Bike Sampa processa dados em tempo real pela Cloud

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Aos poucos, a bicicleta vai se integrando à vida dos paulistanos que buscam fugir dos congestionamentos e levar uma vida mais sustentável. Um dos incentivos para esse novo hábito vem dos serviços de compartilhamento de “magrelas”, como o Bike Sampa, suportado por aplicativos para smartphone e aplicações hospedadas em Cloud Computing (Computação em Nuvem) pela Embratel.

O Bike Sampa foi implementado pelo Grupo Nacional Serttel (controlador da Serttel, Samba e Mobilicidade), com mais de 25 anos de atuação no mercado, especialista em mobilidade, comodidade e segurança, oferecendo soluções inovadoras para pessoas nos ambientes urbanos. O projeto funciona conectado a uma rede de dados 3G, que interliga estações inteligentes alimentadas por energia solar.

As informações do serviço são monitoradas em tempo real para melhor distribuição das bicicletas, transações de pagamento e atendimento aos usuários via celular ou Call Center, caso necessitem falar com o Grupo Serttel. Todas as aplicações do Bike Sampa estão armazenadas na Nuvem da Embratel.

Lançado em maio de 2012, o Bike Sampa conta com mais de 3 mil bicicletas para aluguel com sistema de identificação e trava eletrônica, espalhadas por cerca de 260 estações inteligentes na cidade de São Paulo. O programa tem mais de 640 mil inscritos, que realizaram em quatro anos quase 1,8 mil viagens pelas bicicletas compartilhadas, as quais contribuíram para uma redução da emissão de dióxido de carbono (CO2) no planeta de mais de 680 mil toneladas.

Em São Paulo, a bicicleta do programa pode ser usada por 30 minutos ininterruptos e quantas vezes por dia o usuário desejar, das 6 às 22 horas. Para usar o sistema compartilhado é preciso preencher um cadastro pela Internet ou por um aplicativo (app) para smartphones. Após 30 minutos, são cobrados R$ 5 a cada meia hora subsequente, com débito pelo Bilhete Único ou cartão de crédito.

Bike Sampa opera em Cloud

O bom resultado do Bike Sampa em São Paulo estimulou o Grupo Serttel a expandir a iniciativa para outras cidades do País. “Hoje, temos 10 mil bicicletas e aproximadamente mil estações de compartilhamento no Brasil. O usuário não interage diretamente com a estação. Ele interage com o servidor da Embratel antes de chegar à estação via aplicativo e consegue fazer o processo todo em menos de 30 segundos”, conta Israel Araújo, Diretor Comercial do Grupo Serttel. O executivo acredita que no futuro todas as soluções de mobilidade urbana serão acessadas por um aplicativo de celular.

Angelo Leite, presidente do Grupo Serttel, destaca que o serviço de compartilhamento de bicicletas é crítico para os negócios e precisa operar em tempo real, conectado à internet. Com essa característica, depende de Data Center com alta disponibilidade para processamento das aplicações 24 horas aos sete dias da semana. Ele explica que o projeto foi lançado com hospedagem em Cloud nos Estados Unidos, mas depois foi percebida a necessidade de um parceiro local, transferindo a estrutura para a Nuvem da Embratel. “É como se os dados, que estão na Nuvem, estivessem no chão, junto da gente, à nossa disposição”, afirma o executivo.

Além de Data Center Virtual Híbrido, a Embratel foi contratada pelo Grupo Serttel para fornecer soluções convergentes de Telecom e TIpara processar todo negócio e interconectar seus diversos dispositivos urbanos. “Nossa parceria com eles é fornecer os recursos técnicos, tanto de telecom quanto de TI, para que possam continuar inovando”, informa Maria Teresa Lima, Diretora Executiva da Embratel.

O Grupo Serttel fornece para o mercado soluções para compartilhamento de bicicletas e para uso mais sustentável de estacionamentos de carros, entre outras tecnologias para mobilidade urbana. “O conceito de cidade inteligente pressupõe informações de forma inteligente. Para isso, essa infraestrutura que está sendo disponibilizada pela Embratel, ajuda muito as cidades para que usem melhor todas suas informações”, diz Leite.

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