Saiba mais sobre Assassin´s Creed que estreia esta semana


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“Nós trabalhamos na escuridão a serviço da luz.  Nós somos assassinos.”

 

SOBRE A PRODUÇÃO

Prepare-se para uma nova e visionária empreitada no gênero de ação e aventura. ASSASSIN’S CREED é a história de um homem que se vê no centro de uma antiga batalha entre duas seitas poderosas. Recuperar as lembranças de seu ancestral, que estão contidas em seu próprio DNA, é a única maneira de encerrar o conflito e atingir sua própria salvação.

Cal Lynch (interpretado por Michael Fassbender) foi marcado pela tragédia quando era muito jovem. Hoje, é presidiário condenado à morte e ganha uma inesperada segunda chance de viver graças à misteriosa obra das Indústrias Abstergo. Uma tecnologia revolucionária que é capaz de resgatar as memórias genéticas contidas em seu DNA leva Cal até a Espanha no século 15. Lá, ele vive as experiências de seu parente distante, Aguilar de Nerha, membro de uma sociedade secreta conhecida como os Assassinos, que luta para proteger o livre arbítrio da sanha de poder da Ordem dos Templários. Transformado pelo passado, Cal começa a adquirir o conhecimento e técnicas físicas suficientes para derrubar a organização templária opressora nos dias de hoje.

Baseado na série de videogames de grande sucesso da Ubisoft, ASSASSIN’S CREED é estrelado por Michael Fassbender (ator indicado para o Oscar®, atuou em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido e 12 Anos de Escravidão) e Marion Cotillard (atriz premiada com o Oscar® que atuou em Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge e La Vie en Rose). O filme é dirigido por Justin Kurzel (de Os Crimes de Snowtown e Macbeth), produzido pela New Regency, Ubisoft Motion Pictures, DMC Film e Kennedy/Frank Marshall Company, cofinanciado pela RatPac Entertainment e Alpha Pictures, e distribuído pela 20th Century Fox. ASSASSIN’S CREED estreia em 12 de janeiro de 2017.

ADAPTAÇÃO DOS JOGOS

 

Lançado em 2007, Assassin’s Creed colocava os jogadores no coração das Cruzadas, num mundo em que a guerra sangrenta entre Assassinos e Templários durava séculos e definia grande parte de história humana. O jogo foi um grande sucesso de bilheteria imediatamente e teve nada menos que oito continuações, além de inspirar vários outros jogos que já tiveram mais de 100 milhões de cópias vendidas no mundo todo. A série já transportou seus jogadores para a Renascença italiana, a fundação da América, a Era de Ouro dos piratas do Caribe e a Revolução Francesa.

Todos os jogos incluem o conflito entre Assassinos e Templários de hoje, no qual a suspeita empresa de biotecnologia Indústrias Abstergo serve de fachada para os Templários, prende Assassinos e usa um dispositivo chamado “Animus” para pôr em prática suas memórias genéticas e descobrir os segredos de seus ancestrais.

Esta adaptação de Assassin’s Creed para o cinema apresenta um novo nome à galeria de personagens já estabelecidos: Cal Lynch (interpretado por Michael Fassbender). Ele é um descendente de várias gerações de Assassinos importantes, um criminoso de carreira que é resgatado de sua própria execução pelas Indústrias Abstergo, que é a versão atual da Ordem dos Templários. Ele é forçado a participar do Projeto Animus e reviver as lembranças de seu ancestral Aguilar de Nerha, um Assassino durante a Inquisição Espanhola. Enquanto vive as memórias de Aguilar, ele começa a compreender seu passado traumático e seu papel no antigo conflito entre as duas facções de guerreiros.

Michael Fassbender, que surgiu rapidamente como um dos atores mais competentes e populares do mundo, imediatamente viu o potencial de uma nova adaptação do jogo. Ele diz: “O universo de Assassin’s Creed parecia se encaixar muito bem no formato do cinema”. Sua fé no material era tanta que sua empresa, a DMC, assumiu participação no projeto como produtora. Tiveram então a companhia de Frank Marshall e Patrick Crowley, que, juntos, foram responsáveis pela série de filmes do agente Bourne e, mais recentemente, pelo filme Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros.

“Assassin’s Creed é um jogo absolutamente gigantesco em termos de penetração no mundo todo”, diz o produtor Patrick Crowley. “Existe um mundo inteiro de pessoas que sabem todas as regras, todos os estatutos e a história de todos os muitos personagens que compõem essa aventura.”

Mas ele diz que o novo filme, com roteiro de Michael Lesslie e Adam Cooper & Bill Collage, não é bom apenas para os antigos fãs da série, pois traz uma experiência muito excitante para novatos também. “Elaboramos uma história em que não é preciso conhecer o jogo para se gostar do filme.”

Após a experiência de interpretar o poderoso mutante Magneto em filmes como X- Men: Dias de um Futuro Esquecido, Michael Fassbender era um dos atores que mais entendiam as possibilidades de narrativa do jogo, com sua premissa de ficção científica, e ficou empolgado com a oportunidade de aumentar o já grande mundo de Assassin’s Creed para o cinema. Ele diz: “Quando me encontrei com o pessoal da Ubisoft e eles começaram a explicar todo esse mundo e a ideia da memória em DNA, achei que aquilo era uma teoria científica muito viável. Pensei na possibilidade de transformar aquilo tudo em filme. Tratamos o projeto como um longa-metragem, não como um videogame.”

Para isso, personagens originais, inclusive o papel duplo de Cal e Aguilar interpretado por Michael Fassbender, foram criados expressamente para o filme. O ator explica: “Ele não tem uma linhagem da qual se sinta parte. Ele é meio como um espírito perdido. Está sempre entrando e saindo de instituições correcionais. Em comparação, Aguilar é alguém que realmente faz parte do Creed (Credo). Ele tem uma causa. Ele segue essa causa.  Ele faz parte dela.”

Com Michael Fassbender no projeto, o foco se voltou para um diretor que pudesse fazer parceria com o ator e dar mais profundidade à história. Justin Kurzel era uma escolha natural, pois já havia trabalhado com Michael Fassbender e Marion Cotillard em Macbeth (de 2015). Michael Fassbender havia conhecido o cineasta australiano depois que viu seu longa-metragem de estreia, o drama independente Os Crimes de Snowtown. Michael Fassbender observa: “Eu decidi imediatamente que queria trabalhar com aquele cara. Só de conhecê-lo pessoalmente e das conversas que tínhamos, eu sabia que poderíamos ter uma parceria. Tivemos sorte de ele ter se interessado. Ter alguém com sua força e visão foi uma tremenda ajuda.”

“Uma coisa excelente no Justin é que ele sabe tornar os elementos complicados e assuntos difíceis em algo familiar e digerível para o público. Foi o que ele fez com Macbeth. Sabíamos que ter essa perspectiva e trazê-la para um mundo de fantasia seria muito benéfico para nós.”

O produtor Frank Marshall acrescenta: “Justin Kurzel é alguém que chegou e nos impressionou imensamente. Ele trouxe uma abordagem excitante de como contar uma história de forma muito convincente. Ele queria abordar o mundo de uma forma muito realista, não pelo ponto de vista de um super-humano ou algo de fantasia, e todos nós gostamos disso.”

A trajetória de Cal era o principal ponto de interesse de Justin Kurzel pelo projeto. Após descobrir a verdade de seu ancestrais, Cal adquire perspectiva de seu passado turbulento e começa a realmente compreender e aceitar seu papel no mundo.

A exploração de questões fundamentais, como a formação da identidade por meio da História era extremamente importante para o cineasta. E ele ficou fascinado com o conceito de memória genética, de que nossos próprios atos e decisões podem ser transferidos através de gerações.

Justin Kurzel conta: “É a história de um homem que descobre quem é através das experiências e vidas daqueles que viveram antes dele. Isso sempre me intrigou. Se você não souber quem são seus antepassados, como pode entender certas emoções que você sente e, na verdade, são inspiradas pelo seu DNA? É uma parte dinâmica do conceito de Assassin’s Creed que acho que vai além de um videogame.”

Ainda assim, o cineasta diz que a história era complicada e difícil de acertar: “A parte mais difícil de Assassin’s Creed é que o conceito é realmente complexo. A ideia de um personagem dos dias modernos que entra na máquina chamada Animus e viaja no tempo? Não é uma máquina de viagem no tempo. É uma máquina de viagem na memória. Além disso, existe a guerra entre os Templários e os Assassinos, e sabe-se que ela dura séculos. Ao fim das contas, queremos dar à plateia a ideia central do assunto do filme. Essa foi a parte mais difícil, pegar dois gêneros diferentes e complexos, duas épocas e um ator que interpreta dois personagens, e dar à plateia algo que seja satisfatório.”

Felizmente, Michael Fassbender diz que a visão e a mão firme do diretor guiaram bem a produção. Ele diz: “A reflexão que o Justin dedicou ao projeto e a clareza do que buscávamos em cada cena realmente deram resultado.

CONTEXTO HISTÓRICO

 

Um dos maiores motivos do sucesso da série Assassin’s Creed tem sido sua mistura inteligente de história real com fantasia. Os Assassinos e os Templários são grupos reais de filosofias diametralmente opostas, e tão secretos que muito já se especulou sobre suas motivações.

Os Assassinos são baseados na seita hashashins dos muçulmanos nizaritas, caracterizados como uma ordem secreta que seguia uma figura conhecida como o Velho Homem da montanha. Ao longo de 300 anos, os Assassinos mataram centenas de alvos importantes. Na verdade, a palavra “assassino” se origina deste grupo. Os Cruzados, que formam o cenário do primeiro jogo da série Assassin’s Creed, avaliaram que se tratavam de um clã especialmente feroz, e sua lenda foi aumentada ainda mais nas histórias das Cruzadas contadas por Marco Polo.

Os Cavaleiros Templários, em comparação, eram uma ordem cristã estabelecida por quase dois séculos durante a Idade Média. Foi sancionada oficialmente pela Igreja Católica Romana e contava com algumas das figuras mais importantes e temidas daquela época, e o grupo deteve enorme poder e influência até sua dissolução, em 1312. Seu ocaso repentino no auge do poder resultou na crença de que a organização simplesmente passou a ser secreta e continuou exercendo sua influência.

Assassin’s Creed retrata um mundo em que nenhum desses grupos desapareceu completamente. Em vez disso, eles travam uma guerra silenciosa um com o outro durante séculos e decidem o curso da história humana real. Muitas figuras históricas fazem parte dos jogos, bem como no filme. Tomás de Torquemada, por exemplo, aparece como um importante membro dos Templários que os Assassinos precisam deter, durante os dias mais brutais da Inquisição Espanhola.

Patrick Crowley diz: “No mundo de Assassin’s Creed, os Assassinos são personagens que vivem em segredo, ao contrário do guerreiro típico daquela época, que carregava uma grande espada, tinha escudo e montava cavalos. Os Assassinos têm lâminas ocultas presas ao pulso com tiras de couro e usam essas armas para matar.”

Os Assassinos são fiéis a vários princípios fundamentais, mas um deles é indispensável: agir na escuridão a serviço da luz. Patrick Crowley prossegue: “Um dos credos deles é esconder-se bem à vista de todos. Então eles são muito bons em camuflagem. São muito bons em se misturar e criar uma enorme perturbação social, porque ninguém espera que eles estejam lá.”

Os Assassinos são interessados em proteger o livre arbítrio, enquanto os Templários só têm interesse em poder e dominação de povos livres. Patrick Crowley explica: “Os Templários querem realmente controlar tudo, tornar a vida muito previsível e eliminar o acaso e a oportunidade. É uma abordagem muito mais totalitária.”

Patrick Crowley diz que a atenção meticulosa aos detalhes históricos que ajudaram a fazer de Assassin’s Creed um marco no mundo dos jogos também esteve presente no filme, e isso resultou em um cenário impressionante: “Graças a isso, fomos forçados a fazer esse trabalho excelente em termos de roupas, armas e estilos de combate. Uma das coisas mais excitantes que fizemos para o filme, historicamente, foi recriar um auto de fé em que, durante a Inquisição Espanhola, era rotina queimar pessoas na estaca como forma de demonstração de controle, para eliminar quem eles acreditavam ser hereges. Foi preciso um esforço enorme de pesquisa e muito trabalho para que todos os nossos departamentos retratassem bem essa situação.”

Foi pesquisando a Espanha do século 15 e o próprio jogo que Justin Kurzel encontrou o mundo do filme. Ele diz: “Eu não sabia muito sobre o jogo. Mas fiquei bastante impressionado com o nível de detalhe, esforço e paixão. Tem uma integridade histórica, não parece algo fajuto, de entretenimento. Havia um forte sentimento de narrativa e visão, uma voz e uma cultura. Aquilo me abriu os olhos. Pegamos ideias e começamos a desenvolvê-las, como se adaptássemos um livro: o que é a coisa mais interessante aqui, quais são nossos personagens e qual é a trajetória deles?”

O diretor tentou embasar o filme ao máximo possível, a fim de tornar a história convincente e vibrante. Foi desse desejo, em parte, que resultou a decisão de legendar as cenas históricas ocorridas durante a Inquisição, com os atores falando em espanhol. “Estávamos muito determinados a fazer o público acreditar que este mundo e estes personagens existem”, acrescenta Justin Kurzel. “Eu queria que fosse uma experiência real e inacreditável que misturasse esses mundos exóticos com cenas de ação dinâmicas.”

A ESCOLHA DO ELENCO

 

Juntos, Michael Fassbender e Justin Kurzel buscaram alguém que já conheciam para completar o elenco principal: Marion Cotillard, que estrelou no papel de Lady Macbeth ao contracenar com Michael Fassbender em Macbeth: Ambição e Guerra (de Justin Kurzel). Michael Fassbender diz: “Quando o Justin passou a fazer parte do projeto, a Marion ficou interessada, e foi um enorme bônus para nós ter uma atriz com seu valor, sua credibilidade, sensibilidade e inteligência.”

Marion Cotillard interpreta Sofia Rikkin, cientista da Abstergo que apresenta Cal ao projeto Animus. O objetivo de sua pesquisa é encontrar a cura da violência. Pelo menos, é nisso que ela acredita. Marion Cotillard fala sobre sua personagem: “Ela acha que trabalha por uma causa nobre. Ela é muito apaixonada pela causa, mas seu aspecto humano é interessante. “Abstergo” significa “purificado” em Latim, e Sofia está tentando melhorar a raça humana e descobrir o que causa a violência em seres humanos. Ela está realmente tentando encontrar a cura. Ela é fascinada por seres humanos além da ciência. Ela acredita de verdade que vai ajudar as pessoas.”

Marion Cotillard achou irresistível a oportunidade de voltar a trabalhar com Justin Kurzel e Michael Fassbender. Ela diz: “Confiança é uma das coisas mais importantes que eu busco em um diretor. Eu imaginei que confiaria inteiramente no Justin quando conversei com ele pela primeira vez ao telefone, antes de fazermos Macbeth. E sabia que o Michael é um ator incrível e dedicado. A experiência que tivemos em Macbeth foi muito intensa e realmente criou um relacionamento muito especial. Chegar ao set e saber que se pode confiar cem por cento no colega ator e no diretor é uma coisa muito forte. E preparar outra parceria em outro projeto, um projeto inteiramente diferente, foi muito excitante.”

Após a intensa parceria em Macbeth, os atores e diretor haviam desenvolvido um nível avançado de comunicação que lhes permitiu trabalhar com mais eficiência. Michael Fassbender relata: “Tivemos que filmar Macbeth em pouco tempo. As condições climáticas eram intensas, o material era intenso. Ficamos muito amigos bem depressa e tivemos que trabalhar muito depressa, então essa experiência prévia realmente ajudou. A gente se entendeu bem e simplesmente fez o trabalho.”

“Às vezes, conhecemos alguém que parece que já conhecíamos a vida toda”, diz Marion Cotillard sobre Michael Fassbender. “Era assim que eu me sentia com o Michael. Ele é criativo e inovador, mas sua capacidade de inventar nunca prejudica a simplicidade. Ele me surpreendia todos os dias.”

Com os atores principais escolhidos, a atenção se voltou para as figuras em torno de Cal ao longo de sua grande aventura. Jeremy Irons (de O Reverso da Fortuna) interpreta Rikkin, pai de Sofia e CEO visionário das Indústrias Abstergo. Ele é chefe de uma organização dedicada à “perfeição” da raça humana. A motivação de Rikkin é mais complicada do que parece, e sua ligação com o movimento dos Templários modernos é suspeita.

Jeremy Irons explica por que se interessou pelo papel: “Eu sempre gostei de interpretar pessoas que são amorais ou nadam contra a correnteza. E, embora eu nunca tenha jogado Assassin’s Creed, achei que o filme tinha um pedigree interessante, e o Justin é um diretor muito interessante. Eu tinha vontade de trabalhar com Michael Fassbender e Marion Cotillard, dois atores que eu admiro muito. Tem alguma coisa no Michael, sua energia se destaca na tela. Não sei como isso acontece. E a Marion é uma atriz excepcional, que realmente capturou o relacionamento muito complicado e delicado entre Sofia e seu pai.”

Enquanto a Abstergo serve de fachada para o movimento dos Templários modernos, as intenções de Rikkin para o trabalho que está sendo feito são muito diferentes do que Sofia imagina. Marion Cotillard avalia: “O relacionamento de Sofia com o pai é muito complexo. Eles são como estranhos, devem ter passado muito tempo longe um do outro. A Sofia é inteiramente dedicada à pesquisa, e, ao mesmo tempo, ela quer muito o reconhecimento do pai e, às vezes, não sabe o que é mais importante.”

Cal também tem um relacionamento especialmente complicado com o pai, observa o ator irlandês Brendan Gleeson, que interpreta Joseph Lynch. Ele diz: “A memória que Cal tem de seu pai não é agradável. Sua memória final não é nem um pouco agradável. Eles têm versões diferentes do que aconteceu, e Cal está muito determinado a matá-lo.”

Não é a primeira vez que Brendan Gleeson e Michael Fassbender atuam como pai e filho. Este ano, os atores estrelaram como parte de uma família criminosa no elogiado independente Trespass Against Us, que estreou no Festival Internacional de Cinema de Toronto. Brendan Gleeson diz: “É difícil a gente saber o que vai conseguir dele exatamente, porque ele é muito individual e muito instintivo. Achei muitíssimo interessante trabalhar com ele porque existe ali uma força da natureza que é inteiramente, inteiramente diferente de tudo mais e todo mundo com quem eu já trabalhei. E o Justin é de verdade, e faz uma parceria fantástica com o Michael.”

Sobre o assunto do filme, Gleeson acrescenta: “Parece ser muito atual e muito pertinente ao mundo em que vivemos. Tem tudo a ver com poder, tribos, crenças e fé, e todas essas coisas que conduzem os homens a situações de trevas.”

Moussa, interpretado por Michael K. Williams, é outro residente de Abstergo. Ele é descendente de Baptiste, Assassino haitiano que usa veneno de vodu contra os inimigos. Michael K. Williams explica: “Não há dúvidas de que o Moussa conhece algumas técnicas de Assassino, embora eu ache que ele prefere usar mágica, ilusionismo e vodu em vez do combate corpo a corpo para matar os oponentes. Mas ele faz o que for necessário.”

Ariane Labed interpreta Maria, Assassina e aliada chave de Aguilar. Sobre ela, Justin Kurzel diz: “Ariane Labed era uma atriz que eu realmente gostava muito de ver nos filmes. É uma pessoa muito interessante e bonita, e tem um certo aspecto de mistério. Ela já foi bailarina, então eu sabia que ela ficaria bem mais à vontade com a exigência física da sua personagem do que outros atores.”

O filme também é estrelado por Matias Varela no papel de Emir, descendente de Yusuf, Assassino do Oriente Médio que usa arco e flecha, espada e facas, e Denis Menochet no papel de McGowan, chefe de segurança da Abstergo.

Para completar, a célebre atriz Charlotte Rampling (indicada para o Oscar®) interpreta Ellen Kaye, um dos membros mais proeminentes da sociedade dos Templários, uma mulher cujo único objetivo é criar uma sociedade de ordem e controle. A autenticidade de sua atuação foi fundamental para que a mitologia da sociedade dos Templários fosse realmente convincente e muito ameaçadora.

Justin Kurzel completa: “Como sempre faço com o elenco dos meus filmes, eu escolho atores de quem gosto.”

A AÇÃO

Assassin’s Creed, uma das séries mais populares da indústria dos videogames, é famosa por suas cenas de ação eletrizantes. Foi uma das primeiras a incluir o parkour como elemento importante do jogo, com Assassinos saltando por cima de telhados de cidades como Londres, Paris, Florença e Jerusalém.

