batizado de Eagle, Águia, o astronauta
norte-americano Neil Armstrong pronunciou as palavras com que entrou para a
História: “Um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a
humanidade”.

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Foi o evento transmitido ao vivo e assistido pela maior quantidade de
pessoas até então. Um número estimado em 500 milhões de pessoas assistiram a
transmissão direto da Lua, exibida aqui na Terra com um atraso de alguns
segundos. Interessante que, na época, o telejornalismo costumava ser
produzido quase exclusivamente em estúdio, e comenta-se mesmo que, tão
espantoso quanto o homem chegar a Lua, era a população poder assistir tudo
ao vivo.

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Para se ter uma idéia, uma câmera de TV para transmissão ao vivo, na época,
pesava ao redor de 180 kg! Obviamente, se a idéia da NASA e do governo
americano era faze o mundo inteiro assistir a sua extraordinária façanha,
equipamentos muito menores tinham que ser desenvolvidos, já que qualquer
grama a mais em uma nave espacial é um problema seríssimo. Desse modo, a
empresa Westinghouse produziu finalmente as câmeras SEC Vidicon, que pesavam
apenas 3 kg, um assombro de tecnologia na época, um projeto que consumiu os
sete anos anteriores ao pouso no satélite. O feito rendeu até mesmo um
prêmio Emmy ao projetista da câmera, Stan Lebar.
Pense nisso ao tirar fotografias e gravar vídeos com sua minúscula câmera
digital que cabe no bolso, combinado?
Tudo começou na verdade na Segunda Guerra Mundial, quando os Aliados
contemplaram, aturdidos, os devastadores efeitos dos ataques dos mísseis
V-2, lançados pelos nazistas. Felizmente, essa ofensiva foi realizada tarde
demais para alterar o curso da guerra, mas demonstrou que o futuro estava
nessas fabulosas armas novas, contra as quais não havia defesa. E os
americanos foram afortunados ao capturar e convocar, para trabalhar em seus
projetos de foguetes, nada menos que o chefe do programa de foguetes alemão,
Werner Von Braun.
No pós-guerra, a corrida por mísseis e foguetes espaciais representou o
princípio da Guerra Fria, entre Estados Unidos e União Soviética. Confiantes
em sua vantagem, já que haviam ficado com a nata de projetistas alemães, os
americanos dividiram seus esforços entre Exército, Marinha e Força Aérea, ao
passo que os russos tinham um programa unificado.
Convidamos os leitores, aliás, a conhecer com maiores detalhes essa
fascinante história em nossa seção Cimofic, no artigo Astronáutica Parte 1:
Foguetes.
Os americanos tinham igualmente a grande vantagem de possuírem uma
tecnologia mais sofisticada, e suas armas nucleares por volta dos anos 1950
foram bem miniaturizadas. Ainda atrás nessa corrida, os russos foram
obrigados a construir um míssil enorme, a fim de transportar suas armas.
Contudo, quando o grande foguete finalmente ficou pronto para uso, a
tecnologia nuclear já estava mais desenvolvida, e um veículo daquele tamanho
não era mais necessário. Contudo o foguete, chamado RD-107, acabou
revelando-se ideal para o vôo espacial.
Então, em 4 de outubro de 1957, os soviéticos colocaram em órbita o Sputnik
1, primeiro satélite artificial da Terra. Os russos então pareciam estar
muito adiantados, nos meses seguintes lançando satélites cada vez maiores,
incluindo o Sputnik 2 com a cadelinha Laika a bordo, e em 13 de setembro de
1959 o Lunik 2 tornou-se o primeiro engenho terrestre a chocar-se com a Lua.
Outra vitória soviética foram as fotos do lado oculto da Lua, obtidas pelo
Lunik 3 em 4 de outubro do mesmo ano.

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Mas o maior choque, evidentemente, foi outro feito soviético, o primeiro
homem em órbita da Terra, Yuri Gagarin em 12 de abril de 1961. Isso motivou
o presidente norte-americano, John F. Kennedy, a fazer seu famoso discurso
para o Congresso, no qual dizia: “Creio que esta nação deve comprometer-se a
enviar um homem a Lua antes do fim desta década, e fazê-lo regressar são e
salvo a Terra. Nenhum projeto espacial deste período deve ser mais
impressionante para a Humanidade ou mais importante para a exploração do
espaço, a longo prazo”. Em outro pronunciamento, ele acrescentou as
inspiradoras palavras: “Escolhemos fazer essa e muitas outras coisas, não
porque são fáceis, mas porque são difíceis”.
Seguindo-se o programa Mercury, de naves com apenas um lugar, os americanos
passaram para a Gemini, de dois lugares, fazendo vôos sempre mais
prolongados e mais complexos, testando longos períodos de permanência no
espaço e o acoplamento entre naves espaciais, necessário para a missão
lunar. Havia ainda dúvidas quanto ao formato da missão. Considerou-se o
pouso lunar direto, ou seja, utilizar a mesma nave para viajar até a Lua,
pousar, e depois decolar e voltar a Terra, mas esse era o sistema mais
dispendioso de todos. Depois estudou-se o projeto de um encontro em órbita
da Terra, lançando-se separadamente a nave de pouso lunar e a nave de
transporte dos astronautas, que se uniriam e prosseguiriam a Lua. Mas foi
escolhido o encontro em órbita lunar, com uma nave dividida em módulos bem
menor, no qual apenas uma parte se separaria e desceria no satélite,
enquanto a nave de retorno aguardaria em órbita lunar. Estava decidido o
design final da Apollo!