Em sua adaptação para o cinema, Justin Kurzel buscou amplificar esse estilo ousado com perseguições de carruagens, luta de espada e combate corpo a corpo. O diretor também percebeu que o filme teria que demonstrar muito bem o Salto de Fé, manobra característica de Assassin’s Creed em que os Assassinos saltam da beirada de edifícios e mergulham graciosamente e aterrissam com a costas sobre volumes de água ou montes de feno. Justin Kurzel quis saber: “O que acontece com alguém que faz um Salto de Fé de verdade?” O que aconteceria se você realmente visse Assassinos saltando de um prédio para outro? Uma coisa excelente sobre o cinema é que a gente pode trazer esse elemento humano, e a plateia reage à ideia de que está, de fato, vendo pessoas de verdade fazendo o esforço e correndo os riscos.”

Justin Kurzel e sua equipe buscaram alguns dos maiores talentos do parkour para determinar como realizar as cenas de ação de Assassin’s Creed sem usar muitos efeitos de computador. Em seguida, a produção viajou para alguns dos recantos mais espetaculares do planeta a fim de capturar cenas inéditas, que dessem ao público uma experiência realista.

“Eu nunca quis que o resultado se parecesse com um filme de super-heróis”, diz Justin Kurzel. “Eu queria que as pessoas o vissem e pensassem “Uau, existem seres humanos fazendo aquilo, como atletas do Olimpo”, em vez de apenas filmar em um estacionamento com um fundo verde. As pessoas percebem esse artifício. Foi por isso que buscamos uma abordagem mais antiquada, para que o filme todo parecesse mais humano e intimista.”

A filmagem começou no fim de agosto de 2015 e durou até janeiro de 2016. Foram mais de 90 dias em locações em Malta e Espanha no Estúdio 007 dos Estúdios Pinewood. Michael Fassbender opina: “Nesta época, em que se usam tantos efeitos de computação gráfica, queríamos filmar em locações, à moda antiga, o máximo possível. Queríamos ter aquela sensação de suor e sangue, e o esforço verdadeiro que investimos nas cenas de ação.”

Justin Kurzel convocou o premiado coordenador de dublês Ben Cooke (do filme 007 – Operação Skyfall) para projetar um estilo de combate para os Assassinos que fosse fiel ao jogo, mas com apelo cinematográfico suficiente para agradar a plateia. Autenticidade era uma palavra de ordem segundo Ben Cooke: “Tenho alguns dos melhores especialistas em parkour do mundo, e a equipe de dublês realmente tenta usar habilidades físicas que as pessoas realmente têm, sem precisar de muitos efeitos nem fios de sustentação, então o que se vê no filme são pessoas fazendo acrobacias de verdade.”

O perigo também era real: a produção filmou no telhado de uma igreja de 500 anos de idade em Valletta, capital de Malta. Em alguns casos, foi preciso conectar cabos de segurança a partes da estrutura secular e torcer para que nada quebrasse. Justin Kurzel avalia: “Aquilo dá mais senso de perigo, de realismo, reforça a emoção do filme. O esforço de filmar as cenas de verdade deixa tudo muito mais envolvente.”

Sem jamais fugir de um desafio, o astro Michael Fassbender executou muitas de suas próprias acrobacias. Justin Kurzel relata: “Ele trabalhou muito, treinou muito, desenvolveu o parkour. Fez muitas cenas de combate. Acho que essa foi uma das coisas que o fizeram querer atuar no filme, a ideia de estar fortemente envolvido no aspecto físico do seu personagem no passado.”

Michael Fassbender explica: “Eu treinava todas as manhãs, antes de trabalhar, fazia séries de condicionamento e fortalecimento. Depois, treinava parkour, que é um elemento muito forte do jogo, então era muito importante saber fazer certo. Com relação à técnica de combate de Aguilar, sua arma favorita são as lâminas no pulso, pois há muito combate corpo a corpo e movimentos de soco e corte. Não queríamos que o resultado fosse muito bonito. Queríamos um certo aspecto de coisa mal arrumada e de maldade. Então, em alguns momentos, é muito bonito e estilizado; em outros, é muito visceral, agressivo e desordenado, mais improvisado.”

A FILMAGEM DO SALTO DE FÉ… DE VERDADE

 

O diretor Justin Kurzel e sua equipe sabiam que o compromisso com cenas de ação real envolveria aquele que talvez seja o maior desafio do trabalho de um dublê: a queda livre. Inúmeros cálculos, avaliações de segurança e redução de risco fazem parte da coreografia de cada cena de ação de um filme, mas a queda livre é uma das manobras mais perigosas, pois traz consigo um elemento de imprevisibilidade. De fato, na era da computação gráfica, é muito raro alguém ainda filmar uma queda livre, e, mesmo quando filma, não se trata de uma queda livre de verdade, mas apenas de uma descida controlada por cabos.

Mas a queda livre faz parte do Salto de Fé, a manobra mais característica de Assassin’s Creed. A produção entendeu que, se essa manobra ficasse de fora do filme ou fosse feita em computador, a ação seria decepcionante. Então, em vez de usar um dublê digital, a produção chamou o renomado corredor, dublê e ginasta Damien Walters, que aceitou o desafio de preparar uma queda livre de 38 metros.

Por sorte, Damien Walters, que havia feito cenas de ação em filmes como Kingsman: Serviço Secreto e 007 – Operação Skyfall, já era fã dos jogos da série Assassin’s Creed e, antes de trabalhar no projeto, havia começado a pensar na ideia de fazer um Salto de Fé para o seu canal no YouTube, que é muito visitado. Michael Fassbender observa com admiração: “O Damien fez um Salto de Fé de 38 metros de verdade, sem nenhum cabo, fio, nada, só a queda livre.”

O salto foi filmado no deserto de Almería, Espanha. Justin Kurzel conta: “Com a luz que havia lá, o lugar parecia muito espiritual. Sergio Leone filmou seus faroestes naquela região, e parecia ser o lugar certo para se fazer o Salto de Fé.” Na verdade, Damien Walters executou oito saltos: começou com 12 metros de altura e foi aumentando progressivamente até 38 metros, o que nunca havia sido feito antes. Justin Kurzel continua: “Na câmera, 25 metros e 38 metros parecem ser a mesma coisa, mas era muito importante para ele realizar o maior salto de sua carreira. Foi um dia excitante, mas também muito tenso. Mas acho que isso fica evidente na cena. A gente vê que a manobra foi feita de verdade. E eu adoro poder dizer isso e termos capturado aquele momento. Não teve a segurança de alguém apertando botões.”

Mesmo para um dublê experiente como Damien Walters, a queda livre era uma proposta assustadora, e, embora a equipe de produção tivesse uma segunda unidade a postos para capturar a cena, a unidade principal parou para ver Damien Walters saltar. O dublê ri quando conta: “A base tem apenas 10 metros X 10 metros de área. No alto da plataforma, a 38 metros de altura, a base parece ter o tamanho de uma folha de papel sulfite. A melhor parte foi quando me levantei depois de saltar e pensei: ‘Sim, eu estou bem.’”

O CONCEITO VISUAL

O maior desafio da produção era recriar o mundo da Espanha do século 15, que é o cenário das regressões de Cal nas memórias de Aguilar.

As filmagens nas locações de Malta e Almería, Espanha, foram feitas no início e no fim do cronograma. O resto foi filmado nos Estúdios Pinewood. Mas havia um elemento de unificação do passado e do presente segundo Justin Kurzel: “A luz é um tema muito forte em Assassin’s Creed, e resulta em muita inspiração e influência do conceito visual”, diz o cineasta, apontando para as pinturas de Caravaggio como fonte de inspiração especialmente importante.

Ele continua: “A frase ‘Trabalhamos na escuridão a serviço da luz’, a ideia de personagens que agem em segredo e são capazes de desaparecer na escuridão rapidamente influenciou o conceito visual. Há um certo aspecto de filme noir, e eu me inspirei nos faroestes de Sergio Leone, com lentes grande angulares, e em Lawrence da Arábia, que foi filmado com luz real, na câmera, em uma determinada hora do dia. Usamos muita fumaça, poeira e atmosfera para dar mais vida e substância aos ambientes, e também adotamos as atmosferas naturais em nossas locações.”

Malta foi escolhida por sua verossimilhança histórica, pelo talento da mão-de-obra local e pela infraestrutura de produção. Patrick Crowley diz: “Fomos a Malta para quatro semanas de filmagem e construímos cenários muito grandes lá. Usamos fortalezas já existentes. Malta tem mais fortalezas que qualquer outro lugar em que eu já estive, e tem regiões de centro das cidades que são autênticas de acordo com o período que nos interessava. É um patrimônio mundial da UNESCO, e isso acrescenta muito valor à produção.”

Apesar da boa arquitetura de Malta e do espaço disponível para construção de cenários enormes, não havia lá as paisagens amplas de que a produção também precisava para cenas de batalhas com carruagens e cenários maiores. Para isso, a equipe foi para o sul da Espanha. Patrick Crowley conta: “Filmamos perto da cidade de Almería, onde todos os faroestes spaghetti foram feitos. Queríamos aquela paisagem porque o Justin simplesmente se apaixonou pela paisagem.”

Para as cenas dos dias atuais, o designer de produção Andy Nicholson construiu as instalações da Abstergo inteiramente dentro do famoso Estúdio 007 em Pinewood, o maior estúdio de gravação da Europa. O cenário foi concebido como uma estrutura moderna e arrojada construída em torno das ruínas de uma velha capela—a câmara que contém Animus—e a equipe de Andy Nicholson construiu os cenários de forma absolutamente fiel, para dar a Justin Kurzel e sua equipe o maior número de opções durante as seis semanas de filmagem.

Entretanto, o cenário do Animus foi construído em outro lugar, devido à complexidade das cenas que seriam feitas nele. Além disso, o Animus, a máquina usada na exploração das memórias dos ancestrais, foi redesenhado para o filme como algo que ergue o usuário no ar, para gerar uma experiência mais moderna, interativa e dramática.

Justin Kurzel diz que existe um contraste muito deliberado com os mundos de Cal e Aguilar: “O passado é muito mais arcaico. É mais quente e úmido. É pesado e tem textura. É vermelho e dourado com muitos detalhes, enquanto Abstergo é muito mais arquitetônica. É mais fria. As texturas são de cimento. Sem dúvida, tem um aspecto clássico. É uma arquitetura linear, controlada, muito clássica, com senso de ordem e forma, mas sofisticado, como se tivesse sido encomendada por um arquiteto de hoje em dia. É muito mais austera que a descontração do mundo dos Assassinos do passado. O passado é a Espanha no século 15, e é esse mesmo o espírito dos Assassinos. É muito mais livre, orgânico e repleto de cores e desenhos.”

Essa estética se estendeu ao figurino criado pela figurinista Sammy Sheldon Differ. Justin Kurzel a instruiu a basear até os conhecidos mantos dos Assassinos no mundo e na História reais. Justin Kurzel recorda: “Queríamos que os Assassinos representassem o livre arbítrio, quase como ciganos e viajantes, inspirados por diversas culturas e com diversos adereços. Tínhamos muito interesse em influências dos árabes e dos mouros, então as roupas deles acabaram sendo mesmo uma mistura de influências. Eu queria que o material parecesse gasto. Eu não queria que parecesse falso, no sentido de não haver nenhuma marca de uso e tudo parecer novo. Fiquei muito empolgado porque as peças tinham estilo e personalidade. Eu não fazia questão de que o figurino fosse bonito. Eu achava bom que, às vezes, tudo parecia meio surrado, como se tivesse sua própria história.”

Sammy Sheldon Differ começou pela Espanha do século 15, criando as silhuetas que definiriam os Assassinos e durariam até o período moderno, da Abstergo. Ela observa: “Usamos algumas linhas do jogo, inclusive a forma de águia, que tem muito peso nos jogos. Cortamos as coisas de certas maneiras e as repetimos no mundo moderno. Isso estabelece uma continuidade sutil.”

Michael Fassbender elogiou os desenhos de Sammy Sheldon Differ como elemento fundamental para que ele encarnasse o personagem Aguilar. Ele diz: “Assim que visto o figurino, eu realmente me sinto como o personagem. Eu já havia trabalhado com a nossa figurinista Sammy Sheldon Differ antes, em X-Men. Ela tem um jeito muito original, divertido e inovador. Ela fez um trabalho maravilhoso com os figurinos. Ela fez muitas referências ao que acontece no jogo, mas muitas das roupas do jogo não funcionariam tão bem em filme ou se fossem vestidas por pessoas no mundo real. Então ela pegou elementos daquilo e usou sua própria inspiração, sua própria criatividade fantástica e inventou essas roupas lindas, com detalhes realmente complexos. Também era preciso que elas fossem bem confortáveis para quem corre e salta, então ela fez um trabalho excelente, os figurinos são muito bem feitos, tanto na aparência quanto na praticidade.”

Para Sammy, fazer o conhecido capuz dos Assassinos foi um desafio considerável que exigiu muita experimentação. Ela elaborou várias versões até encontrar o caimento certo do tecido sobre a cabeça de um ator em movimento. Foram necessárias de 20 a 30 tentativas para capturar a silhueta correta.

Justin diz: “A melhor parte de todo o figurino é o capuz. É um símbolo forte. Quando ando na rua hoje em dia e vejo pessoas de capuz, vejo nelas algo realmente atraente e interessante. Sem dúvida, é um elemento que admiramos.”

Para os Templários, a figurinista vasculhou a História em busca de inspiração, mas fez alterações estratégicas no conceito tradicional, a fim de criar algo que fosse inédito para o filme. Ela diz: “Não há dúvida de que existe influência do mundo dos Templários, mas seguimos nosso próprio caminho com o estilo um pouco mais tribal e tentamos fazer sua própria personalidade no século 15, então não tem a já conhecida grande cruz vermelha e túnica. Eu queria que eles parecessem muito mais agressivos e muito mais realistas, sem o inconveniente de todo aquele tecido e o que todo mundo conhece das Cruzadas.”

Ao final, a equipe de Sammy criou mais de 1.000 roupas para os atores principais, personagens coadjuvantes e artistas figurantes. Dez das roupas de Aguilar foram feitas ao longo de quatro meses. Ela explica: “Cinco são usadas por Michael e quatro são usadas por dublês. A décima é só de reserva. Elas se estragam rapidamente, e isso é bom, porque elas ficam com cara de usadas. Temos as versões ‘herói’, uma para trabalhar com fios, uma para parkour, outra para dublês e outra para lutas. Temos todas essas versões de acordo com a ação.”

Ao longo do processo, a Ubisoft foi parceira dedicada e abriu seus arquivos para a produção, para que o filme tenha seu devido lugar na série. Frank Marshall avalia: “Uma das melhores coisas foi ver o quanto as pessoas que fizeram o jogo se empolgaram e se envolveram. Elas querem ajudar e ficam empolgadas por ver o filme sendo realizado. É um desafio diferente para eles, mas foi excelente poder trabalhar conosco e incorporar os elementos que fazem o jogo ser tão excelente. Eles são parceiros, e nós trabalhamos juntos o tempo todo para manter o mundo do jogo e o mundo do filme em harmonia.”

Frank Marshall acha que o futuro de Assassin’s Creed no cinema será tão duradouro quanto os jogos em que se baseia. “Uma das coisas que sabemos muito bem é que temos que elaborar a história e dar a ela um lugar para acontecer. E acho que os personagens presentes na história que estamos estabelecendo são tão envolventes e interessantes que você vai querer ver para onde eles vão. Com toda a história que temos, existem muitos lugares diferentes para onde eles podem ir.”

 

SOBRE O ELENCO

 

MICHAEL FASSBENDER – Cal Lynch/Aguilar de Nerha

Michael Fassbender é um dos principais atores de sua geração. Famoso por sua habilidade em mergulhar no personagem, ele tem construído sua carreira com filmes independentes e de grandes estúdios, obtendo consagração da crítica e inúmeros prêmios em muitos projetos de Fome a X Men: Dias de Um Futuro Esquecido. Indicado ao Oscar®, Globo de Ouro®, SAG e BAFTA , Michael nasceu na Alemanha e foi criado em Killarney, Irlanda. Formou-se no prestigioso Drama Centre. Também possui uma produtora, a DMC Films, na qual ele vem desenvolvendo e produzindo projetos nos últimos anos.

2016 foi um ano extraordinário para o ator. Ele recebeu inúmeras indicações a prêmios por sua interpretação de Steve Jobs no filme homônimo de Danny Boyle sobre o fundador da Apple. Os críticos fizeram grandes elogios sobre sua interpretação dizendo: “Fassbender faz uma interpretação magnífica da inteligência selvagem e poder de fogo sem limites” (Rolling Stone), que “deixa Jobs fascinantemente intrigante, ao mesmo tempo gênio e sociopata” (Empire). Em breve, ele poderá ser visto na adaptação do livro de sucesso de ML Steadman A Luz Entre Oceanos. O filme foi dirigido por Derek Cianfrance (Namorados para Sempre, O Lugar Onde Tudo Termina) e é coestrelado por Alicia Vikander e Rachel Weisz.

Ele também estrela o ainda inédito independente Trespass Against Us pelo qual ele foi indicado ao BIFA por sua interpretação do personagem Chad. O filme conta com Brendan Gleeson, Sean Harris e Lyndsay Marshall e acompanha a complicada dinâmica de pai e filho numa família cigana que vive às margens da sociedade. Escrito por Alistair Siddons e dirigido por Adam Smith, Trespass Against Us estreou no Festival de Cinema de Toronto em 2016.

Além disso, Michael irá reprisar seu papel do androide David em Prometeus 2 (de Ridley Scott) contracenando com Noomi Rapace e Katherine Waterston. A estreia está prevista para 2017. Também estará nas telas em The Snowman (de Tomas Alfredson), contracenando com Rebecca Ferguson. Fassbender encarnará o papel do amado policial Harry Hole no filme que deve estrear em final de 2017.

O ator trabalhou com renomados diretores ao longo de sua carreira. Em 2015, ele assumiu o reverenciado papel de Macbeth na adaptação visceral da obra de Shakespeare, com Marion Cotillard que contracena com ele interpretando Lady Macbeth. Em 2012 e 2013, Fassbender trabalhou com Ridley Scott em Prometheus e O Conselheiro do Crime respectivamente. E em 2013, ele voltou a trabalhar com Steve McQueen no consagrado 12 Anos De Escravidão. Além de Michael ter recebido indicações como Melhor Ator Coadjuvante para os prêmios Oscar®, Globo de Ouro®, BAFTA, SAG e Independent Spirit por sua interpretação do papel de Edwin Epps, um dono de escravos malévolo, o filme ganhou o prêmio de Melhor Filme do Oscar®, Globo de Ouro®, BAFTA, PGA e Broadcast Critics Choice.

Ganhou elogios da crítica por sua interpretação de Bobby Sands em Hunger (de Steve McQueen). O filme estreou em Cannes em 2008 e ganhou o prêmio Câmera de Ouro, e Michael ganhou vários prêmios de festivais internacionais, inclusive prêmio do cinema britânico independente (BIFA) e prêmio do cinema e televisão da Irlanda (IFTA) na categoria de Melhor Ator, prêmio do Círculo de Críticos de Cinema de Londres e prêmio de Melhor Ator dos festivais internacionais de Chicago e Estocolmo em 2008. Ele voltou a trabalhar com Steve McQueen (diretor de Hunger quando interpretou um viciado em sexo em Shame, que lhe garantiu a Volpi Cup de Melhor Ator no Festival Cinematográfico de Veneza em 2011, o prêmio Irish Film & Television de Melhor Ator, uma indicação ao BAFTA de Melhor Ator, bem como uma indicação ao Globo de Ouro® de Melhor Ator.

Em 2011, interpretou o jovem Magneto e contracenou com James McAvoy, que interpretou o Professor X em X-Men: Primeira Classe (de Matthew Vaughn). Voltou ao papel em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (de Bryan Singer) e em X-Men: Apocalipse (2016). Também interpretou Carl Jung, contracenando com Viggo Mortensen (que interpretou Sigmund Freud) em Um Método Perigoso (de David Cronenberg) e interpretou Edward Rochester, contracenando com Mia Wasikowska, em Jane Eyre (de Cary Fukunaga).

Fassbender recebeu inúmeros prêmios e indicações internacionais em reconhecimento a suas interpretações, incluindo o prêmio Evening Standard do cinema britânico na categoria de Melhor Ator por Jane Eyre e Shame, prêmio de Melhor Ator do Círculo dos Críticos de Cinema de Londres por Shame e Um Método Perigoso, prêmio de Melhor Ator da Associação dos Críticos de Cinema de Los Angeles por X-Men: Primeira Classe, Jane Eyre, Um Método Perigoso e Shame, e prêmio Spotlight do National Board of Review por Um Método Perigoso, X-Men: Primeira Classe, Jane Eyre e Shame.

 

Outros projetos dignos de nota incluem: A Caminho do Oeste (contracenando com Ben Mendelsohn). Produção da DMC Films, o faroeste recebeu aclamação crítica na sua estreia no Festival de Cinema de Sundance, e Frank (dirigido por Lenny Abrahamson, trabalhando com Domnhall Gleeson e Maggie Gyllenhaal). O ator também atuou em Aquário (de Andrea Arnold), 300 (de Zack Snyder, ao lado de Gerard Butler e Lena Headey). Constam também de sua filmografia: Bastardos Inglórios (de Quentin Tarantino, o qual contracenou com Brad Pitt e Diane Kruger), o filme britânico de terror Sem Saída (com Kelly Reilly e Jack O’Connell), Angel (de Frank Ozon), Renascido das Trevas (de Joel Schumacher), Centurião (de Neil Marshall),  Jonah Hex – O Caçador de Recompensas (de Jimmy Hayward) e a série da HBO Band of Brothers (de Tom Hanks e Steven Spielberg).

MARION COTILLARD / Sofia

A ganhadora do Oscar® Marion Cotillard tem renome internacional por seu comprometimento inabalável com sua arte e por se desafiar a cada novo papel.

Aguardamos para breve o lançamento de Aliados (de Robert Zemeckis), um arrebatador suspense romântico, que ela estrela ao lado de Brad Pitt. O filme conta a história do oficial de inteligência Max Vatan (Pitt), que em 1942, no norte da África, encontra Marianne Beausejour (Marion Cotillard), da Resistência Francesa, numa missão mortal atrás das linhas inimigas. Reencontrando-se em Londres, seu relacionamento é ameaçado pelas pressões extremas da guerra. O filme é baseado em história original do escritor Steve Knight. A Paramount prevê o lançamento para breve.

Marion também está em É Apenas o Fim do Mundo, roteiro e direção de Xavier Dolan e estrelado também por Vincent Cassel, Lea Seydoux, Nathalie Baye e Gaspard Ulliel. O filme estreou no Festival de Cinema de Cannes de 2016, ocasião em que ganhou o Grande Prêmio.

Em breve, ela poderá ser vista no filme francês Mal de Pierres (de Nicole Garcia), um romance de época baseado em adaptação do livro campeão de vendas de Milena Agus ambientado no período pós 2ª Guerra Mundial. O filme narra eventos ao longo de 20 anos e acompanha a vida de uma mulher apaixonada e de espírito livre que vive um casamento sem amor e se apaixona por outro homem.
A atriz interpretou Lady Macbeth em Macbeth: Ambição e Guerra (de Justin Kurzel), ao lado de Michael Fassbender. Macbeth: Ambição e Guerra é a história de um destemido guerreiro e líder inspirador que se perde devido à ambição e desejo.

Uma história de paixão e ambição devastadoras ambientada na Escócia destruída pela guerra no século 11, o filme é uma interpretação emocionante das realidades dramáticas dos tempos e um modo de reimaginar como teriam sido os tempos de guerra para um dos personagens mais famosos e impactantes de William Shakespeare.

Também no ano passado, Marion foi indicada ao Oscar® de Melhor Atriz por seu trabalho em Dois Dias, Uma Noite (de Jean-Pierre e Luc Dardenne), no qual interpreta uma mãe que descobre que seus colegas de trabalho optaram por um polpudo bônus em troca de sua demissão. Antes disso, ela trabalhou em Ferrugem e Osso (de Jacques Audiard, contracenando com Matthias Schoenaerts, Bouli Lanners e Céline Sallette). Coescrito por Jacques Audiard e Thomas Bidegain, e adaptado do consagrado livro de contos de autoria de Craig Davidson, o filme acompanha a vida da personagem de Marion: uma treinadora de baleias no sul da França que perde ambas as pernas num acidente e precisa recuperar a autoconfiança. A aplaudida interpretação de Marion recebeu ampla aprovação da crítica e indicações ao prêmio de Melhor Atriz na disputa dos prêmios BAFTA, Globo de Ouro®, César, Screen Actors Guild e Critics Choice.

Em 2008, Marion Cotillard tornou-se a segunda atriz da história a ganhar um Oscar® e a primeira a fazê-lo atuando em francês. A crítica mundial aplaudiu sua interpretação arrebatadora da lendária cantora francesa Edith Piaf, no filme Piaf: Um Hino ao Amor. Sobre sua performance, o crítico de cinema Stephen Holden (do New York Times) escreveu: “Marion Cotillard mergulha no corpo e alma de outra pessoa do modo mais surpreendente que já vi num filme”. Por esse trabalho também foi indicada como Melhor Atriz na disputa dos prêmios BAFTA, Globo de Ouro®, César, Screen Actors Guild e Critics Choice. Além disso, foi escolhida como Melhor Atriz por associações de críticos do mundo todo, incluindo a Los Angeles Film Critics Association e o London Film Critics Circle.

Seus créditos incluem ainda a bem-sucedida série de filmes franceses Táxi (escrito por Luc Besson), Amor ou Consequência (de Yann Samuell) e Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas (de Tim Burton). Ela foi indicada pela primeira vez ao prêmio César de Melhor Atriz Coadjuvante por seu trabalho em Eterno Amor (de Jean-Pierre Jeunet). Depois disso, estrelou Um Bom Ano (de Ridley Scott), Inimigos Públicos (de Michael Mann) e Nine (de Rob Marshall, a adaptação para o cinema do musical de sucesso). Sua interpretação no filme lhe garantiu indicações ao Globo de Ouro® e ao prêmio Critics’ Choice, e ela também compartilhou a indicação ao prêmio SAG de Melhor Elenco em Longa-Metragem.

Créditos adicionais incluem: A Origem (de Christopher Nolan), Meia-Noite em Paris (de Woody Allen, indicado como Melhor Filme ao Oscar®, Globo de Ouro® e prêmio SAG), Contágio (de Steven Soderbergh), Batman – O Cavaleiro Das Trevas Ressurge (de Christopher Nolan), Até a Eternidade (de Guillaume Canet), Era Uma Vez em Nova York (de James Grey, com o qual recebeu indicação como Melhor Atriz do Independent Spirit), e também Laços de Sangue (de Guillaume Canet).

Nascida em Paris, ela estudou teatro no Conservatoire d’Art Dramatique em Orléans e foi condecorada por sua contribuição ao enriquecimento da cultura francesa.

JEREMY IRONS/ Rikkin

Nascido na Grã-Bretanha, Jeremy Irons tem um extraordinário legado pelo seu trabalho em cinema, televisão e teatro. Ele ganhou o Oscar® de Melhor Ator por seu trabalho como Claus von Bulow em O Reverso da Fortuna. Também já recebeu os prêmios Globo de Ouro®, Primetime Emmy®, Tony® e SAG®. Destaques em sua filmografia incluem A Mulher do Tenente Francês, A Missão, Gêmeos – Mórbida Semelhança, Perdas e Danos, M. Butterfly e Lolita (de Adrian Lyne). Ele deu voz ao leão malvado Scar no clássico O Rei Leão (da Disney) e mostrou seu domínio no gênero de ação contracenando com Bruce Willis em Duro de Matar 3: A Vingança.

 

Outros sucessos de sua carreira, incluem os longas Adorável Julia (com Annette Bening), Appaloosa – Uma Cidade Sem Lei (com Ed Harris e Viggo Mortensen) e Beleza Roubada (de Bernardo Bertolucci, com Liv Tyler). Ele recebeu o prêmio Tony por seu trabalho na peça The Real Thing (de Tom Stoppard) e mais recentemente esteve nos palcos londrinos em Never so Good e The Gods Weep (da Royal Shakespeare Company). Irons encerrou uma temporada no Bristol Old Vic Theatre, durante a qual interpretou James Tyrone em Long Day’s Journey into Night (de Eugene O’Neill). A produção fez parte das comemorações do 250º aniversário do Bristol Old Vic, no qual Jeremy Irons iniciou seus estudos teatrais.

Ele é famoso também por interpretar Charles Ryder na série cult de TV Brideshead Revisited. Outros créditos na televisão incluem a premiada minissérie Elizabeth I (de Tom Hooper), na qual Irons contracena com Helen Mirren. Também interpretou o icônico fotógrafo Alfred Stieglitz no premiado filme biográfico Vida e Arte de Georgia O’Keeffe. Seus filmes mais recentes incluem o premiado longa independente Margin Call – O Dia Antes do Fim (contracenando com Kevin Spacey), As Palavras (com Bradley Cooper), Dezesseis Luas (dirigido por Richard LaGravenese) e Trem Noturno para Lisboa (dirigido por Bille August).

Esteve recentemente também em Raça (baseado na história verdadeira de Jesse Owens e nos Jogos Olímpicos de 1936, filme no qual Irons interpreta Avery Brundage), Batman vs Superman: A Origem da Justiça (no qual interpreta Alfred Pennyworth, dirigido por Zack Snyder), High-Rise (do diretor Ben Wheatley), Lembranças de Um Amor Eterno (dirigido pelo cineasta italiano Giuseppe Tornatore) e os fãs em breve o verão em diversas estreias, incluindo O Homem Que Viu o Infinito (produção de Edward R. Pressman, dirigido por Matthew Brown).

Durante três anos, a partir de 2010, Jeremy Irons interpretou o papa Alexandre VI na série épica do canal Showtime chamada The Borgias, um drama de ficção histórica criado para a TV por Neil Jordan. A série, ambientada no século 16, acompanha a vida da família Borgia, uma dinastia italiana de origem espanhola.

Em 2012, Irons participou de TRASHED, documentário sobre o meio ambiente, do qual também foi produtor executivo. TRASHED é um documentário em longa-metragem, da Blenheim Production, dirigido Candida Brady, com exibição especial no Festival Cinematográfico de Cannes e que continua a ser exibido nos cinemas e festivais por todo o mundo.

BRENDAN GLEESON / Joseph Lynch

Brendan Gleeson, ex-professor nascido em Dublin, abandonou a profissão para seguir uma carreira dedicada a seu primeiro amor – a atuação. Ele entrou para a companhia de teatro irlandesa Passion Machine e desde então estrelou nos palcos, no cinema e na televisão, ganhando fãs e prêmios no mundo todo.

Depois de pequenos papéis em filmes como Terra da Discórdia (de Jim Sheridan), No Limite da Inocência (de Mike Newell), The Treaty (filme para televisão de Jonathan Lewis) e Um Sonho Distante (de Ron Howard), ele conquistou o papel que o alçou à fama em Coração Valente (filme de Mel Gibson que ganhou cinco prêmios Oscar®, incluindo de Melhor Filme). Sua interpretação do criminoso na vida real Martin Cahill em O General (de John Boorman), atrelada a seu trabalho em I Went Down (de Paddy Breathnach), rendeu a Gleeson reconhecimentos como Melhor Ator pela Boston Society of Film Critics. Por O General, ele também ganhou o prêmio Irish Film & Television (IFTA) e o prêmio London Critics’ Circle Film de Melhor Ator.

Ele estrelou em O Revólver de Seis Tiros (do escritor e diretor Martin McDonagh, que ganhou o prêmio Oscar® de Melhor Filme de Curta-Metragem em Live Action). Reunindo-se novamente ao cineasta em Na Mira do Chefe (para a Focus Feature), Brendan Gleeson foi indicado aos prêmios Globo de Ouro, British Independent Film, Satellite, IFTA e BAFTA por sua memorável interpretação ao lado de Colin Farrell.

Sua voz inconfundível pode ser ouvida em seu trabalho como narrador da série de documentário em gaélico irlandês 1916 Seachtar na Cásca, bem como em papéis em três filmes de longa-metragem de animação indicados ao prêmio Oscar®: Uma Viagem ao Mundo das Fábulas (dirigido por Tomm Moore e Nora Twomey), Piratas Pirados! (dirigido por Peter Lord e Jeff Newitt) e A Canção do Oceano (de Tomm Moore).

Os espectadores também o conhecem por três filmes da série Harry Potter (dirigidos por Mike Newell e David Yates, respectivamente), O Alfaiate do Panamá, Em Minha Terra e O Rabo do Tigre (todos de John Boorman), Michael Collins: O Preço da Liberdade, Nó na Garganta e Café da Manhã em Plutão (filmes de Neil Jordan), Missão: Impossível 2 (de John Woo), A.I.: Inteligência Artificial (de Steven Spielberg), Extermínio (de Danny Boyle), Gangues de Nova York (de Martin Scorsese), Tróia (de Wolfgang Petersen), Cruzada (de Ridley Scott), A Lenda de Beowulf (de  Robert Zemeckis), Zona Verde (de Paul Greengrass), Albert Nobbs (de Rodrigo García),  Protegendo o Inimigo (de Daniel Espinosa), Sem Proteção (de Robert Redford), No Limite do Amanhã (de Doug Liman) e O Guarda (de John Michael McDonagh, pelo qual ele foi novamente indicado aos prêmios Globo de Ouro®, IFTA e British Independent Film (BIFA)) e Calvário (pelo qual ele ganhou os prêmios IFTA e BIFA de Melhor Ator).

Brendan Gleeson estrelou como Winston Churchill em Tempos de Tormenta (filme para televisão de Thaddeus O’Sullivan, sendo indicado ao Globo de Ouro® e ao prêmio BAFTA, além de ganhar um IFTA, bem como os prêmios Satellite e Emmy). Seus créditos recentes incluem No Coração do Mar (de Ron Howard) e As Sufragistas (em que contracenou com Carey Mulligan e Meryl Streep, mais uma vez ganhando o prêmio BIFA de Melhor Ator Coadjuvante).

Seus filmes que estrearão em breve incluem Trespass Against Us (de Adam Smith, também estrelado por Michael Fassbender), Alone in Berlin (de Vincent Perez, ao lado de Emma Thompson), A Lei da Noite (filme da Warner Bros. estrelado por Ben Affleck), Hampstead (de Joel Hopkins, contracenando com Diane Keaton) e Paddington 2 (que atualmente está sendo filmado em Londres).

CHARLOTTE RAMPLING/ Ellen Kaye

Charlotte Rampling iniciou sua carreira em 1964. Os filmes que marcaram sua jornada incluem Georgy, A Feiticeira, Os Deuses Malditos (de Luchino Visconti), O Porteiro da Noite (de Liliana Cavani), O Último dos Valentões, Memórias (de Woody Allen), O Veredicto (de Sidney Lumet), Coração Satânico (de Alain Parker), O Jardim das Cerejeiras (de Michael Cacoyannis), Max, Meu Amor (de Nagisa Oshima), Sob a Areia e Swimming Pool – À Beira da Piscina (ambos de Francois Ozon), Em Direção ao Sul (de Lauren Cantet), Asas do Amor (de Iain Softley) e Lemming (de Dominik Moll). Mais recentemente, ela foi vista em Eu, Anna, The Eye of the Storm, A Duquesa, Não Me Abandone Jamais, Melancolia, A Vida Durante a Guerra, The Sense of an Ending, Euphoria e 45 Anos, pelo qual ela foi indicada a um prêmio Oscar® de Melhor Atriz. Para a televisão, ela estrelou em Broadchurch, Dexter, Restless e London Spy.

MICHAEL K. WILLIAMS / Moussa

Michael Kenneth Williams é um dos atores mais respeitados e aclamados desta geração. Dando vida a personagens complicadas e carismáticas – frequentemente com uma doçura surpreendente – Williams se estabeleceu como um artista talentoso e versátil com uma habilidade única de fascinar as plateias com suas interpretações maravilhosas de personagens.

Williams é mais conhecido por seu notável trabalho na série The Wire, que foi ao ar durante cinco temporadas no HBO. A sagacidade e o humor que Williams emprestou a Omar, o assaltante cuja marca registrada é estar sempre assoviando, avesso a palavrões e ladrão de traficantes, renderam a ele grandes elogios e fizeram de Omar uma das personagens mais memoráveis da televisão.

Michael K. Williams coestrelou em Boardwalk Empire (série da HBO aclamada pela crítica, que estreou em 2010. Na série produzida por Martin Scorsese e Terence Winter, Williams interpretou Chalky White, um contrabandista de bebidas alcoólicas dos anos 1920 e o inquestionável e impecavelmente vestido líder da comunidade afro-americana de Atlantic City. Em 2012, Boardwalk Empire ganhou um prêmio Screen Actors Guild de Melhor Interpretação por um Elenco em uma Série de Drama).

Mais recentemente, Michael foi visto atuando no papel principal de Rock Banyon em The Spoils Before Dying (minissérie do IFC em que contracena com Will Ferrell, Kristen Wiig e Maya Rudolph). Michael será visto em breve interpretando uma personagem principal em Crime (série limitada da HBO muito aguardada, escrita e dirigida por Steve Zallian, coestrelando John Turturro e Riz Ahmed). Atualmente, Michael pode ser visto atuando no papel de Leonard em Hap & Leonard (série do Sundance Channel, ao lado de James Purefoy e Christina Hendricks. Criada por Jim Mickle e baseada nos romances de Joe R. Lansdale, a série de seis capítulos que está de volta estreou com os mais altos índices de audiência da história do canal, sendo intensamente aplaudida pela crítica e pelo público).

Williams estreou em filmes de longa-metragem no drama urbano Bullet, depois de ser descoberto pelo falecido Tupac Shakur. Ele também apareceu em Vivendo no Limite (que foi dirigido por Martin Scorsese). Seus demais trabalhos no cinema incluem papéis em A Estrada, Medo da Verdade, A Vida Durante a Guerra, Atraídos Pelo Crime, Wonderful World e O Acordo (em que contracena com Dwayne Johnson e Susan Sarandon). Michael foi visto em Robocop (a refilmagem dirigida por José Padilha, também estrelada por Joel Kinnaman, Gary Oldman e Michael Keaton) e em um papel coadjuvante em 12 Anos de Escravidão (filme vencedor do prêmio Oscar® de Steve McQueen, com Michael Fassbender e Brad Pitt). Ele apareceu em Uma Noite de Crime: Anarquia (a bem-sucedida sequência do estrondoso sucesso de bilheteria Uma Noite de Crime, no papel do líder revolucionário Carmelo Johns).

Em 2014, Williams filmou Refém (contracenando com Kate Mara e David Oyelowo) e O Mensageiro (ao lado de Jeremy Renner), trabalhando, ainda, em Vício Inerente (de Paul Thomas Anderson). Ele também encontrou tempo para se reencontrar com o diretor John Hillcoat em Triplo 9 (com Chiwetel Ejiofor, Woody Harrelson e Anthony Mackie) e para atuar no filme The Land (do Sundance). Além disso, Michael K. Williams estrelou em O Apostador (refilmagem da Paramount, com Mark Wahlberg e John Goodman) e em Bessie (filme da HBO Films, contracenando com Queen Latifah, pelo qual ele recebeu uma indicação ao prêmio Emmy de Melhor Ator Coadjuvante).

Mais recentemente, Williams trabalhou em Caça-Fantasmas (a refilmagem dirigida por Paul Feig, ao lado de Melissa McCarthy, Kristen Wiig, Kate McKinnon, Leslie Jones e Chris Hemsworth).

A contribuição com a comunidade tem papel importante na vida fora das câmeras de Michel K. Williams. Ele está trabalhando para lançar a Making Kids Win, uma organização beneficente cujo objetivo principal é construir centros comunitários em bairros urbanos que necessitam de espaços seguros para as crianças aprenderem e brincarem. Michael atualmente é o embaixador do programa Smart Justice da ACLU (União Americana de Liberdades Civis).

Michael também fará a produção executiva e servirá como o repórter investigativo de Black Market (série de documentário que expõe e comenta sobre os mercados ilegais em todo o mundo, com foco nas pessoas envolvidas e conectando-se a elas em um nível humano. Black Market será o carro-chefe da rede recém-lançada da Vice, VICELAND).

Nascido e criado no Brooklyn, Nova York, Williams iniciou sua carreira de artista dançando profissionalmente aos 22 anos de idade. Após numerosas aparições em vídeos musicais e como dançarino de fundo em turnês de shows de Madonna e George Michael, Michael K. Williams decidiu dedicar-se à atuação seriamente. Ele participou de diversas produções do La MaMA Experimental Theatre, da prestigiosa National Black Theatre Company e do Theater for a New Generation dirigido por Mel Williams. Ele reside em Brooklyn, Nova York.