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Com naves não tripuladas da série Ranger, que voavam diretamente para a Lua
e obtinham fotografias de detalhes cada vez mais próximos de sua superfície
até o choque final, e depois com as Lunar Orbiter, os americanos puderam
mapear a Lua e escolher locais para pouso das futuras missões. A seguir, com
a série Surveyor, o avanço tecnológico tornou possível o pouso suave na Lua.
O caminho não ocorreu sem tragédias, infelizmente. Em 27 de janeiro de 1967,
os astronautas Virgil Grissom, Edward White e Roger Chafee morreram em um
incêndio a bordo da Apollo 1 durante um teste. Isso atrasou em muitos meses
o programa, e foi necessário redesenhar boa parte da nave. Seguramente foi
esse cuidado maior com a segurança que tornou possível a tripulação da
Apollo 13, que partiu em 11 de abril de 1970 com os astronautas James
Lovell, John Swigert e Fred Haise a bordo, conseguir regressar com segurança
a Terra depois de uma explosão a bordo no curso para a Lua.
Depois de um teste em órbita bem sucedido com a Apollo 7, a Apollo 8, com
Lovell, Borman e Anders, foi lançada em 21 de dezembro de 1968 para o
primeiro vôo em órbita da Lua, marcando também o primeiro lançamento
tripulado do fabuloso foguete Saturno-5. Com a nave Apollo na ponta, essa
máquina impressionante media 110 metros de altura, pesava mais de 3.000
toneladas, e os monstruosos motores F-1 do primeiro estágio, consumindo
querosene e oxigênio líquido, desenvolviam nada menos que 150 milhões de
cavalos-vapor!
Como em todo foguete, a maior parte desse peso é combustível, e apenas o
primeiro estágio pesava, carregado, mais de 2.400 toneladas, erguendo todo o
conjunto até cerca de 65 km de altitude, quando era desacoplado e caía no
oceano. Mais de 3/4 do peso inicial eram consumidos apenas nessa primeira
fase da viagem!
A Apollo 9 testou o módulo lunar em órbita da Terra, e a Apollo 10 repetiu o
feito em órbita lunar, aproximando-se da superfície do satélite a meros 15
km.
Vale destacar que os soviéticos não ficaram olhando os americanos chegar
cada vez mais próximos da Lua. Seu projetista, o genial Serguei Pavlovich
Korolev. Ele foi o responsável pelos maiores êxitos do programa espacial de
seu país, e sua identidade só foi revelada ao mundo após sua morte prematura
em 1966, aos 59 anos, em uma cirurgia para remover um câncer do intestino.
Então, ele já havia projetado sua resposta ao Saturno-5, o fabuloso N-1, de
tamanho semelhante, dotado do inacreditável número de 30 motores-foguete em
seu primeiro estágio. Korolev bem que tentou conseguir motores maiores, mas
essa impossibilidade o fez adotar esse ousado desenho. De todo modo, tais
motores depois se revelaram tão confiáveis que hoje mesmo uma companhia
americana os utiliza.

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A nave russa Soyuz foi projetada para voar entre a Terra e a Lua, o que de
fato foi conseguido utilizando-se a variante não tripulada Zond, a bordo da
qual animais como tartarugas e insetos viajaram ao redor da Lua e voltaram.
Entretanto, o correto funcionamento do N-1 era um desafio tecnológico
imenso, e todos os únicos 4 lançamentos terminaram em colossais explosões.
Contudo o último, em novembro de 1972, pareceu dar certo até o flamejante
final aos 107 segundos de vôo, e muitos são os especialistas russos e de
outras nações a afirmar que um quinto lançamento provavelmente iria
funcionar. O programa N-1 foi cancelado, bem como os planos de estabelecer
uma base na Lua.