DENIS MENOCHET / McGowan

Denis Menochet coleciona mais de uma década de experiência no cinema, na TV e no teatro. Ele apareceu em uma série de filmes, mais notavelmente em Bastardos Inglórios (filme vencedor do prêmio Oscar® de Quentin Tarantino, ao lado de Brad Pitt e Diane Kruger), Robin Hood (de Ridley Scott, contracenando com Russell Crowe e Cate Blanchett) e Hannibal – A Origem do Mal. Na TV seus demais créditos incluem Forças Especiais (novamente com Diane Kruger) e Coco Chanel (filme indicado ao prêmio Globo de Ouro®). Ele foi visto mais atualmente em Programado para Vencer (dirigido por Stephen Frears). Os filmes mais recentes de Denis Menochet incluem Ablations e Norfolk. Atualmente, ele está filmando Mary Magdalene (com Rooney Mara e Joaquin Phoenix). Menochet também trabalhou em produções para a televisão, como Poirot: Murder on the Orient Express (da ITV, ao lado de David Suchet).

ARIANE LABED / Maria

Ariane Labed é uma atriz aclamada tanto no palco, quanto nas telas. Desde sua estreia em um filme de longa-metragem em Attenberg (de Athina Rachel Tsangari) e de sua premiação como melhor atriz no Festival de Cinema de Veneza, ela trabalhou em filmes tão distintos quanto Alpes e O Lagosta (de Yorgos Lanthimos), Antes da Meia-Noite (de Richard Linklater), Voir du Pays (de Delphine e Muriel Coulin), A Odisseia de Alice (de Lucie Borleteau), O Quarto Proibido (de Guy Maddin) e Malgré La Nuit (de Philippe Grandrieux). Atualmente, ela está filmando Mary Magdalene (com direção de Garth Davis). Dançarina formada, Ariane estudou teatro na Universidade de Provença e é fundadora e membro da Vasistas Theatre Company.

EQUIPE DE PRODUÇÃO

 

JUSTIN KURZEL / Diretor

Como diretor e roteirista de cinema, o australiano Justin Kurzel fez sua estreia na direção com Snowtown (drama criminal que foi lançado no Festival Internacional de Cinema de Cannes em 2011. O filme segue uma turma de vigilantes autonomeados do bairro, cujas vidas fogem do controle e levam a uma profusão de tortura e assassinato. O filme foi exibido na Semana da Crítica de Cannes e ganhou o prêmio do júri. Justin em seguida ganhou o prêmio AACTA de Melhor Direção e o prêmio Critics Circle of Australia de Melhor Direção pelo filme).

O segundo filme de longa-metragem de Justin Kurzel, que também estreou em Cannes, foi uma adaptação de Macbeth, de William Shakespeare (estrelando Michael Fassbender e Marion Cotillard). O filme foi indicado à Palma de Ouro. Após seu lançamento em dezembro de 2015, Macbeth: Ambição e Guerra recebeu críticas entusiasmadas elogiando o retrato ousado oferecido pelo filme de seu icônico guerreiro e líder, a impressionante direção de Kurzel e as interpretações audaciosas dos atores principais.

Assassin’s Creed (baseado na popular série de videogame) reúne Justin Kurzel a Michael Fassbender e Marion Cotillard, bem como às estrelas Jeremy Irons, Brendan Gleeson e Michael K. Williams. O filme conta a história de um criminoso, Cal Lynch, que vivencia as aventuras de seu ancestral, Aguilar de Nerha, na Espanha do Século 15. Cal descobre ser descendente de uma sociedade secreta misteriosa, os Assassinos, e acumula incríveis conhecimentos e habilidades para enfrentar a opressiva e poderosa organização dos Templários nos dias atuais.

MICHAEL LESSLIE / Roteiro

Desde sua primeira adaptação de uma peça, Swimming With Sharks, produzida no West End em 2007, Michael Lesslie escreveu diversos filmes de longa-metragem e roteiros de teatro para companhias como Film Four, See-Saw Films, Blueprint Pictures, Element Pictures, Participant Media e o Royal National Theatre e teve seu trabalho apresentado em produções teatrais e no cinema no mundo todo. Sua obra foi indicada a diversos prêmios, incluindo um prêmio BAFTA e cinco prêmios BIFA. Seu trabalho filmado inclui Macbeth: Ambição e Guerra (uma adaptação da peça para filme de longa-metragem dirigido por a Justin Kurzel e estrelado por Michael Fassbender e Marion Cotillard, que participou da Competição Oficial em Cannes em 2015). Sua adaptação de Assassin’s Creed, o videogame de enorme sucesso, será lançada em dezembro de 2016, com produção da Ubisoft Motion Pictures e da New Regency. Atualmente, ele está desenvolvendo Half-Blood (série de televisão para produção da Anonymous Content e direção de Johan Renck), bem como The Axeman’s Jazz (com produção da See Saw Films). Em termos de filmes de longa-metragem, ele está escrevendo The Listener (filme que também será dirigido por Johan Renck) e Rogue Male (que será estrelado por Benedict Cumberbatch). Michael Lesslie se formou na Universidade de Oxford com dois Diplomas de Honra de Primeira Classe em Inglês e Literatura em 2006.

ADAM COOPER e BILL COLLAGE / Roteiro

Bill Collage e Adam Cooper vêm escrevendo juntos desde que se conheceram na Universidade do Michigan em 1989. Juntos, eles escreveram mais de 40 filmes para vários estúdios – entre eles, Êxodo: Deuses e Reais (dirigido por Ridley Scott), A Série Divergente: Convergente (dirigido por Robert Schwentke), Roubo nas Alturas (dirigido por Brett Ratner) e Carga Explosiva: O Legado (para Luc Besson). Além de Assassin’s Creed, seus créditos futuros incluem uma adaptação de Devil in the Grove (livro vencedor do prêmio Pulitzer para o aclamado fotógrafo e diretor Anton Corbijn na Lionsgate) e Saboteur (thriller de espionagem na Segunda Guerra Mundial para o diretor vencedor do prêmio Emmy Cary Fukunaga na DreamWorks).
JEAN-JULIEN BARONNET p.g.a. /Produtor

Jean-Julien Baronnet nasceu no dia 7 de novembro de 1958, em Bordeaux, França. Depois de receber seu MBA pela Bordeaux School of Business e pela London Business School, Baronnet iniciou sua carreira com o Bernard Krief Consulting Group, do qual se tornou Presidente aos 30 anos de idade. Depois de trabalhar por cinco anos em uma das maiores empresas internacionais da França, a Rhone Poulenc (hoje Sanofi/Aventis), ele se tornou Presidente de Divisão. Em seguida, ele assumiu o cargo de Presidente Operacional da Rhodia antes de ser CEO da EuropaCorp em 2008.

Baronnet então passou a fazer parte da Ubisoft Motion Pictures em sua fundação em 2011. A divisão foi criada para expandir o portfólio da Ubisoft de marcas mundialmente reconhecidas de videogame para novas áreas do entretenimento, embora mantendo o controle criativo e respeitando os valores essenciais de cada franquia. Jean-Julien deixou a Ubisoft Motion Pictures em 2016 para iniciar sua própria produtora, a Marla Studios.

GERARD GUILLEMOT / Produtor

No cargo de CEO da Ubisoft Motion Pictures, Gérard Guillemot lidera o desenvolvimento de Propriedades Intelectuais da Ubisoft em novas áreas do entretenimento, incluindo cinema, televisão e parques temáticos. A Ubisoft Motion Pictures colabora com os maiores talentos, escritores, produtores e líderes de setor do cinema e da televisão, enquanto mantém o controle criativo para manter os valores fundamentais, os temas e as identidades embutidos em cada propriedade e para cultivar o espírito do que faz dos videogames da Ubisoft tão especiais.

Guillemot traz 30 anos de liderança à Ubisoft Motion Pictures como cofundador da Ubisoft e desempenhou um papel central no estabelecimento da Gameloft e do Longtail Studios como empresas globais de videogame. Enquanto ocupou seu cargo de CEO na Ubisoft, ele estimulou a empresa a criar suas próprias franquias – agora um diferenciador-chave para a empresa, tendo sido responsável por sua expansão para a América do Norte, um dos maiores mercados de videogames do mundo. Gérard Guillemot atualmente é membro do Conselho de Administração da Ubisoft na capacidade de Vice-Presidente Executivo de Editoração e Marketing.

O primeiro filme de longa-metragem de live-action da Ubisoft Motion Pictures, Assassin’s Creed, será lançado nos cinemas do mundo todo em 21 de dezembro de 2016. Os demais projetos atualmente em desenvolvimento incluem Splinter Cell (estrelando Tom Hardy com a New Regency e a 20th Century Fox), Watch Dogs (com a Sony Pictures Entertainment e a New Regency), Ghost Recon (com a Warner Bros. Pictures), Rabbids (com a Sony Pictures) e Rabbids Invasion (programa de televisão com a Nickelodeon Productions e a France Television), bem como The Division (em que estrelarão Jessica Chastain e Jake Gyllenhaal). O estúdio também está desenvolvendo adaptações para brinquedos a partir de marcas famosas e conceitos de parques temáticos em tamanho real e da próxima geração para expandir ainda mais a imersão e a interação dos fãs.

FRANK MARSHALL p.g.a. / Produtor

Com uma carreira que se estende por mais de 45 anos e mais de 80 filmes, Frank Marshall (produtor) ajudou a dar forma ao cinema dos EUA, produzindo alguns dos mais bem-sucedidos e inesquecíveis filmes de todos os tempos. Marshall iniciou sua carreira no cinema em 1971 como gerente de locação no filme A Última Sessão de Cinema (de Peter Bogdanovich) e em 1981, Marshall já trabalhava como produtor em Os Caçadores da Arca Perdida, com Steven Spielberg e com sua futura esposa Kathleen Kennedy. Logo após, o trio fundou a importante empresa Amblin Entertainment e juntos produziram filmes como Gremlins, a trilogia De Volta Para O Futuro, Uma Cilada para Roger Rabbit, Hook – A Volta do Capitão Gancho, Império do Sol e a trilogia Indiana Jones.

Em 1991, Marshall e Kennedy deixaram a Amblin para abrir sua própria produtora, a Kennedy/Marshall Company, onde produziram O Sexto Sentido, Sinais, Seabiscuit – Alma de Herói, O Curioso Caso de Benjamin Button, Cavalo de Guerra, A Mentira Armstrong e todos os quatro filmes da série Bourne. A partir de 2012, Marshall assumiu o comando da empresa, pois Kathleen Kennedy tornou-se presidente da Lucasfilm. Recentemente ele produziu Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros e o documentário de quatro horas para a HBO Sinatra: All or Nothing at All, e ainda Jason Bourne, Sully: O Herói do Rio Hudson, Assassin’s Creed e O Bom Gigante Amigo.

Os trabalhos de Marshall foram cinco vezes indicados ao Oscar® de Melhor Filme: Os Caçadores da Arca Perdida, A Cor Púrpura, O Sexto Sentido, Seabiscuit – Alma de Herói e O Curioso Caso de Benjamin Button.

Além de sua carreira prolífera de produtor, Marshall também é um consagrado diretor, tendo entre seus créditos Aracnofobia, Resgate abaixo de Zero, Vivos, Congo, um episódio da minissérie da HBO Da Terra à Lua e o premiado documentário da ESPN Films 30 for 30 – Right to Play.

Nascido em Los Angeles e filho do compositor Jack Marshall, ele participava de corridas no atletismo quando era aluno na UCLA e foi escolhido o atleta do ano no futebol por três vezes. Por mais de uma década, Marshall foi vice-presidente e membro do Comitê Olímpico dos Estados Unidos. Em 2005, recebeu o Escudo Olímpico e em 2008, ele foi incluindo no Hall Olímpico da Fama por seus serviços ao movimento olímpico.

Marshall atua nos conselhos do Athletes for Hope, do USA Track & Field Foundation e do U.S. Center for Safe Sport.

Além de atuar nas organizações esportivas, Marshall também participa da área educacional, atuando como presidente do conselho de curadores da Archer School for Girls, e copresidente do conselho da LA’s Promise.

Marshall recebeu o prêmio UCLA 2000 por Conquista Professional, o prêmio David O. Selznick 2008 do Producers Guild of America por Conquistas no Cinema, o prêmio Lifetime Achievement 2009 da Visual Effects Society e o prêmio de Cineasta do Ano de 2015 do ACE Golden Eddie.

PATRICK CROWLEY p.g.a. / Produtor

Crowley produziu os sucessos de bilheteria como Resgate abaixo de Zero, A Identidade Bourne, A Supremacia Bourne, O Ultimato Bourne, Controle Absoluto e Os Outros Caras. Foi produtor executivo de Sintonia de Amor, Lendas da Paixão e As Panteras: Detonando. De 1994 a 2000, Patrick Crowley atuou como vice-presidente executivo de produção da New Regency Productions. Supervisionou a produção de Los Angeles – Cidade Proibida, Clube da Luta, Fogo Contra Fogo, Advogado do Diabo, O Jogo da Paixão e muitos outros.

 

ARNON MILCHAN / Produtor

Arnon Milchan é amplamente reconhecido como um dos mais prolíficos e bem-sucedidos produtores de cinema independente dos últimos 25 anos, com mais de 100 longas-metragens no currículo. Nasceu em Israel e formou-se pela Universidade de Genebra. Seu primeiro empreendimento comercial foi transformar o modesto negócio do pai em uma das maiores empresas agroquímicas do seu país. Essa conquista tão cedo na vida já era uma amostra da reputação de excelente homem de negócios, hoje lendária, que viria a ter no mercado internacional.

Em pouco tempo, começou a assumir projetos em áreas pelas quais sempre teve interesse especial: cinema, televisão e teatro. Entre seus primeiros projetos estão a produção teatral que Roman Polanski fez de Amadeus, Dizengoff 99, La Menace, O Toque da Medusa e a minissérie Masada. Ao final da década de 1980, Milchan havia produzido filmes como O Rei da Comédia (de Martin Scorsese), Era Uma Vez na América (de Sergio Leone) e Brazil: O Filme (de Terry Gilliam).

Depois do incrível sucesso de seus filmes Uma Linda Mulher e A Guerra dos Roses, Milchan fundou a New Regency Productions e desde então produziu inúmeros sucessos de crítica e de público, incluindo JFK – A Pergunta que Não Quer Calar, Tempo de Matar, Free Willy, O Cliente, O Jogo da Paixão, A Força em Alerta, Advogado do Diabo, A Negociação, Cidade dos Anjos, Armadilha, Clube da Luta, Vovó… Zona, Refém do Silêncio, Demolidor – O Homem Sem Medo, Chamas da Vingança, Sr. & Sra. Smith, Alvin e os Esquilos, Jogo de Amor em Las Vegas, Amor e Outras Drogas, Noé e Garota Exemplar.

Em 1998, Milchan recebeu uma indicação ao Oscar® pela produção do filme Los Angeles – Cidade Proibida. Ele atuou como produtor de vencedores consecutivos do Oscar® de Melhor Filme, 12 Anos de Escravidão (2014) e Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) (2015), bem como o vencedor em diversas categorias do Oscar® O Regresso (2016).

Durante sua jornada, Arnon Milchan fez aliança com uma poderosa investidora e parceira que tem a mesma visão de negócios: a Twentieth Century Fox. A Fox distribui filmes da Regency em toda a mídia mundial, exceto por um acordo internacional e na televisão paga pelos quais Milchan obtém benefícios com o mercado crescente de televisão e novas formas de mídia. Também teve sucesso ao diversificar as atividades da sua empresa na esfera do entretenimento, mais especificamente na televisão, por meio da Regency Television (responsável por Malcolm in the Middle, The Bernie Mac Show e Windfall) e nos esportes, em que a empresa chegou a ser a maior acionista da PUMA, conglomerado mundial de calçados e artigos esportivos baseado na Alemanha, que foi posteriormente vendida e passou por uma bem-sucedida reformulação da marca em 2003.

ADAM ARKAPAW, ASC / Diretor de Fotografia

Adam Arkapaw é diretor de fotografia vencedor de dois prêmios Emmy. Ele ganhou seu primeiro prêmio Emmy de Melhor Direção de Fotografia em Minissérie ou Filme para TV por Top of the Lake (a série de Jane Campion). Seu trabalho em True Detective (aclamada série da HBO, estrelada por Matthew McConaughey e Woody Harrelson) rendeu a ele seu segundo prêmio Emmy de Melhor Direção de Fotografia em Série de Câmera Única. Seus créditos em filmes de longa-metragem incluem A Luz Entre Oceanos, bem como Macbeth: Ambição e Guerra (de Justin Kurzel, estrelando Michael Fassbender e Marion Cotillard). Seus demais créditos recentes incluem Flesh and Bone (a série piloto original da Starz) e os filmes de longa-metragem McFarland dos EUA, Lore, Reino Animal e Snowtown.

ANDY NICHOLSON / Designer de Produção

Andy Nicholson é um premiado designer de produtor e diretor de supervisão artística com 21 anos de experiência. Antes de trabalhar com Justin Kurzel em Assassin’s Creed, sua colaboração mais notável até hoje foi com o diretor Alfonso Cuaron em Gravidade. Ele foi indicado aos prêmios Oscar® e BAFTA de design de produção e ganhou o prêmio Art Directors Guild por um filme de fantasia/ficção científica.

Nicholson está atualmente fazendo o design da sequência de Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros (para o diretor J.A. Bayona). Ele também trabalhou como designer de produção de Divergente (drama de ficção científica sob a direção de Neil Burger) e em A Hospedeira (thriller de ficção científica de Andrew Niccol). Ele também trabalhou diversas vezes com o diretor Tim Burton, começando em 1999 como Diretor de Arte em A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, pelo qual ele ganhou um prêmio Art Directors Guild (ADG). Ele foi indicado mais uma vez ao prêmio ADG por seu trabalho como Diretor de Arte em A Fantástica Fábrica de Chocolate (de Tim Burton) e desde então colaborou com o diretor como Diretor de Arte Supervisor em Alice no País das Maravilhas e como Diretor de Arte de desenvolvimento visual em Frankenweenie.

Andy Nicholson ganhou outro prêmio ADG por seu trabalho em A Bússola de Ouro (de Chris Weitz) e foi indicado ao prêmio ADG tanto por O Ultimato Bourne (de Paul Greengrass), quanto por Capitão América: O Primeiro Vingador (de Joe Johnston).

Seus créditos como Diretor de Arte supervisor incluem, ainda, O Lobisomem (de Joe Johnston), Rock’n’Rolla: A Grande Roubada (de Guy Ritchie), O Amor Não Tira Férias (de Nancy Meyers) e Invasão de Domicílio (de Anthony Minghella). Seus créditos adicionais em direção de arte também englobam Jogo de Espiões (de Tony Scott), Tróia (de Wolfgang Petersen) e Lance de Sorte (de Neil Jordan).

CHRISTOPHER TELLEFSEN, A.C.E. / Montador

Christopher Tellefsen, ACE, foi indicado a um prêmio Oscar® e a um prêmio Eddy por seu trabalho em O Homem que Mudou o Jogo em 2012. Ele iniciou sua carreira na cena do cinema independente de Nova York no final dos anos 1980, ganhando reconhecimento com Metropolitan (filme indicado ao prêmio Oscar® de Whit Stillman). Além disso, ele editou Barcelona (também de Stillman), Sem Fôlego (de Wayne Wang) e Kids (o controverso filme de estreia de Larry Clark). Seu trabalho seguinte, Procurando Encrenca (comédia de David O. Russell), influenciou e inspirou uma nova geração de comédias. Tellefsen passou para seu primeiro filme de estúdio em O Povo Contra Larry Flint (de Milos Forman). Prosperando em um equilíbrio entre filmes independentes e de estúdio, ele em seguida montou Vida Sem Destino (cult clássico de Harmony Korine) e O Último Entardecer (de Wayne Wang), antes de editar Máfia no Divã (de Harold Ramis, pelo qual ele foi indicado a um prêmio Eddy). Em Londres, no final da década de noventa, ele editou A Isca Perfeita e Fora de Controle. Por O Mundo de Andy, ele foi mais uma vez indicado ao prêmio Eddy. Seus créditos adicionais incluem Revelações (de Robert Benton), A Vila (de M. Night Shyamalan), Capote (vencedor do prêmio Oscar®), Santos e Demônios, O Lenço Amarelo, Jogo de Poder, A História Verdadeira e A Entrega. Christopher Tellefsen foi indicado pela quarta vez ao prêmio Eddy por seu trabalho em Joy: O Nome do Sucesso. Seu projeto a seguir será em Windows (próximo filme de Steve McQueen).

SAMMY SHELDON DIFFER / Figurinista

Sammy Sheldon Differ nasceu em Manchester e iniciou sua carreira no Royal Exchange Theatre como confeccionista de figurinos, em seguida estudando Design de Figurinos na Wimbledon School of Art de 1990 a 1993. Depois de sua formatura e de receber seu diploma, ela passou a fazer o design de figurinos para vídeos de promoção e propagandas antes de se tornar uma designer assistente em filmes que incluem Gladiador (de Ridley Scott) e Os Saqueadores (de Jake Scott). A seguir, ela fez o design de figurino de Falcão Negro em Perigo (de Ridley Scott) e Menino Cálcio – Um Lutador Duro na Queda (comédia em estilo de documentário estrelada por Orlando Bloom). Sammy foi indicada a prêmios BAFTA por seu trabalho em O Jogo da Imitação (de Morten Tyldum, estrelando Benedict Cumberbatch e Keira Knightley), O Mercador de Veneza (em que estrelam Al Pacino e Jeremy Irons) e recebeu uma indicação a um prêmio BAFTA TV pela adaptação moderna da BBC da obra “The Canterbury Tales: The wife of Bath”. Suas indicações ao prêmio Costume Designers Guild por Excelência em Filmes de Época incluem include O Jogo da Imitação, X-Men: Primeira Classe e V de Vingança. Seus demais créditos no cinema incluem Kick-Ass 2, As Viagens de Gulliver, Kick-Ass: Quebrando Tudo, Zona Verde, Hellboy II: O Exército Dourado, Stardust: O Mistério da Estrela, Kinky Boots – Fábrica de Sonhos e O Guia do Mochileiro das Galáxias.

Os créditos mais recentes no cinema de Sammy incluem Homem-Formiga (dirigido por Peyton Reed). Tendo anteriormente assinado o design de figurinos para Ex_Machina: Instinto Artificial (pelo qual ela foi indicada por Excelência em Filme de Fantasia ao prêmio Costume Designers Guild em 2016), ela agora se reencontra com Alex Garland em Annihilation.

JED KURZEL / Compositor

Jed Kurzel é um premiado compositor e músico. Em sua estreia em filmes de longa-metragem em Snowtown (filme australiano aclamado pela crítica) seu trabalho foi indicado a Trilha Sonora do Ano no Screen Music Awards australiano 2011 e, desde então, ele vem assinando a trilha sonora de filmes de longa-metragem que incluem O Babadook (dirigido por Jennifer Kent, que William Friedkin, o diretor de O Exorcista, descreveu como o “filme mais aterrorizante” que ele jamais havia visto), A Caminho do Oeste (dirigido por John Maclean, que rendeu a Kurzel seu segundo prêmio Screen Music de Trilha Sonora para o Cinema do Ano em 2015) e Macbeth: Ambição e Guerra (dirigido por Justin Kurzel, em que estrelam Michael Fassbender e Marion Cotillard e que estreou na competição do Festival de Cinema de Cannes de 2015).

Antes de voltar seu foco para a composição, Jed era mais conhecido como o cantor e compositor da dupla australiana The Mess Hall. Seu álbum de 2006 Devil’s Elbow ganhou o prestigioso prêmio Australian Music em 2007. O trabalho de Jed poderá ser ouvido em breve nas telas do cinema em Una (dirigido por Benedict Andrews, a adaptação para o cinema da premiada peça Blackbird de David Harrower, em que estrelam Rooney Mara e Ben Mendelson).

ASSASSIN’S CREED

 

“Nós trabalhamos na escuridão a serviço da luz.

Nós somos assassinos.”

 

SOBRE A PRODUÇÃO

 

 

Prepare-se para uma nova e visionária empreitada no gênero de ação e aventura. ASSASSIN’S CREED é a história de um homem que se vê no centro de uma antiga batalha entre duas seitas poderosas. Recuperar as lembranças de seu ancestral, que estão contidas em seu próprio DNA, é a única maneira de encerrar o conflito e atingir sua própria salvação.

Cal Lynch (interpretado por Michael Fassbender) foi marcado pela tragédia quando era muito jovem. Hoje, é presidiário condenado à morte e ganha uma inesperada segunda chance de viver graças à misteriosa obra das Indústrias Abstergo. Uma tecnologia revolucionária que é capaz de resgatar as memórias genéticas contidas em seu DNA leva Cal até a Espanha no século 15. Lá, ele vive as experiências de seu parente distante, Aguilar de Nerha, membro de uma sociedade secreta conhecida como os Assassinos, que luta para proteger o livre arbítrio da sanha de poder da Ordem dos Templários. Transformado pelo passado, Cal começa a adquirir o conhecimento e técnicas físicas suficientes para derrubar a organização templária opressora nos dias de hoje.

Baseado na série de videogames de grande sucesso da Ubisoft, ASSASSIN’S CREED é estrelado por Michael Fassbender (ator indicado para o Oscar®, atuou em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido e 12 Anos de Escravidão) e Marion Cotillard (atriz premiada com o Oscar® que atuou em Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge e La Vie en Rose). O filme é dirigido por Justin Kurzel (de Os Crimes de Snowtown e Macbeth), produzido pela New Regency, Ubisoft Motion Pictures, DMC Film e Kennedy/Frank Marshall Company, cofinanciado pela RatPac Entertainment e Alpha Pictures, e distribuído pela 20th Century Fox. ASSASSIN’S CREED estreia em 12 de janeiro de 2017.

ADAPTAÇÃO DOS JOGOS

 

Lançado em 2007, Assassin’s Creed colocava os jogadores no coração das Cruzadas, num mundo em que a guerra sangrenta entre Assassinos e Templários durava séculos e definia grande parte de história humana. O jogo foi um grande sucesso de bilheteria imediatamente e teve nada menos que oito continuações, além de inspirar vários outros jogos que já tiveram mais de 100 milhões de cópias vendidas no mundo todo. A série já transportou seus jogadores para a Renascença italiana, a fundação da América, a Era de Ouro dos piratas do Caribe e a Revolução Francesa.

Todos os jogos incluem o conflito entre Assassinos e Templários de hoje, no qual a suspeita empresa de biotecnologia Indústrias Abstergo serve de fachada para os Templários, prende Assassinos e usa um dispositivo chamado “Animus” para pôr em prática suas memórias genéticas e descobrir os segredos de seus ancestrais.

Esta adaptação de Assassin’s Creed para o cinema apresenta um novo nome à galeria de personagens já estabelecidos: Cal Lynch (interpretado por Michael Fassbender). Ele é um descendente de várias gerações de Assassinos importantes, um criminoso de carreira que é resgatado de sua própria execução pelas Indústrias Abstergo, que é a versão atual da Ordem dos Templários. Ele é forçado a participar do Projeto Animus e reviver as lembranças de seu ancestral Aguilar de Nerha, um Assassino durante a Inquisição Espanhola. Enquanto vive as memórias de Aguilar, ele começa a compreender seu passado traumático e seu papel no antigo conflito entre as duas facções de guerreiros.

Michael Fassbender, que surgiu rapidamente como um dos atores mais competentes e populares do mundo, imediatamente viu o potencial de uma nova adaptação do jogo. Ele diz: “O universo de Assassin’s Creed parecia se encaixar muito bem no formato do cinema”. Sua fé no material era tanta que sua empresa, a DMC, assumiu participação no projeto como produtora. Tiveram então a companhia de Frank Marshall e Patrick Crowley, que, juntos, foram responsáveis pela série de filmes do agente Bourne e, mais recentemente, pelo filme Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros.

“Assassin’s Creed é um jogo absolutamente gigantesco em termos de penetração no mundo todo”, diz o produtor Patrick Crowley. “Existe um mundo inteiro de pessoas que sabem todas as regras, todos os estatutos e a história de todos os muitos personagens que compõem essa aventura.”

Mas ele diz que o novo filme, com roteiro de Michael Lesslie e Adam Cooper & Bill Collage, não é bom apenas para os antigos fãs da série, pois traz uma experiência muito excitante para novatos também. “Elaboramos uma história em que não é preciso conhecer o jogo para se gostar do filme.”

Após a experiência de interpretar o poderoso mutante Magneto em filmes como X- Men: Dias de um Futuro Esquecido, Michael Fassbender era um dos atores que mais entendiam as possibilidades de narrativa do jogo, com sua premissa de ficção científica, e ficou empolgado com a oportunidade de aumentar o já grande mundo de Assassin’s Creed para o cinema. Ele diz: “Quando me encontrei com o pessoal da Ubisoft e eles começaram a explicar todo esse mundo e a ideia da memória em DNA, achei que aquilo era uma teoria científica muito viável. Pensei na possibilidade de transformar aquilo tudo em filme. Tratamos o projeto como um longa-metragem, não como um videogame.”

Para isso, personagens originais, inclusive o papel duplo de Cal e Aguilar interpretado por Michael Fassbender, foram criados expressamente para o filme. O ator explica: “Ele não tem uma linhagem da qual se sinta parte. Ele é meio como um espírito perdido. Está sempre entrando e saindo de instituições correcionais. Em comparação, Aguilar é alguém que realmente faz parte do Creed (Credo). Ele tem uma causa. Ele segue essa causa.  Ele faz parte dela.”

Com Michael Fassbender no projeto, o foco se voltou para um diretor que pudesse fazer parceria com o ator e dar mais profundidade à história. Justin Kurzel era uma escolha natural, pois já havia trabalhado com Michael Fassbender e Marion Cotillard em Macbeth (de 2015). Michael Fassbender havia conhecido o cineasta australiano depois que viu seu longa-metragem de estreia, o drama independente Os Crimes de Snowtown. Michael Fassbender observa: “Eu decidi imediatamente que queria trabalhar com aquele cara. Só de conhecê-lo pessoalmente e das conversas que tínhamos, eu sabia que poderíamos ter uma parceria. Tivemos sorte de ele ter se interessado. Ter alguém com sua força e visão foi uma tremenda ajuda.”

“Uma coisa excelente no Justin é que ele sabe tornar os elementos complicados e assuntos difíceis em algo familiar e digerível para o público. Foi o que ele fez com Macbeth. Sabíamos que ter essa perspectiva e trazê-la para um mundo de fantasia seria muito benéfico para nós.”

O produtor Frank Marshall acrescenta: “Justin Kurzel é alguém que chegou e nos impressionou imensamente. Ele trouxe uma abordagem excitante de como contar uma história de forma muito convincente. Ele queria abordar o mundo de uma forma muito realista, não pelo ponto de vista de um super-humano ou algo de fantasia, e todos nós gostamos disso.”

A trajetória de Cal era o principal ponto de interesse de Justin Kurzel pelo projeto. Após descobrir a verdade de seu ancestrais, Cal adquire perspectiva de seu passado turbulento e começa a realmente compreender e aceitar seu papel no mundo.

A exploração de questões fundamentais, como a formação da identidade por meio da História era extremamente importante para o cineasta. E ele ficou fascinado com o conceito de memória genética, de que nossos próprios atos e decisões podem ser transferidos através de gerações.

Justin Kurzel conta: “É a história de um homem que descobre quem é através das experiências e vidas daqueles que viveram antes dele. Isso sempre me intrigou. Se você não souber quem são seus antepassados, como pode entender certas emoções que você sente e, na verdade, são inspiradas pelo seu DNA? É uma parte dinâmica do conceito de Assassin’s Creed que acho que vai além de um videogame.”

Ainda assim, o cineasta diz que a história era complicada e difícil de acertar: “A parte mais difícil de Assassin’s Creed é que o conceito é realmente complexo. A ideia de um personagem dos dias modernos que entra na máquina chamada Animus e viaja no tempo? Não é uma máquina de viagem no tempo. É uma máquina de viagem na memória. Além disso, existe a guerra entre os Templários e os Assassinos, e sabe-se que ela dura séculos. Ao fim das contas, queremos dar à plateia a ideia central do assunto do filme. Essa foi a parte mais difícil, pegar dois gêneros diferentes e complexos, duas épocas e um ator que interpreta dois personagens, e dar à plateia algo que seja satisfatório.”

Felizmente, Michael Fassbender diz que a visão e a mão firme do diretor guiaram bem a produção. Ele diz: “A reflexão que o Justin dedicou ao projeto e a clareza do que buscávamos em cada cena realmente deram resultado.

CONTEXTO HISTÓRICO

 

Um dos maiores motivos do sucesso da série Assassin’s Creed tem sido sua mistura inteligente de história real com fantasia. Os Assassinos e os Templários são grupos reais de filosofias diametralmente opostas, e tão secretos que muito já se especulou sobre suas motivações.

Os Assassinos são baseados na seita hashashins dos muçulmanos nizaritas, caracterizados como uma ordem secreta que seguia uma figura conhecida como o Velho Homem da montanha. Ao longo de 300 anos, os Assassinos mataram centenas de alvos importantes. Na verdade, a palavra “assassino” se origina deste grupo. Os Cruzados, que formam o cenário do primeiro jogo da série Assassin’s Creed, avaliaram que se tratavam de um clã especialmente feroz, e sua lenda foi aumentada ainda mais nas histórias das Cruzadas contadas por Marco Polo.

Os Cavaleiros Templários, em comparação, eram uma ordem cristã estabelecida por quase dois séculos durante a Idade Média. Foi sancionada oficialmente pela Igreja Católica Romana e contava com algumas das figuras mais importantes e temidas daquela época, e o grupo deteve enorme poder e influência até sua dissolução, em 1312. Seu ocaso repentino no auge do poder resultou na crença de que a organização simplesmente passou a ser secreta e continuou exercendo sua influência.

Assassin’s Creed retrata um mundo em que nenhum desses grupos desapareceu completamente. Em vez disso, eles travam uma guerra silenciosa um com o outro durante séculos e decidem o curso da história humana real. Muitas figuras históricas fazem parte dos jogos, bem como no filme. Tomás de Torquemada, por exemplo, aparece como um importante membro dos Templários que os Assassinos precisam deter, durante os dias mais brutais da Inquisição Espanhola.

Patrick Crowley diz: “No mundo de Assassin’s Creed, os Assassinos são personagens que vivem em segredo, ao contrário do guerreiro típico daquela época, que carregava uma grande espada, tinha escudo e montava cavalos. Os Assassinos têm lâminas ocultas presas ao pulso com tiras de couro e usam essas armas para matar.”

Os Assassinos são fiéis a vários princípios fundamentais, mas um deles é indispensável: agir na escuridão a serviço da luz. Patrick Crowley prossegue: “Um dos credos deles é esconder-se bem à vista de todos. Então eles são muito bons em camuflagem. São muito bons em se misturar e criar uma enorme perturbação social, porque ninguém espera que eles estejam lá.”

Os Assassinos são interessados em proteger o livre arbítrio, enquanto os Templários só têm interesse em poder e dominação de povos livres. Patrick Crowley explica: “Os Templários querem realmente controlar tudo, tornar a vida muito previsível e eliminar o acaso e a oportunidade. É uma abordagem muito mais totalitária.”

Patrick Crowley diz que a atenção meticulosa aos detalhes históricos que ajudaram a fazer de Assassin’s Creed um marco no mundo dos jogos também esteve presente no filme, e isso resultou em um cenário impressionante: “Graças a isso, fomos forçados a fazer esse trabalho excelente em termos de roupas, armas e estilos de combate. Uma das coisas mais excitantes que fizemos para o filme, historicamente, foi recriar um auto de fé em que, durante a Inquisição Espanhola, era rotina queimar pessoas na estaca como forma de demonstração de controle, para eliminar quem eles acreditavam ser hereges. Foi preciso um esforço enorme de pesquisa e muito trabalho para que todos os nossos departamentos retratassem bem essa situação.”

Foi pesquisando a Espanha do século 15 e o próprio jogo que Justin Kurzel encontrou o mundo do filme. Ele diz: “Eu não sabia muito sobre o jogo. Mas fiquei bastante impressionado com o nível de detalhe, esforço e paixão. Tem uma integridade histórica, não parece algo fajuto, de entretenimento. Havia um forte sentimento de narrativa e visão, uma voz e uma cultura. Aquilo me abriu os olhos. Pegamos ideias e começamos a desenvolvê-las, como se adaptássemos um livro: o que é a coisa mais interessante aqui, quais são nossos personagens e qual é a trajetória deles?”

O diretor tentou embasar o filme ao máximo possível, a fim de tornar a história convincente e vibrante. Foi desse desejo, em parte, que resultou a decisão de legendar as cenas históricas ocorridas durante a Inquisição, com os atores falando em espanhol. “Estávamos muito determinados a fazer o público acreditar que este mundo e estes personagens existem”, acrescenta Justin Kurzel. “Eu queria que fosse uma experiência real e inacreditável que misturasse esses mundos exóticos com cenas de ação dinâmicas.”

A ESCOLHA DO ELENCO

 

Juntos, Michael Fassbender e Justin Kurzel buscaram alguém que já conheciam para completar o elenco principal: Marion Cotillard, que estrelou no papel de Lady Macbeth ao contracenar com Michael Fassbender em Macbeth: Ambição e Guerra (de Justin Kurzel). Michael Fassbender diz: “Quando o Justin passou a fazer parte do projeto, a Marion ficou interessada, e foi um enorme bônus para nós ter uma atriz com seu valor, sua credibilidade, sensibilidade e inteligência.”

Marion Cotillard interpreta Sofia Rikkin, cientista da Abstergo que apresenta Cal ao projeto Animus. O objetivo de sua pesquisa é encontrar a cura da violência. Pelo menos, é nisso que ela acredita. Marion Cotillard fala sobre sua personagem: “Ela acha que trabalha por uma causa nobre. Ela é muito apaixonada pela causa, mas seu aspecto humano é interessante. “Abstergo” significa “purificado” em Latim, e Sofia está tentando melhorar a raça humana e descobrir o que causa a violência em seres humanos. Ela está realmente tentando encontrar a cura. Ela é fascinada por seres humanos além da ciência. Ela acredita de verdade que vai ajudar as pessoas.”

Marion Cotillard achou irresistível a oportunidade de voltar a trabalhar com Justin Kurzel e Michael Fassbender. Ela diz: “Confiança é uma das coisas mais importantes que eu busco em um diretor. Eu imaginei que confiaria inteiramente no Justin quando conversei com ele pela primeira vez ao telefone, antes de fazermos Macbeth. E sabia que o Michael é um ator incrível e dedicado. A experiência que tivemos em Macbeth foi muito intensa e realmente criou um relacionamento muito especial. Chegar ao set e saber que se pode confiar cem por cento no colega ator e no diretor é uma coisa muito forte. E preparar outra parceria em outro projeto, um projeto inteiramente diferente, foi muito excitante.”

Após a intensa parceria em Macbeth, os atores e diretor haviam desenvolvido um nível avançado de comunicação que lhes permitiu trabalhar com mais eficiência. Michael Fassbender relata: “Tivemos que filmar Macbeth em pouco tempo. As condições climáticas eram intensas, o material era intenso. Ficamos muito amigos bem depressa e tivemos que trabalhar muito depressa, então essa experiência prévia realmente ajudou. A gente se entendeu bem e simplesmente fez o trabalho.”

“Às vezes, conhecemos alguém que parece que já conhecíamos a vida toda”, diz Marion Cotillard sobre Michael Fassbender. “Era assim que eu me sentia com o Michael. Ele é criativo e inovador, mas sua capacidade de inventar nunca prejudica a simplicidade. Ele me surpreendia todos os dias.”

Com os atores principais escolhidos, a atenção se voltou para as figuras em torno de Cal ao longo de sua grande aventura. Jeremy Irons (de O Reverso da Fortuna) interpreta Rikkin, pai de Sofia e CEO visionário das Indústrias Abstergo. Ele é chefe de uma organização dedicada à “perfeição” da raça humana. A motivação de Rikkin é mais complicada do que parece, e sua ligação com o movimento dos Templários modernos é suspeita.

Jeremy Irons explica por que se interessou pelo papel: “Eu sempre gostei de interpretar pessoas que são amorais ou nadam contra a correnteza. E, embora eu nunca tenha jogado Assassin’s Creed, achei que o filme tinha um pedigree interessante, e o Justin é um diretor muito interessante. Eu tinha vontade de trabalhar com Michael Fassbender e Marion Cotillard, dois atores que eu admiro muito. Tem alguma coisa no Michael, sua energia se destaca na tela. Não sei como isso acontece. E a Marion é uma atriz excepcional, que realmente capturou o relacionamento muito complicado e delicado entre Sofia e seu pai.”

Enquanto a Abstergo serve de fachada para o movimento dos Templários modernos, as intenções de Rikkin para o trabalho que está sendo feito são muito diferentes do que Sofia imagina. Marion Cotillard avalia: “O relacionamento de Sofia com o pai é muito complexo. Eles são como estranhos, devem ter passado muito tempo longe um do outro. A Sofia é inteiramente dedicada à pesquisa, e, ao mesmo tempo, ela quer muito o reconhecimento do pai e, às vezes, não sabe o que é mais importante.”