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Aqui vale fazer uma crítica a certas piadinhas de que os americanos gastaram
milhões para projetar uma caneta que funcionasse no espaço, enquanto os
russos simplesmente utilizaram um lápis, e coisas parecidas. Ambas as
filosofias são válidas. Na Segunda Guerra, os russos sofreram mais que
qualquer outra nação com as atrocidades nazistas, e seus caças refletiam
isso. Fabricados em madeira, podiam ser montados em qualquer oficina, até
que materiais melhores como o alumínio estivessem disponíveis. Uma
tecnologia simples e confiável sempre foi o mote da exploração espacial
russa, como os americanos puderam conferir quando os ônibus espaciais
passaram a se acoplar a finada estação Mir. A atual Estação Espacial
Internacional muito deve aquele projeto. E os russos, finalmente, sempre
fizeram seus testes na prática, e naturalmente, souberam esconder muito bem
seus fracassos, e exaltar os êxitos.
Os americanos sempre foram mais abertos, e voltados para uma tecnologia mais
sofisticada. Interessante ver que os russos foram extraordinariamente bem
sucedidos na exploração por sondas não tripuladas em Vênus, planeta onde
reinam temperaturas e pressões verdadeiramente infernais. Contudo, nunca
foram bem sucedidos em Marte, um planeta de condições muito mais amenas. E
tampouco foram além, ao contrário dos americanos, que além de Vênus, também
investigaram com suas sondas Mercúrio, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e
Netuno. A nave New Horizons, por sinal, prossegue em seu curso para Plutão,
onde chega em 2015.

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Desse modo, as tecnologias de um e outro país sem dúvida são complementares,
e os êxitos de cada um na corrida espacial devem sem dúvida ser muito
celebrados.

O pouso lunar da Apollo 11!


E chegou o dia 16 de janeiro de 1969, o lançamento da Apollo 11. O princípio
da maior aventura! As 13:44 h daquele dia o terceiro estágio mais a nave
entravam em órbita da Terra, e as 15:16 h o motor único do terceiro estágio
do Saturno-5 era acionado, acelerando a nave até mais de 40.000 km/h, a
velocidade de escape da atração gravitacional terrestre.

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Depois da manobra para engatar o Módulo de Comando no Módulo Lunar
(Assistiram Apollo 13, o filme? É daquele jeito!), as naves seguiram para a
Lua, passando do ponto de equilíbrio entre a atração do planeta e do
satélite em 19 de julho as 3:10h. Em 20 de julho as 17:47 h, já em órbita
lunar, Neil Armstrong e Edwin Aldrin entram no Módulo Lunar e desacoplam as
naves, deixando Michael Collins sozinho no Módulo de Comando.

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As 20:17 h, depois de um sufoco incrível procurando um local de aterrissagem
vendo o combustível acabar, finalmente a Águia, nome do Módulo Lunar, pousa
na Lua!

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Os astronautas descem, descobrem a placa comemorativa fixada em uma das
traves de pouso do módulo, fincam uma bandeira americana (Que obviamente não
tremula ao vento, qualquer dúvida procurem no You Tube por “Mythbusters
Lunar Hoax”), recolhem cerca de 23 kg de amostras de rochas, tiram fotos e
instalam vários equipamentos científicos. Entre estes, um refletor laser,
que permitiu duas semanas depois a determinação da distância da Terra a Lua
com um erro de apenas 90 metros. O feito foi obtido pelo Observatório de
Lick, e o número obtido foi 365.273,349 km.
As 17:54 de 21 de julho o motor do estágio superior do LM era acionado para
o encontro em órbita lunar com a nave principal, que ocorreu as 21:35 h. O
LM foi abandonado em órbita lunar, caindo no satélite pouco depois.
Finalmente na quinta feira, 24 de julho as 16:20 h, o Módulo de Serviço foi
descartado e o Módulo de Comando penetrou na atmosfera terrestre a uma
velocidade de 11 km/s. Felizmente tudo correu bem, e a nave pousou no mar
por meio de pára-quedas, a 14 km do porta-aviões Hornet, no Pacífico, as
16:50 h. Terminava a grande jornada no espaço!
Depois da Apollo 11, as missões lunares bem sucedidas foram as que seguem
(os astronautas que efetivamente pousaram são os dois primeiros de cada
missão):

Apollo 12, de 14 a 24 de novembro de 1969, com Charles Conrad, Alan Bean e
Richard Gordon, pousando no Oceano das Tempestades a 180 metros do local de
pouso da Surveyor 3. Os astronautas recolheram a câmera e outros
equipamentos da sonda e os trouxeram para a Terra. Por sinal, descobriu-se
que uma colônia de micróbios do gênero Streptococus viveu esse tempo todo na
Lua, dentro da referida câmera! Os astronautas também recolheram uma grande
variedade de rochas, ejetadas quando da formação da cratera Copérnico, nas
proximidades.