Cal também tem um relacionamento especialmente complicado com o pai, observa o ator irlandês Brendan Gleeson, que interpreta Joseph Lynch. Ele diz: “A memória que Cal tem de seu pai não é agradável. Sua memória final não é nem um pouco agradável. Eles têm versões diferentes do que aconteceu, e Cal está muito determinado a matá-lo.”

Não é a primeira vez que Brendan Gleeson e Michael Fassbender atuam como pai e filho. Este ano, os atores estrelaram como parte de uma família criminosa no elogiado independente Trespass Against Us, que estreou no Festival Internacional de Cinema de Toronto. Brendan Gleeson diz: “É difícil a gente saber o que vai conseguir dele exatamente, porque ele é muito individual e muito instintivo. Achei muitíssimo interessante trabalhar com ele porque existe ali uma força da natureza que é inteiramente, inteiramente diferente de tudo mais e todo mundo com quem eu já trabalhei. E o Justin é de verdade, e faz uma parceria fantástica com o Michael.”

Sobre o assunto do filme, Gleeson acrescenta: “Parece ser muito atual e muito pertinente ao mundo em que vivemos. Tem tudo a ver com poder, tribos, crenças e fé, e todas essas coisas que conduzem os homens a situações de trevas.”

Moussa, interpretado por Michael K. Williams, é outro residente de Abstergo. Ele é descendente de Baptiste, Assassino haitiano que usa veneno de vodu contra os inimigos. Michael K. Williams explica: “Não há dúvidas de que o Moussa conhece algumas técnicas de Assassino, embora eu ache que ele prefere usar mágica, ilusionismo e vodu em vez do combate corpo a corpo para matar os oponentes. Mas ele faz o que for necessário.”

Ariane Labed interpreta Maria, Assassina e aliada chave de Aguilar. Sobre ela, Justin Kurzel diz: “Ariane Labed era uma atriz que eu realmente gostava muito de ver nos filmes. É uma pessoa muito interessante e bonita, e tem um certo aspecto de mistério. Ela já foi bailarina, então eu sabia que ela ficaria bem mais à vontade com a exigência física da sua personagem do que outros atores.”

O filme também é estrelado por Matias Varela no papel de Emir, descendente de Yusuf, Assassino do Oriente Médio que usa arco e flecha, espada e facas, e Denis Menochet no papel de McGowan, chefe de segurança da Abstergo.

Para completar, a célebre atriz Charlotte Rampling (indicada para o Oscar®) interpreta Ellen Kaye, um dos membros mais proeminentes da sociedade dos Templários, uma mulher cujo único objetivo é criar uma sociedade de ordem e controle. A autenticidade de sua atuação foi fundamental para que a mitologia da sociedade dos Templários fosse realmente convincente e muito ameaçadora.

Justin Kurzel completa: “Como sempre faço com o elenco dos meus filmes, eu escolho atores de quem gosto.”

A AÇÃO

Assassin’s Creed, uma das séries mais populares da indústria dos videogames, é famosa por suas cenas de ação eletrizantes. Foi uma das primeiras a incluir o parkour como elemento importante do jogo, com Assassinos saltando por cima de telhados de cidades como Londres, Paris, Florença e Jerusalém.

Em sua adaptação para o cinema, Justin Kurzel buscou amplificar esse estilo ousado com perseguições de carruagens, luta de espada e combate corpo a corpo. O diretor também percebeu que o filme teria que demonstrar muito bem o Salto de Fé, manobra característica de Assassin’s Creed em que os Assassinos saltam da beirada de edifícios e mergulham graciosamente e aterrissam com a costas sobre volumes de água ou montes de feno. Justin Kurzel quis saber: “O que acontece com alguém que faz um Salto de Fé de verdade?” O que aconteceria se você realmente visse Assassinos saltando de um prédio para outro? Uma coisa excelente sobre o cinema é que a gente pode trazer esse elemento humano, e a plateia reage à ideia de que está, de fato, vendo pessoas de verdade fazendo o esforço e correndo os riscos.”

Justin Kurzel e sua equipe buscaram alguns dos maiores talentos do parkour para determinar como realizar as cenas de ação de Assassin’s Creed sem usar muitos efeitos de computador. Em seguida, a produção viajou para alguns dos recantos mais espetaculares do planeta a fim de capturar cenas inéditas, que dessem ao público uma experiência realista.

“Eu nunca quis que o resultado se parecesse com um filme de super-heróis”, diz Justin Kurzel. “Eu queria que as pessoas o vissem e pensassem “Uau, existem seres humanos fazendo aquilo, como atletas do Olimpo”, em vez de apenas filmar em um estacionamento com um fundo verde. As pessoas percebem esse artifício. Foi por isso que buscamos uma abordagem mais antiquada, para que o filme todo parecesse mais humano e intimista.”

A filmagem começou no fim de agosto de 2015 e durou até janeiro de 2016. Foram mais de 90 dias em locações em Malta e Espanha no Estúdio 007 dos Estúdios Pinewood. Michael Fassbender opina: “Nesta época, em que se usam tantos efeitos de computação gráfica, queríamos filmar em locações, à moda antiga, o máximo possível. Queríamos ter aquela sensação de suor e sangue, e o esforço verdadeiro que investimos nas cenas de ação.”

Justin Kurzel convocou o premiado coordenador de dublês Ben Cooke (do filme 007 – Operação Skyfall) para projetar um estilo de combate para os Assassinos que fosse fiel ao jogo, mas com apelo cinematográfico suficiente para agradar a plateia. Autenticidade era uma palavra de ordem segundo Ben Cooke: “Tenho alguns dos melhores especialistas em parkour do mundo, e a equipe de dublês realmente tenta usar habilidades físicas que as pessoas realmente têm, sem precisar de muitos efeitos nem fios de sustentação, então o que se vê no filme são pessoas fazendo acrobacias de verdade.”

O perigo também era real: a produção filmou no telhado de uma igreja de 500 anos de idade em Valletta, capital de Malta. Em alguns casos, foi preciso conectar cabos de segurança a partes da estrutura secular e torcer para que nada quebrasse. Justin Kurzel avalia: “Aquilo dá mais senso de perigo, de realismo, reforça a emoção do filme. O esforço de filmar as cenas de verdade deixa tudo muito mais envolvente.”

Sem jamais fugir de um desafio, o astro Michael Fassbender executou muitas de suas próprias acrobacias. Justin Kurzel relata: “Ele trabalhou muito, treinou muito, desenvolveu o parkour. Fez muitas cenas de combate. Acho que essa foi uma das coisas que o fizeram querer atuar no filme, a ideia de estar fortemente envolvido no aspecto físico do seu personagem no passado.”

Michael Fassbender explica: “Eu treinava todas as manhãs, antes de trabalhar, fazia séries de condicionamento e fortalecimento. Depois, treinava parkour, que é um elemento muito forte do jogo, então era muito importante saber fazer certo. Com relação à técnica de combate de Aguilar, sua arma favorita são as lâminas no pulso, pois há muito combate corpo a corpo e movimentos de soco e corte. Não queríamos que o resultado fosse muito bonito. Queríamos um certo aspecto de coisa mal arrumada e de maldade. Então, em alguns momentos, é muito bonito e estilizado; em outros, é muito visceral, agressivo e desordenado, mais improvisado.”

A FILMAGEM DO SALTO DE FÉ… DE VERDADE

 

O diretor Justin Kurzel e sua equipe sabiam que o compromisso com cenas de ação real envolveria aquele que talvez seja o maior desafio do trabalho de um dublê: a queda livre. Inúmeros cálculos, avaliações de segurança e redução de risco fazem parte da coreografia de cada cena de ação de um filme, mas a queda livre é uma das manobras mais perigosas, pois traz consigo um elemento de imprevisibilidade. De fato, na era da computação gráfica, é muito raro alguém ainda filmar uma queda livre, e, mesmo quando filma, não se trata de uma queda livre de verdade, mas apenas de uma descida controlada por cabos.

Mas a queda livre faz parte do Salto de Fé, a manobra mais característica de Assassin’s Creed. A produção entendeu que, se essa manobra ficasse de fora do filme ou fosse feita em computador, a ação seria decepcionante. Então, em vez de usar um dublê digital, a produção chamou o renomado corredor, dublê e ginasta Damien Walters, que aceitou o desafio de preparar uma queda livre de 38 metros.

Por sorte, Damien Walters, que havia feito cenas de ação em filmes como Kingsman: Serviço Secreto e 007 – Operação Skyfall, já era fã dos jogos da série Assassin’s Creed e, antes de trabalhar no projeto, havia começado a pensar na ideia de fazer um Salto de Fé para o seu canal no YouTube, que é muito visitado. Michael Fassbender observa com admiração: “O Damien fez um Salto de Fé de 38 metros de verdade, sem nenhum cabo, fio, nada, só a queda livre.”

O salto foi filmado no deserto de Almería, Espanha. Justin Kurzel conta: “Com a luz que havia lá, o lugar parecia muito espiritual. Sergio Leone filmou seus faroestes naquela região, e parecia ser o lugar certo para se fazer o Salto de Fé.” Na verdade, Damien Walters executou oito saltos: começou com 12 metros de altura e foi aumentando progressivamente até 38 metros, o que nunca havia sido feito antes. Justin Kurzel continua: “Na câmera, 25 metros e 38 metros parecem ser a mesma coisa, mas era muito importante para ele realizar o maior salto de sua carreira. Foi um dia excitante, mas também muito tenso. Mas acho que isso fica evidente na cena. A gente vê que a manobra foi feita de verdade. E eu adoro poder dizer isso e termos capturado aquele momento. Não teve a segurança de alguém apertando botões.”

Mesmo para um dublê experiente como Damien Walters, a queda livre era uma proposta assustadora, e, embora a equipe de produção tivesse uma segunda unidade a postos para capturar a cena, a unidade principal parou para ver Damien Walters saltar. O dublê ri quando conta: “A base tem apenas 10 metros X 10 metros de área. No alto da plataforma, a 38 metros de altura, a base parece ter o tamanho de uma folha de papel sulfite. A melhor parte foi quando me levantei depois de saltar e pensei: ‘Sim, eu estou bem.’”

O CONCEITO VISUAL

O maior desafio da produção era recriar o mundo da Espanha do século 15, que é o cenário das regressões de Cal nas memórias de Aguilar.

As filmagens nas locações de Malta e Almería, Espanha, foram feitas no início e no fim do cronograma. O resto foi filmado nos Estúdios Pinewood. Mas havia um elemento de unificação do passado e do presente segundo Justin Kurzel: “A luz é um tema muito forte em Assassin’s Creed, e resulta em muita inspiração e influência do conceito visual”, diz o cineasta, apontando para as pinturas de Caravaggio como fonte de inspiração especialmente importante.

Ele continua: “A frase ‘Trabalhamos na escuridão a serviço da luz’, a ideia de personagens que agem em segredo e são capazes de desaparecer na escuridão rapidamente influenciou o conceito visual. Há um certo aspecto de filme noir, e eu me inspirei nos faroestes de Sergio Leone, com lentes grande angulares, e em Lawrence da Arábia, que foi filmado com luz real, na câmera, em uma determinada hora do dia. Usamos muita fumaça, poeira e atmosfera para dar mais vida e substância aos ambientes, e também adotamos as atmosferas naturais em nossas locações.”

Malta foi escolhida por sua verossimilhança histórica, pelo talento da mão-de-obra local e pela infraestrutura de produção. Patrick Crowley diz: “Fomos a Malta para quatro semanas de filmagem e construímos cenários muito grandes lá. Usamos fortalezas já existentes. Malta tem mais fortalezas que qualquer outro lugar em que eu já estive, e tem regiões de centro das cidades que são autênticas de acordo com o período que nos interessava. É um patrimônio mundial da UNESCO, e isso acrescenta muito valor à produção.”

Apesar da boa arquitetura de Malta e do espaço disponível para construção de cenários enormes, não havia lá as paisagens amplas de que a produção também precisava para cenas de batalhas com carruagens e cenários maiores. Para isso, a equipe foi para o sul da Espanha. Patrick Crowley conta: “Filmamos perto da cidade de Almería, onde todos os faroestes spaghetti foram feitos. Queríamos aquela paisagem porque o Justin simplesmente se apaixonou pela paisagem.”

Para as cenas dos dias atuais, o designer de produção Andy Nicholson construiu as instalações da Abstergo inteiramente dentro do famoso Estúdio 007 em Pinewood, o maior estúdio de gravação da Europa. O cenário foi concebido como uma estrutura moderna e arrojada construída em torno das ruínas de uma velha capela—a câmara que contém Animus—e a equipe de Andy Nicholson construiu os cenários de forma absolutamente fiel, para dar a Justin Kurzel e sua equipe o maior número de opções durante as seis semanas de filmagem.

Entretanto, o cenário do Animus foi construído em outro lugar, devido à complexidade das cenas que seriam feitas nele. Além disso, o Animus, a máquina usada na exploração das memórias dos ancestrais, foi redesenhado para o filme como algo que ergue o usuário no ar, para gerar uma experiência mais moderna, interativa e dramática.

Justin Kurzel diz que existe um contraste muito deliberado com os mundos de Cal e Aguilar: “O passado é muito mais arcaico. É mais quente e úmido. É pesado e tem textura. É vermelho e dourado com muitos detalhes, enquanto Abstergo é muito mais arquitetônica. É mais fria. As texturas são de cimento. Sem dúvida, tem um aspecto clássico. É uma arquitetura linear, controlada, muito clássica, com senso de ordem e forma, mas sofisticado, como se tivesse sido encomendada por um arquiteto de hoje em dia. É muito mais austera que a descontração do mundo dos Assassinos do passado. O passado é a Espanha no século 15, e é esse mesmo o espírito dos Assassinos. É muito mais livre, orgânico e repleto de cores e desenhos.”

Essa estética se estendeu ao figurino criado pela figurinista Sammy Sheldon Differ. Justin Kurzel a instruiu a basear até os conhecidos mantos dos Assassinos no mundo e na História reais. Justin Kurzel recorda: “Queríamos que os Assassinos representassem o livre arbítrio, quase como ciganos e viajantes, inspirados por diversas culturas e com diversos adereços. Tínhamos muito interesse em influências dos árabes e dos mouros, então as roupas deles acabaram sendo mesmo uma mistura de influências. Eu queria que o material parecesse gasto. Eu não queria que parecesse falso, no sentido de não haver nenhuma marca de uso e tudo parecer novo. Fiquei muito empolgado porque as peças tinham estilo e personalidade. Eu não fazia questão de que o figurino fosse bonito. Eu achava bom que, às vezes, tudo parecia meio surrado, como se tivesse sua própria história.”

Sammy Sheldon Differ começou pela Espanha do século 15, criando as silhuetas que definiriam os Assassinos e durariam até o período moderno, da Abstergo. Ela observa: “Usamos algumas linhas do jogo, inclusive a forma de águia, que tem muito peso nos jogos. Cortamos as coisas de certas maneiras e as repetimos no mundo moderno. Isso estabelece uma continuidade sutil.”

Michael Fassbender elogiou os desenhos de Sammy Sheldon Differ como elemento fundamental para que ele encarnasse o personagem Aguilar. Ele diz: “Assim que visto o figurino, eu realmente me sinto como o personagem. Eu já havia trabalhado com a nossa figurinista Sammy Sheldon Differ antes, em X-Men. Ela tem um jeito muito original, divertido e inovador. Ela fez um trabalho maravilhoso com os figurinos. Ela fez muitas referências ao que acontece no jogo, mas muitas das roupas do jogo não funcionariam tão bem em filme ou se fossem vestidas por pessoas no mundo real. Então ela pegou elementos daquilo e usou sua própria inspiração, sua própria criatividade fantástica e inventou essas roupas lindas, com detalhes realmente complexos. Também era preciso que elas fossem bem confortáveis para quem corre e salta, então ela fez um trabalho excelente, os figurinos são muito bem feitos, tanto na aparência quanto na praticidade.”

Para Sammy, fazer o conhecido capuz dos Assassinos foi um desafio considerável que exigiu muita experimentação. Ela elaborou várias versões até encontrar o caimento certo do tecido sobre a cabeça de um ator em movimento. Foram necessárias de 20 a 30 tentativas para capturar a silhueta correta.

Justin diz: “A melhor parte de todo o figurino é o capuz. É um símbolo forte. Quando ando na rua hoje em dia e vejo pessoas de capuz, vejo nelas algo realmente atraente e interessante. Sem dúvida, é um elemento que admiramos.”

Para os Templários, a figurinista vasculhou a História em busca de inspiração, mas fez alterações estratégicas no conceito tradicional, a fim de criar algo que fosse inédito para o filme. Ela diz: “Não há dúvida de que existe influência do mundo dos Templários, mas seguimos nosso próprio caminho com o estilo um pouco mais tribal e tentamos fazer sua própria personalidade no século 15, então não tem a já conhecida grande cruz vermelha e túnica. Eu queria que eles parecessem muito mais agressivos e muito mais realistas, sem o inconveniente de todo aquele tecido e o que todo mundo conhece das Cruzadas.”

Ao final, a equipe de Sammy criou mais de 1.000 roupas para os atores principais, personagens coadjuvantes e artistas figurantes. Dez das roupas de Aguilar foram feitas ao longo de quatro meses. Ela explica: “Cinco são usadas por Michael e quatro são usadas por dublês. A décima é só de reserva. Elas se estragam rapidamente, e isso é bom, porque elas ficam com cara de usadas. Temos as versões ‘herói’, uma para trabalhar com fios, uma para parkour, outra para dublês e outra para lutas. Temos todas essas versões de acordo com a ação.”

Ao longo do processo, a Ubisoft foi parceira dedicada e abriu seus arquivos para a produção, para que o filme tenha seu devido lugar na série. Frank Marshall avalia: “Uma das melhores coisas foi ver o quanto as pessoas que fizeram o jogo se empolgaram e se envolveram. Elas querem ajudar e ficam empolgadas por ver o filme sendo realizado. É um desafio diferente para eles, mas foi excelente poder trabalhar conosco e incorporar os elementos que fazem o jogo ser tão excelente. Eles são parceiros, e nós trabalhamos juntos o tempo todo para manter o mundo do jogo e o mundo do filme em harmonia.”

Frank Marshall acha que o futuro de Assassin’s Creed no cinema será tão duradouro quanto os jogos em que se baseia. “Uma das coisas que sabemos muito bem é que temos que elaborar a história e dar a ela um lugar para acontecer. E acho que os personagens presentes na história que estamos estabelecendo são tão envolventes e interessantes que você vai querer ver para onde eles vão. Com toda a história que temos, existem muitos lugares diferentes para onde eles podem ir.”

SOBRE O ELENCO

 

MICHAEL FASSBENDER – Cal Lynch/Aguilar de Nerha

Michael Fassbender é um dos principais atores de sua geração. Famoso por sua habilidade em mergulhar no personagem, ele tem construído sua carreira com filmes independentes e de grandes estúdios, obtendo consagração da crítica e inúmeros prêmios em muitos projetos de Fome a X Men: Dias de Um Futuro Esquecido. Indicado ao Oscar®, Globo de Ouro®, SAG e BAFTA , Michael nasceu na Alemanha e foi criado em Killarney, Irlanda. Formou-se no prestigioso Drama Centre. Também possui uma produtora, a DMC Films, na qual ele vem desenvolvendo e produzindo projetos nos últimos anos.

2016 foi um ano extraordinário para o ator. Ele recebeu inúmeras indicações a prêmios por sua interpretação de Steve Jobs no filme homônimo de Danny Boyle sobre o fundador da Apple. Os críticos fizeram grandes elogios sobre sua interpretação dizendo: “Fassbender faz uma interpretação magnífica da inteligência selvagem e poder de fogo sem limites” (Rolling Stone), que “deixa Jobs fascinantemente intrigante, ao mesmo tempo gênio e sociopata” (Empire). Em breve, ele poderá ser visto na adaptação do livro de sucesso de ML Steadman A Luz Entre Oceanos. O filme foi dirigido por Derek Cianfrance (Namorados para Sempre, O Lugar Onde Tudo Termina) e é coestrelado por Alicia Vikander e Rachel Weisz.

Ele também estrela o ainda inédito independente Trespass Against Us pelo qual ele foi indicado ao BIFA por sua interpretação do personagem Chad. O filme conta com Brendan Gleeson, Sean Harris e Lyndsay Marshall e acompanha a complicada dinâmica de pai e filho numa família cigana que vive às margens da sociedade. Escrito por Alistair Siddons e dirigido por Adam Smith, Trespass Against Us estreou no Festival de Cinema de Toronto em 2016.

Além disso, Michael irá reprisar seu papel do androide David em Prometeus 2 (de Ridley Scott) contracenando com Noomi Rapace e Katherine Waterston. A estreia está prevista para 2017. Também estará nas telas em The Snowman (de Tomas Alfredson), contracenando com Rebecca Ferguson. Fassbender encarnará o papel do amado policial Harry Hole no filme que deve estrear em final de 2017.

O ator trabalhou com renomados diretores ao longo de sua carreira. Em 2015, ele assumiu o reverenciado papel de Macbeth na adaptação visceral da obra de Shakespeare, com Marion Cotillard que contracena com ele interpretando Lady Macbeth. Em 2012 e 2013, Fassbender trabalhou com Ridley Scott em Prometheus e O Conselheiro do Crime respectivamente. E em 2013, ele voltou a trabalhar com Steve McQueen no consagrado 12 Anos De Escravidão. Além de Michael ter recebido indicações como Melhor Ator Coadjuvante para os prêmios Oscar®, Globo de Ouro®, BAFTA, SAG e Independent Spirit por sua interpretação do papel de Edwin Epps, um dono de escravos malévolo, o filme ganhou o prêmio de Melhor Filme do Oscar®, Globo de Ouro®, BAFTA, PGA e Broadcast Critics Choice.

Ganhou elogios da crítica por sua interpretação de Bobby Sands em Hunger (de Steve McQueen). O filme estreou em Cannes em 2008 e ganhou o prêmio Câmera de Ouro, e Michael ganhou vários prêmios de festivais internacionais, inclusive prêmio do cinema britânico independente (BIFA) e prêmio do cinema e televisão da Irlanda (IFTA) na categoria de Melhor Ator, prêmio do Círculo de Críticos de Cinema de Londres e prêmio de Melhor Ator dos festivais internacionais de Chicago e Estocolmo em 2008. Ele voltou a trabalhar com Steve McQueen (diretor de Hunger quando interpretou um viciado em sexo em Shame, que lhe garantiu a Volpi Cup de Melhor Ator no Festival Cinematográfico de Veneza em 2011, o prêmio Irish Film & Television de Melhor Ator, uma indicação ao BAFTA de Melhor Ator, bem como uma indicação ao Globo de Ouro® de Melhor Ator.

Em 2011, interpretou o jovem Magneto e contracenou com James McAvoy, que interpretou o Professor X em X-Men: Primeira Classe (de Matthew Vaughn). Voltou ao papel em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (de Bryan Singer) e em X-Men: Apocalipse (2016). Também interpretou Carl Jung, contracenando com Viggo Mortensen (que interpretou Sigmund Freud) em Um Método Perigoso (de David Cronenberg) e interpretou Edward Rochester, contracenando com Mia Wasikowska, em Jane Eyre (de Cary Fukunaga).

Fassbender recebeu inúmeros prêmios e indicações internacionais em reconhecimento a suas interpretações, incluindo o prêmio Evening Standard do cinema britânico na categoria de Melhor Ator por Jane Eyre e Shame, prêmio de Melhor Ator do Círculo dos Críticos de Cinema de Londres por Shame e Um Método Perigoso, prêmio de Melhor Ator da Associação dos Críticos de Cinema de Los Angeles por X-Men: Primeira Classe, Jane Eyre, Um Método Perigoso e Shame, e prêmio Spotlight do National Board of Review por Um Método Perigoso, X-Men: Primeira Classe, Jane Eyre e Shame.

 

Outros projetos dignos de nota incluem: A Caminho do Oeste (contracenando com Ben Mendelsohn). Produção da DMC Films, o faroeste recebeu aclamação crítica na sua estreia no Festival de Cinema de Sundance, e Frank (dirigido por Lenny Abrahamson, trabalhando com Domnhall Gleeson e Maggie Gyllenhaal). O ator também atuou em Aquário (de Andrea Arnold), 300 (de Zack Snyder, ao lado de Gerard Butler e Lena Headey). Constam também de sua filmografia: Bastardos Inglórios (de Quentin Tarantino, o qual contracenou com Brad Pitt e Diane Kruger), o filme britânico de terror Sem Saída (com Kelly Reilly e Jack O’Connell), Angel (de Frank Ozon), Renascido das Trevas (de Joel Schumacher), Centurião (de Neil Marshall),  Jonah Hex – O Caçador de Recompensas (de Jimmy Hayward) e a série da HBO Band of Brothers (de Tom Hanks e Steven Spielberg).

MARION COTILLARD / Sofia

A ganhadora do Oscar® Marion Cotillard tem renome internacional por seu comprometimento inabalável com sua arte e por se desafiar a cada novo papel.

Aguardamos para breve o lançamento de Aliados (de Robert Zemeckis), um arrebatador suspense romântico, que ela estrela ao lado de Brad Pitt. O filme conta a história do oficial de inteligência Max Vatan (Pitt), que em 1942, no norte da África, encontra Marianne Beausejour (Marion Cotillard), da Resistência Francesa, numa missão mortal atrás das linhas inimigas. Reencontrando-se em Londres, seu relacionamento é ameaçado pelas pressões extremas da guerra. O filme é baseado em história original do escritor Steve Knight. A Paramount prevê o lançamento para breve.

Marion também está em É Apenas o Fim do Mundo, roteiro e direção de Xavier Dolan e estrelado também por Vincent Cassel, Lea Seydoux, Nathalie Baye e Gaspard Ulliel. O filme estreou no Festival de Cinema de Cannes de 2016, ocasião em que ganhou o Grande Prêmio.

Em breve, ela poderá ser vista no filme francês Mal de Pierres (de Nicole Garcia), um romance de época baseado em adaptação do livro campeão de vendas de Milena Agus ambientado no período pós 2ª Guerra Mundial. O filme narra eventos ao longo de 20 anos e acompanha a vida de uma mulher apaixonada e de espírito livre que vive um casamento sem amor e se apaixona por outro homem.
A atriz interpretou Lady Macbeth em Macbeth: Ambição e Guerra (de Justin Kurzel), ao lado de Michael Fassbender. Macbeth: Ambição e Guerra é a história de um destemido guerreiro e líder inspirador que se perde devido à ambição e desejo.

Uma história de paixão e ambição devastadoras ambientada na Escócia destruída pela guerra no século 11, o filme é uma interpretação emocionante das realidades dramáticas dos tempos e um modo de reimaginar como teriam sido os tempos de guerra para um dos personagens mais famosos e impactantes de William Shakespeare.

Também no ano passado, Marion foi indicada ao Oscar® de Melhor Atriz por seu trabalho em Dois Dias, Uma Noite (de Jean-Pierre e Luc Dardenne), no qual interpreta uma mãe que descobre que seus colegas de trabalho optaram por um polpudo bônus em troca de sua demissão. Antes disso, ela trabalhou em Ferrugem e Osso (de Jacques Audiard, contracenando com Matthias Schoenaerts, Bouli Lanners e Céline Sallette). Coescrito por Jacques Audiard e Thomas Bidegain, e adaptado do consagrado livro de contos de autoria de Craig Davidson, o filme acompanha a vida da personagem de Marion: uma treinadora de baleias no sul da França que perde ambas as pernas num acidente e precisa recuperar a autoconfiança. A aplaudida interpretação de Marion recebeu ampla aprovação da crítica e indicações ao prêmio de Melhor Atriz na disputa dos prêmios BAFTA, Globo de Ouro®, César, Screen Actors Guild e Critics Choice.

Em 2008, Marion Cotillard tornou-se a segunda atriz da história a ganhar um Oscar® e a primeira a fazê-lo atuando em francês. A crítica mundial aplaudiu sua interpretação arrebatadora da lendária cantora francesa Edith Piaf, no filme Piaf: Um Hino ao Amor. Sobre sua performance, o crítico de cinema Stephen Holden (do New York Times) escreveu: “Marion Cotillard mergulha no corpo e alma de outra pessoa do modo mais surpreendente que já vi num filme”. Por esse trabalho também foi indicada como Melhor Atriz na disputa dos prêmios BAFTA, Globo de Ouro®, César, Screen Actors Guild e Critics Choice. Além disso, foi escolhida como Melhor Atriz por associações de críticos do mundo todo, incluindo a Los Angeles Film Critics Association e o London Film Critics Circle.

Seus créditos incluem ainda a bem-sucedida série de filmes franceses Táxi (escrito por Luc Besson), Amor ou Consequência (de Yann Samuell) e Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas (de Tim Burton). Ela foi indicada pela primeira vez ao prêmio César de Melhor Atriz Coadjuvante por seu trabalho em Eterno Amor (de Jean-Pierre Jeunet). Depois disso, estrelou Um Bom Ano (de Ridley Scott), Inimigos Públicos (de Michael Mann) e Nine (de Rob Marshall, a adaptação para o cinema do musical de sucesso). Sua interpretação no filme lhe garantiu indicações ao Globo de Ouro® e ao prêmio Critics’ Choice, e ela também compartilhou a indicação ao prêmio SAG de Melhor Elenco em Longa-Metragem.

Créditos adicionais incluem: A Origem (de Christopher Nolan), Meia-Noite em Paris (de Woody Allen, indicado como Melhor Filme ao Oscar®, Globo de Ouro® e prêmio SAG), Contágio (de Steven Soderbergh), Batman – O Cavaleiro Das Trevas Ressurge (de Christopher Nolan), Até a Eternidade (de Guillaume Canet), Era Uma Vez em Nova York (de James Grey, com o qual recebeu indicação como Melhor Atriz do Independent Spirit), e também Laços de Sangue (de Guillaume Canet).

Nascida em Paris, ela estudou teatro no Conservatoire d’Art Dramatique em Orléans e foi condecorada por sua contribuição ao enriquecimento da cultura francesa.

JEREMY IRONS/ Rikkin

Nascido na Grã-Bretanha, Jeremy Irons tem um extraordinário legado pelo seu trabalho em cinema, televisão e teatro. Ele ganhou o Oscar® de Melhor Ator por seu trabalho como Claus von Bulow em O Reverso da Fortuna. Também já recebeu os prêmios Globo de Ouro®, Primetime Emmy®, Tony® e SAG®. Destaques em sua filmografia incluem A Mulher do Tenente Francês, A Missão, Gêmeos – Mórbida Semelhança, Perdas e Danos, M. Butterfly e Lolita (de Adrian Lyne). Ele deu voz ao leão malvado Scar no clássico O Rei Leão (da Disney) e mostrou seu domínio no gênero de ação contracenando com Bruce Willis em Duro de Matar 3: A Vingança.

 

Outros sucessos de sua carreira, incluem os longas Adorável Julia (com Annette Bening), Appaloosa – Uma Cidade Sem Lei (com Ed Harris e Viggo Mortensen) e Beleza Roubada (de Bernardo Bertolucci, com Liv Tyler). Ele recebeu o prêmio Tony por seu trabalho na peça The Real Thing (de Tom Stoppard) e mais recentemente esteve nos palcos londrinos em Never so Good e The Gods Weep (da Royal Shakespeare Company). Irons encerrou uma temporada no Bristol Old Vic Theatre, durante a qual interpretou James Tyrone em Long Day’s Journey into Night (de Eugene O’Neill). A produção fez parte das comemorações do 250º aniversário do Bristol Old Vic, no qual Jeremy Irons iniciou seus estudos teatrais.

Ele é famoso também por interpretar Charles Ryder na série cult de TV Brideshead Revisited. Outros créditos na televisão incluem a premiada minissérie Elizabeth I (de Tom Hooper), na qual Irons contracena com Helen Mirren. Também interpretou o icônico fotógrafo Alfred Stieglitz no premiado filme biográfico Vida e Arte de Georgia O’Keeffe. Seus filmes mais recentes incluem o premiado longa independente Margin Call – O Dia Antes do Fim (contracenando com Kevin Spacey), As Palavras (com Bradley Cooper), Dezesseis Luas (dirigido por Richard LaGravenese) e Trem Noturno para Lisboa (dirigido por Bille August).

Esteve recentemente também em Raça (baseado na história verdadeira de Jesse Owens e nos Jogos Olímpicos de 1936, filme no qual Irons interpreta Avery Brundage), Batman vs Superman: A Origem da Justiça (no qual interpreta Alfred Pennyworth, dirigido por Zack Snyder), High-Rise (do diretor Ben Wheatley), Lembranças de Um Amor Eterno (dirigido pelo cineasta italiano Giuseppe Tornatore) e os fãs em breve o verão em diversas estreias, incluindo O Homem Que Viu o Infinito (produção de Edward R. Pressman, dirigido por Matthew Brown).

Durante três anos, a partir de 2010, Jeremy Irons interpretou o papa Alexandre VI na série épica do canal Showtime chamada The Borgias, um drama de ficção histórica criado para a TV por Neil Jordan. A série, ambientada no século 16, acompanha a vida da família Borgia, uma dinastia italiana de origem espanhola.

Em 2012, Irons participou de TRASHED, documentário sobre o meio ambiente, do qual também foi produtor executivo. TRASHED é um documentário em longa-metragem, da Blenheim Production, dirigido Candida Brady, com exibição especial no Festival Cinematográfico de Cannes e que continua a ser exibido nos cinemas e festivais por todo o mundo.

BRENDAN GLEESON / Joseph Lynch

Brendan Gleeson, ex-professor nascido em Dublin, abandonou a profissão para seguir uma carreira dedicada a seu primeiro amor – a atuação. Ele entrou para a companhia de teatro irlandesa Passion Machine e desde então estrelou nos palcos, no cinema e na televisão, ganhando fãs e prêmios no mundo todo.

Depois de pequenos papéis em filmes como Terra da Discórdia (de Jim Sheridan), No Limite da Inocência (de Mike Newell), The Treaty (filme para televisão de Jonathan Lewis) e Um Sonho Distante (de Ron Howard), ele conquistou o papel que o alçou à fama em Coração Valente (filme de Mel Gibson que ganhou cinco prêmios Oscar®, incluindo de Melhor Filme). Sua interpretação do criminoso na vida real Martin Cahill em O General (de John Boorman), atrelada a seu trabalho em I Went Down (de Paddy Breathnach), rendeu a Gleeson reconhecimentos como Melhor Ator pela Boston Society of Film Critics. Por O General, ele também ganhou o prêmio Irish Film & Television (IFTA) e o prêmio London Critics’ Circle Film de Melhor Ator.

Ele estrelou em O Revólver de Seis Tiros (do escritor e diretor Martin McDonagh, que ganhou o prêmio Oscar® de Melhor Filme de Curta-Metragem em Live Action). Reunindo-se novamente ao cineasta em Na Mira do Chefe (para a Focus Feature), Brendan Gleeson foi indicado aos prêmios Globo de Ouro, British Independent Film, Satellite, IFTA e BAFTA por sua memorável interpretação ao lado de Colin Farrell.

Sua voz inconfundível pode ser ouvida em seu trabalho como narrador da série de documentário em gaélico irlandês 1916 Seachtar na Cásca, bem como em papéis em três filmes de longa-metragem de animação indicados ao prêmio Oscar®: Uma Viagem ao Mundo das Fábulas (dirigido por Tomm Moore e Nora Twomey), Piratas Pirados! (dirigido por Peter Lord e Jeff Newitt) e A Canção do Oceano (de Tomm Moore).

Os espectadores também o conhecem por três filmes da série Harry Potter (dirigidos por Mike Newell e David Yates, respectivamente), O Alfaiate do Panamá, Em Minha Terra e O Rabo do Tigre (todos de John Boorman), Michael Collins: O Preço da Liberdade, Nó na Garganta e Café da Manhã em Plutão (filmes de Neil Jordan), Missão: Impossível 2 (de John Woo), A.I.: Inteligência Artificial (de Steven Spielberg), Extermínio (de Danny Boyle), Gangues de Nova York (de Martin Scorsese), Tróia (de Wolfgang Petersen), Cruzada (de Ridley Scott), A Lenda de Beowulf (de  Robert Zemeckis), Zona Verde (de Paul Greengrass), Albert Nobbs (de Rodrigo García),  Protegendo o Inimigo (de Daniel Espinosa), Sem Proteção (de Robert Redford), No Limite do Amanhã (de Doug Liman) e O Guarda (de John Michael McDonagh, pelo qual ele foi novamente indicado aos prêmios Globo de Ouro®, IFTA e British Independent Film (BIFA)) e Calvário (pelo qual ele ganhou os prêmios IFTA e BIFA de Melhor Ator).

Brendan Gleeson estrelou como Winston Churchill em Tempos de Tormenta (filme para televisão de Thaddeus O’Sullivan, sendo indicado ao Globo de Ouro® e ao prêmio BAFTA, além de ganhar um IFTA, bem como os prêmios Satellite e Emmy). Seus créditos recentes incluem No Coração do Mar (de Ron Howard) e As Sufragistas (em que contracenou com Carey Mulligan e Meryl Streep, mais uma vez ganhando o prêmio BIFA de Melhor Ator Coadjuvante).

Seus filmes que estrearão em breve incluem Trespass Against Us (de Adam Smith, também estrelado por Michael Fassbender), Alone in Berlin (de Vincent Perez, ao lado de Emma Thompson), A Lei da Noite (filme da Warner Bros. estrelado por Ben Affleck), Hampstead (de Joel Hopkins, contracenando com Diane Keaton) e Paddington 2 (que atualmente está sendo filmado em Londres).

CHARLOTTE RAMPLING/ Ellen Kaye

Charlotte Rampling iniciou sua carreira em 1964. Os filmes que marcaram sua jornada incluem Georgy, A Feiticeira, Os Deuses Malditos (de Luchino Visconti), O Porteiro da Noite (de Liliana Cavani), O Último dos Valentões, Memórias (de Woody Allen), O Veredicto (de Sidney Lumet), Coração Satânico (de Alain Parker), O Jardim das Cerejeiras (de Michael Cacoyannis), Max, Meu Amor (de Nagisa Oshima), Sob a Areia e Swimming Pool – À Beira da Piscina (ambos de Francois Ozon), Em Direção ao Sul (de Lauren Cantet), Asas do Amor (de Iain Softley) e Lemming (de Dominik Moll). Mais recentemente, ela foi vista em Eu, Anna, The Eye of the Storm, A Duquesa, Não Me Abandone Jamais, Melancolia, A Vida Durante a Guerra, The Sense of an Ending, Euphoria e 45 Anos, pelo qual ela foi indicada a um prêmio Oscar® de Melhor Atriz. Para a televisão, ela estrelou em Broadchurch, Dexter, Restless e London Spy.

MICHAEL K. WILLIAMS / Moussa

Michael Kenneth Williams é um dos atores mais respeitados e aclamados desta geração. Dando vida a personagens complicadas e carismáticas – frequentemente com uma doçura surpreendente – Williams se estabeleceu como um artista talentoso e versátil com uma habilidade única de fascinar as plateias com suas interpretações maravilhosas de personagens.

Williams é mais conhecido por seu notável trabalho na série The Wire, que foi ao ar durante cinco temporadas no HBO. A sagacidade e o humor que Williams emprestou a Omar, o assaltante cuja marca registrada é estar sempre assoviando, avesso a palavrões e ladrão de traficantes, renderam a ele grandes elogios e fizeram de Omar uma das personagens mais memoráveis da televisão.

Michael K. Williams coestrelou em Boardwalk Empire (série da HBO aclamada pela crítica, que estreou em 2010. Na série produzida por Martin Scorsese e Terence Winter, Williams interpretou Chalky White, um contrabandista de bebidas alcoólicas dos anos 1920 e o inquestionável e impecavelmente vestido líder da comunidade afro-americana de Atlantic City. Em 2012, Boardwalk Empire ganhou um prêmio Screen Actors Guild de Melhor Interpretação por um Elenco em uma Série de Drama).

Mais recentemente, Michael foi visto atuando no papel principal de Rock Banyon em The Spoils Before Dying (minissérie do IFC em que contracena com Will Ferrell, Kristen Wiig e Maya Rudolph). Michael será visto em breve interpretando uma personagem principal em Crime (série limitada da HBO muito aguardada, escrita e dirigida por Steve Zallian, coestrelando John Turturro e Riz Ahmed). Atualmente, Michael pode ser visto atuando no papel de Leonard em Hap & Leonard (série do Sundance Channel, ao lado de James Purefoy e Christina Hendricks. Criada por Jim Mickle e baseada nos romances de Joe R. Lansdale, a série de seis capítulos que está de volta estreou com os mais altos índices de audiência da história do canal, sendo intensamente aplaudida pela crítica e pelo público).