Apollo 14, de 31 de janeiro a 9 de fevereiro de 1971, com Alan Shepard,
Edgar Mitchell e Stuart Roosa. Realizaram várias experiências de sismologia
utilizando-se de um pequeno morteiro, e durante os dias da missão um outro
experimento semelhante ocorreu quando o terceiro estágio de seu foguete
Saturno-5 chocou-se contra o solo lunar. Foram também instalados
retrorefletores de laser na região da cratera Fra Mauro, que era o local
original de pouso da malfadada Apollo 13.

Apollo 15, de 26 de julho a 7 de agosto de 1971, com Dave Scott, James Irwin
e Alfred Worden. Alunissaram no sopé do Montes Apeninos, e pela primeira vez
utilizaram o veículo de rodas Lunar Rover, para ampliar grandemente o raio
de ação das explorações lunares.

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Apollo 16, de 16 a 27 de abril de 1972, com John Young, Charles Duke e
Thomas Mattingly. Repetiram na região de Cayles, no planalto Descartes,
várias das experiências das missões anteriores.  Usaram novamente um Lunar
Rover, capaz de velocidade máxima de 14 km/h.

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Apollo 17, de 7 a 19 de dezembro de 1972, com Eugene Cernan, Harrison
Schmitt e Ronald Evans. Schmitt, um geólogo, foi o primeiro cientista a
pisar na Lua. A missão pousou em um vale entre o Monte Taurus e a cratera de
Littron, e o objetivo foi buscar evidências de vulcanismo recente na Lua.
Localizaram uma área com rochas vitrificadas de cor alaranjada, que
acompanhada por outras evidências deu suporte a teoria de que, há cerca de 4
bilhões de anos, um corpo com tamanho similar ao de Marte colidiu com a
proto-Terra, e os restos dessa colisão formaram a Lua.

Os Estados Unidos, durante os anos de duração do Projeto Apollo, investiram
no mesmo cerca de 5 por cento de seu PIB, num total de aproximadamente 130
bilhões de dólares. Mesmo que os motivos políticos superassem amplamente os
objetivos científicos, com certeza valeu a pena o investimento, pelo
conhecimento obtido e as novas tecnologias desenvolvidas, entre as quais
novos filtros de água, germicidas, colas, telemedicina e teflon para ficar
apenas em alguns poucos.
Lamentavelmente, quando o Módulo Lunar da Apollo 17 decolou da Lua, o
interesse já não era mais o mesmo, e o programa foi cancelado. Houve três
missões ao Skylab nos anos seguintes, mais o vôo conjunto Apollo-Soyuz em
1975, e então os norte-americanos se voltaram aos ônibus espaciais. As
missões não tripuladas prosperaram e obtiveram vitórias expressivas no
restante da década de 1970, com os projetos Mariner, Viking e Voyager.
Por que nunca voltamos? Principalmente por motivos financeiros, pois como
ficou claro, custa muito caro ir a Lua. Contudo, estamos acompanhando as
missões finais dos ônibus espaciais, e o Programa Constelation está sendo
desenvolvido pela NASA a fim de que voem, por volta de 2014, as naves Orion,
retomando o desenho das Apollo, mas obviamente bem maiores e infinitamente
mais sofisticadas. Os objetivos, além de servir a Estação Espacial
Internacional, incluem o retorno a Lua por volta de 2020, e preparar o
terreno para uma viagem a Marte ao redor de 2040.

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Evidentemente podemos discutir se com a tecnologia atual devem ser
investidos tantos recursos nessas custosas missões tripuladas, quando nossos
robôs cumprem missões de extraordinário custo-benefício, como por exemplo a
dos jipes Spirit e Opportunity em Marte e da Cassini em órbita de Saturno.
Mas com certeza, mesmo que com grande atraso em relação aos planos
elaborados ainda nos anos 1960, esses exploradores automáticos são os
precursores de futuras visitas humanas a esses mundos distantes.
Novamente, em termos de simbolismo para as gerações que se seguiram, o vôo
da Apollo 11 e seu histórico primeiro pouso lunar continuarão a inspirar
todos aqueles que acreditam que o espaço é a próxima fronteira, para a qual
a humanidade tem uma urgente necessidade de se expandir.

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E quando essas futuras e empolgantes missões ocorrerem, com certeza seus
membros irão se lembrar da primeira e mais sensacional aventura de todas, a
viagem de Armstrong, Aldrin e Collins na Apollo 11! Cumprindo na íntegra a
promessa do presidente John Kennedy, essa histórica missão deve com certeza
ser motivo de orgulho para todos nós, nos fazendo cidadãos do Cosmos e
demonstrando que, com dedicação e trabalho duro, qualquer objetivo pode ser
alcançado.

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