Williams estreou em filmes de longa-metragem no drama urbano Bullet, depois de ser descoberto pelo falecido Tupac Shakur. Ele também apareceu em Vivendo no Limite (que foi dirigido por Martin Scorsese). Seus demais trabalhos no cinema incluem papéis em A Estrada, Medo da Verdade, A Vida Durante a Guerra, Atraídos Pelo Crime, Wonderful World e O Acordo (em que contracena com Dwayne Johnson e Susan Sarandon). Michael foi visto em Robocop (a refilmagem dirigida por José Padilha, também estrelada por Joel Kinnaman, Gary Oldman e Michael Keaton) e em um papel coadjuvante em 12 Anos de Escravidão (filme vencedor do prêmio Oscar® de Steve McQueen, com Michael Fassbender e Brad Pitt). Ele apareceu em Uma Noite de Crime: Anarquia (a bem-sucedida sequência do estrondoso sucesso de bilheteria Uma Noite de Crime, no papel do líder revolucionário Carmelo Johns).

Em 2014, Williams filmou Refém (contracenando com Kate Mara e David Oyelowo) e O Mensageiro (ao lado de Jeremy Renner), trabalhando, ainda, em Vício Inerente (de Paul Thomas Anderson). Ele também encontrou tempo para se reencontrar com o diretor John Hillcoat em Triplo 9 (com Chiwetel Ejiofor, Woody Harrelson e Anthony Mackie) e para atuar no filme The Land (do Sundance). Além disso, Michael K. Williams estrelou em O Apostador (refilmagem da Paramount, com Mark Wahlberg e John Goodman) e em Bessie (filme da HBO Films, contracenando com Queen Latifah, pelo qual ele recebeu uma indicação ao prêmio Emmy de Melhor Ator Coadjuvante).

Mais recentemente, Williams trabalhou em Caça-Fantasmas (a refilmagem dirigida por Paul Feig, ao lado de Melissa McCarthy, Kristen Wiig, Kate McKinnon, Leslie Jones e Chris Hemsworth).

A contribuição com a comunidade tem papel importante na vida fora das câmeras de Michel K. Williams. Ele está trabalhando para lançar a Making Kids Win, uma organização beneficente cujo objetivo principal é construir centros comunitários em bairros urbanos que necessitam de espaços seguros para as crianças aprenderem e brincarem. Michael atualmente é o embaixador do programa Smart Justice da ACLU (União Americana de Liberdades Civis).

Michael também fará a produção executiva e servirá como o repórter investigativo de Black Market (série de documentário que expõe e comenta sobre os mercados ilegais em todo o mundo, com foco nas pessoas envolvidas e conectando-se a elas em um nível humano. Black Market será o carro-chefe da rede recém-lançada da Vice, VICELAND).

Nascido e criado no Brooklyn, Nova York, Williams iniciou sua carreira de artista dançando profissionalmente aos 22 anos de idade. Após numerosas aparições em vídeos musicais e como dançarino de fundo em turnês de shows de Madonna e George Michael, Michael K. Williams decidiu dedicar-se à atuação seriamente. Ele participou de diversas produções do La MaMA Experimental Theatre, da prestigiosa National Black Theatre Company e do Theater for a New Generation dirigido por Mel Williams. Ele reside em Brooklyn, Nova York.

DENIS MENOCHET / McGowan

Denis Menochet coleciona mais de uma década de experiência no cinema, na TV e no teatro. Ele apareceu em uma série de filmes, mais notavelmente em Bastardos Inglórios (filme vencedor do prêmio Oscar® de Quentin Tarantino, ao lado de Brad Pitt e Diane Kruger), Robin Hood (de Ridley Scott, contracenando com Russell Crowe e Cate Blanchett) e Hannibal – A Origem do Mal. Na TV seus demais créditos incluem Forças Especiais (novamente com Diane Kruger) e Coco Chanel (filme indicado ao prêmio Globo de Ouro®). Ele foi visto mais atualmente em Programado para Vencer (dirigido por Stephen Frears). Os filmes mais recentes de Denis Menochet incluem Ablations e Norfolk. Atualmente, ele está filmando Mary Magdalene (com Rooney Mara e Joaquin Phoenix). Menochet também trabalhou em produções para a televisão, como Poirot: Murder on the Orient Express (da ITV, ao lado de David Suchet).

ARIANE LABED / Maria

Ariane Labed é uma atriz aclamada tanto no palco, quanto nas telas. Desde sua estreia em um filme de longa-metragem em Attenberg (de Athina Rachel Tsangari) e de sua premiação como melhor atriz no Festival de Cinema de Veneza, ela trabalhou em filmes tão distintos quanto Alpes e O Lagosta (de Yorgos Lanthimos), Antes da Meia-Noite (de Richard Linklater), Voir du Pays (de Delphine e Muriel Coulin), A Odisseia de Alice (de Lucie Borleteau), O Quarto Proibido (de Guy Maddin) e Malgré La Nuit (de Philippe Grandrieux). Atualmente, ela está filmando Mary Magdalene (com direção de Garth Davis). Dançarina formada, Ariane estudou teatro na Universidade de Provença e é fundadora e membro da Vasistas Theatre Company.

EQUIPE DE PRODUÇÃO

 

JUSTIN KURZEL / Diretor

Como diretor e roteirista de cinema, o australiano Justin Kurzel fez sua estreia na direção com Snowtown (drama criminal que foi lançado no Festival Internacional de Cinema de Cannes em 2011. O filme segue uma turma de vigilantes autonomeados do bairro, cujas vidas fogem do controle e levam a uma profusão de tortura e assassinato. O filme foi exibido na Semana da Crítica de Cannes e ganhou o prêmio do júri. Justin em seguida ganhou o prêmio AACTA de Melhor Direção e o prêmio Critics Circle of Australia de Melhor Direção pelo filme).

O segundo filme de longa-metragem de Justin Kurzel, que também estreou em Cannes, foi uma adaptação de Macbeth, de William Shakespeare (estrelando Michael Fassbender e Marion Cotillard). O filme foi indicado à Palma de Ouro. Após seu lançamento em dezembro de 2015, Macbeth: Ambição e Guerra recebeu críticas entusiasmadas elogiando o retrato ousado oferecido pelo filme de seu icônico guerreiro e líder, a impressionante direção de Kurzel e as interpretações audaciosas dos atores principais.

Assassin’s Creed (baseado na popular série de videogame) reúne Justin Kurzel a Michael Fassbender e Marion Cotillard, bem como às estrelas Jeremy Irons, Brendan Gleeson e Michael K. Williams. O filme conta a história de um criminoso, Cal Lynch, que vivencia as aventuras de seu ancestral, Aguilar de Nerha, na Espanha do Século 15. Cal descobre ser descendente de uma sociedade secreta misteriosa, os Assassinos, e acumula incríveis conhecimentos e habilidades para enfrentar a opressiva e poderosa organização dos Templários nos dias atuais.

MICHAEL LESSLIE / Roteiro

Desde sua primeira adaptação de uma peça, Swimming With Sharks, produzida no West End em 2007, Michael Lesslie escreveu diversos filmes de longa-metragem e roteiros de teatro para companhias como Film Four, See-Saw Films, Blueprint Pictures, Element Pictures, Participant Media e o Royal National Theatre e teve seu trabalho apresentado em produções teatrais e no cinema no mundo todo. Sua obra foi indicada a diversos prêmios, incluindo um prêmio BAFTA e cinco prêmios BIFA. Seu trabalho filmado inclui Macbeth: Ambição e Guerra (uma adaptação da peça para filme de longa-metragem dirigido por a Justin Kurzel e estrelado por Michael Fassbender e Marion Cotillard, que participou da Competição Oficial em Cannes em 2015). Sua adaptação de Assassin’s Creed, o videogame de enorme sucesso, será lançada em dezembro de 2016, com produção da Ubisoft Motion Pictures e da New Regency. Atualmente, ele está desenvolvendo Half-Blood (série de televisão para produção da Anonymous Content e direção de Johan Renck), bem como The Axeman’s Jazz (com produção da See Saw Films). Em termos de filmes de longa-metragem, ele está escrevendo The Listener (filme que também será dirigido por Johan Renck) e Rogue Male (que será estrelado por Benedict Cumberbatch). Michael Lesslie se formou na Universidade de Oxford com dois Diplomas de Honra de Primeira Classe em Inglês e Literatura em 2006.

ADAM COOPER e BILL COLLAGE / Roteiro

Bill Collage e Adam Cooper vêm escrevendo juntos desde que se conheceram na Universidade do Michigan em 1989. Juntos, eles escreveram mais de 40 filmes para vários estúdios – entre eles, Êxodo: Deuses e Reais (dirigido por Ridley Scott), A Série Divergente: Convergente (dirigido por Robert Schwentke), Roubo nas Alturas (dirigido por Brett Ratner) e Carga Explosiva: O Legado (para Luc Besson). Além de Assassin’s Creed, seus créditos futuros incluem uma adaptação de Devil in the Grove (livro vencedor do prêmio Pulitzer para o aclamado fotógrafo e diretor Anton Corbijn na Lionsgate) e Saboteur (thriller de espionagem na Segunda Guerra Mundial para o diretor vencedor do prêmio Emmy Cary Fukunaga na DreamWorks).
JEAN-JULIEN BARONNET p.g.a. /Produtor

Jean-Julien Baronnet nasceu no dia 7 de novembro de 1958, em Bordeaux, França. Depois de receber seu MBA pela Bordeaux School of Business e pela London Business School, Baronnet iniciou sua carreira com o Bernard Krief Consulting Group, do qual se tornou Presidente aos 30 anos de idade. Depois de trabalhar por cinco anos em uma das maiores empresas internacionais da França, a Rhone Poulenc (hoje Sanofi/Aventis), ele se tornou Presidente de Divisão. Em seguida, ele assumiu o cargo de Presidente Operacional da Rhodia antes de ser CEO da EuropaCorp em 2008.

Baronnet então passou a fazer parte da Ubisoft Motion Pictures em sua fundação em 2011. A divisão foi criada para expandir o portfólio da Ubisoft de marcas mundialmente reconhecidas de videogame para novas áreas do entretenimento, embora mantendo o controle criativo e respeitando os valores essenciais de cada franquia. Jean-Julien deixou a Ubisoft Motion Pictures em 2016 para iniciar sua própria produtora, a Marla Studios.

GERARD GUILLEMOT / Produtor

No cargo de CEO da Ubisoft Motion Pictures, Gérard Guillemot lidera o desenvolvimento de Propriedades Intelectuais da Ubisoft em novas áreas do entretenimento, incluindo cinema, televisão e parques temáticos. A Ubisoft Motion Pictures colabora com os maiores talentos, escritores, produtores e líderes de setor do cinema e da televisão, enquanto mantém o controle criativo para manter os valores fundamentais, os temas e as identidades embutidos em cada propriedade e para cultivar o espírito do que faz dos videogames da Ubisoft tão especiais.

Guillemot traz 30 anos de liderança à Ubisoft Motion Pictures como cofundador da Ubisoft e desempenhou um papel central no estabelecimento da Gameloft e do Longtail Studios como empresas globais de videogame. Enquanto ocupou seu cargo de CEO na Ubisoft, ele estimulou a empresa a criar suas próprias franquias – agora um diferenciador-chave para a empresa, tendo sido responsável por sua expansão para a América do Norte, um dos maiores mercados de videogames do mundo. Gérard Guillemot atualmente é membro do Conselho de Administração da Ubisoft na capacidade de Vice-Presidente Executivo de Editoração e Marketing.

O primeiro filme de longa-metragem de live-action da Ubisoft Motion Pictures, Assassin’s Creed, será lançado nos cinemas do mundo todo em 21 de dezembro de 2016. Os demais projetos atualmente em desenvolvimento incluem Splinter Cell (estrelando Tom Hardy com a New Regency e a 20th Century Fox), Watch Dogs (com a Sony Pictures Entertainment e a New Regency), Ghost Recon (com a Warner Bros. Pictures), Rabbids (com a Sony Pictures) e Rabbids Invasion (programa de televisão com a Nickelodeon Productions e a France Television), bem como The Division (em que estrelarão Jessica Chastain e Jake Gyllenhaal). O estúdio também está desenvolvendo adaptações para brinquedos a partir de marcas famosas e conceitos de parques temáticos em tamanho real e da próxima geração para expandir ainda mais a imersão e a interação dos fãs.

FRANK MARSHALL p.g.a. / Produtor

Com uma carreira que se estende por mais de 45 anos e mais de 80 filmes, Frank Marshall (produtor) ajudou a dar forma ao cinema dos EUA, produzindo alguns dos mais bem-sucedidos e inesquecíveis filmes de todos os tempos. Marshall iniciou sua carreira no cinema em 1971 como gerente de locação no filme A Última Sessão de Cinema (de Peter Bogdanovich) e em 1981, Marshall já trabalhava como produtor em Os Caçadores da Arca Perdida, com Steven Spielberg e com sua futura esposa Kathleen Kennedy. Logo após, o trio fundou a importante empresa Amblin Entertainment e juntos produziram filmes como Gremlins, a trilogia De Volta Para O Futuro, Uma Cilada para Roger Rabbit, Hook – A Volta do Capitão Gancho, Império do Sol e a trilogia Indiana Jones.

Em 1991, Marshall e Kennedy deixaram a Amblin para abrir sua própria produtora, a Kennedy/Marshall Company, onde produziram O Sexto Sentido, Sinais, Seabiscuit – Alma de Herói, O Curioso Caso de Benjamin Button, Cavalo de Guerra, A Mentira Armstrong e todos os quatro filmes da série Bourne. A partir de 2012, Marshall assumiu o comando da empresa, pois Kathleen Kennedy tornou-se presidente da Lucasfilm. Recentemente ele produziu Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros e o documentário de quatro horas para a HBO Sinatra: All or Nothing at All, e ainda Jason Bourne, Sully: O Herói do Rio Hudson, Assassin’s Creed e O Bom Gigante Amigo.

Os trabalhos de Marshall foram cinco vezes indicados ao Oscar® de Melhor Filme: Os Caçadores da Arca Perdida, A Cor Púrpura, O Sexto Sentido, Seabiscuit – Alma de Herói e O Curioso Caso de Benjamin Button.

Além de sua carreira prolífera de produtor, Marshall também é um consagrado diretor, tendo entre seus créditos Aracnofobia, Resgate abaixo de Zero, Vivos, Congo, um episódio da minissérie da HBO Da Terra à Lua e o premiado documentário da ESPN Films 30 for 30 – Right to Play.

Nascido em Los Angeles e filho do compositor Jack Marshall, ele participava de corridas no atletismo quando era aluno na UCLA e foi escolhido o atleta do ano no futebol por três vezes. Por mais de uma década, Marshall foi vice-presidente e membro do Comitê Olímpico dos Estados Unidos. Em 2005, recebeu o Escudo Olímpico e em 2008, ele foi incluindo no Hall Olímpico da Fama por seus serviços ao movimento olímpico.

Marshall atua nos conselhos do Athletes for Hope, do USA Track & Field Foundation e do U.S. Center for Safe Sport.

Além de atuar nas organizações esportivas, Marshall também participa da área educacional, atuando como presidente do conselho de curadores da Archer School for Girls, e copresidente do conselho da LA’s Promise.

Marshall recebeu o prêmio UCLA 2000 por Conquista Professional, o prêmio David O. Selznick 2008 do Producers Guild of America por Conquistas no Cinema, o prêmio Lifetime Achievement 2009 da Visual Effects Society e o prêmio de Cineasta do Ano de 2015 do ACE Golden Eddie.

PATRICK CROWLEY p.g.a. / Produtor

Crowley produziu os sucessos de bilheteria como Resgate abaixo de Zero, A Identidade Bourne, A Supremacia Bourne, O Ultimato Bourne, Controle Absoluto e Os Outros Caras. Foi produtor executivo de Sintonia de Amor, Lendas da Paixão e As Panteras: Detonando. De 1994 a 2000, Patrick Crowley atuou como vice-presidente executivo de produção da New Regency Productions. Supervisionou a produção de Los Angeles – Cidade Proibida, Clube da Luta, Fogo Contra Fogo, Advogado do Diabo, O Jogo da Paixão e muitos outros.

 

ARNON MILCHAN / Produtor

Arnon Milchan é amplamente reconhecido como um dos mais prolíficos e bem-sucedidos produtores de cinema independente dos últimos 25 anos, com mais de 100 longas-metragens no currículo. Nasceu em Israel e formou-se pela Universidade de Genebra. Seu primeiro empreendimento comercial foi transformar o modesto negócio do pai em uma das maiores empresas agroquímicas do seu país. Essa conquista tão cedo na vida já era uma amostra da reputação de excelente homem de negócios, hoje lendária, que viria a ter no mercado internacional.

Em pouco tempo, começou a assumir projetos em áreas pelas quais sempre teve interesse especial: cinema, televisão e teatro. Entre seus primeiros projetos estão a produção teatral que Roman Polanski fez de Amadeus, Dizengoff 99, La Menace, O Toque da Medusa e a minissérie Masada. Ao final da década de 1980, Milchan havia produzido filmes como O Rei da Comédia (de Martin Scorsese), Era Uma Vez na América (de Sergio Leone) e Brazil: O Filme (de Terry Gilliam).

Depois do incrível sucesso de seus filmes Uma Linda Mulher e A Guerra dos Roses, Milchan fundou a New Regency Productions e desde então produziu inúmeros sucessos de crítica e de público, incluindo JFK – A Pergunta que Não Quer Calar, Tempo de Matar, Free Willy, O Cliente, O Jogo da Paixão, A Força em Alerta, Advogado do Diabo, A Negociação, Cidade dos Anjos, Armadilha, Clube da Luta, Vovó… Zona, Refém do Silêncio, Demolidor – O Homem Sem Medo, Chamas da Vingança, Sr. & Sra. Smith, Alvin e os Esquilos, Jogo de Amor em Las Vegas, Amor e Outras Drogas, Noé e Garota Exemplar.

Em 1998, Milchan recebeu uma indicação ao Oscar® pela produção do filme Los Angeles – Cidade Proibida. Ele atuou como produtor de vencedores consecutivos do Oscar® de Melhor Filme, 12 Anos de Escravidão (2014) e Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) (2015), bem como o vencedor em diversas categorias do Oscar® O Regresso (2016).

Durante sua jornada, Arnon Milchan fez aliança com uma poderosa investidora e parceira que tem a mesma visão de negócios: a Twentieth Century Fox. A Fox distribui filmes da Regency em toda a mídia mundial, exceto por um acordo internacional e na televisão paga pelos quais Milchan obtém benefícios com o mercado crescente de televisão e novas formas de mídia. Também teve sucesso ao diversificar as atividades da sua empresa na esfera do entretenimento, mais especificamente na televisão, por meio da Regency Television (responsável por Malcolm in the Middle, The Bernie Mac Show e Windfall) e nos esportes, em que a empresa chegou a ser a maior acionista da PUMA, conglomerado mundial de calçados e artigos esportivos baseado na Alemanha, que foi posteriormente vendida e passou por uma bem-sucedida reformulação da marca em 2003.

ADAM ARKAPAW, ASC / Diretor de Fotografia

Adam Arkapaw é diretor de fotografia vencedor de dois prêmios Emmy. Ele ganhou seu primeiro prêmio Emmy de Melhor Direção de Fotografia em Minissérie ou Filme para TV por Top of the Lake (a série de Jane Campion). Seu trabalho em True Detective (aclamada série da HBO, estrelada por Matthew McConaughey e Woody Harrelson) rendeu a ele seu segundo prêmio Emmy de Melhor Direção de Fotografia em Série de Câmera Única. Seus créditos em filmes de longa-metragem incluem A Luz Entre Oceanos, bem como Macbeth: Ambição e Guerra (de Justin Kurzel, estrelando Michael Fassbender e Marion Cotillard). Seus demais créditos recentes incluem Flesh and Bone (a série piloto original da Starz) e os filmes de longa-metragem McFarland dos EUA, Lore, Reino Animal e Snowtown.

ANDY NICHOLSON / Designer de Produção

Andy Nicholson é um premiado designer de produtor e diretor de supervisão artística com 21 anos de experiência. Antes de trabalhar com Justin Kurzel em Assassin’s Creed, sua colaboração mais notável até hoje foi com o diretor Alfonso Cuaron em Gravidade. Ele foi indicado aos prêmios Oscar® e BAFTA de design de produção e ganhou o prêmio Art Directors Guild por um filme de fantasia/ficção científica.

Nicholson está atualmente fazendo o design da sequência de Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros (para o diretor J.A. Bayona). Ele também trabalhou como designer de produção de Divergente (drama de ficção científica sob a direção de Neil Burger) e em A Hospedeira (thriller de ficção científica de Andrew Niccol). Ele também trabalhou diversas vezes com o diretor Tim Burton, começando em 1999 como Diretor de Arte em A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, pelo qual ele ganhou um prêmio Art Directors Guild (ADG). Ele foi indicado mais uma vez ao prêmio ADG por seu trabalho como Diretor de Arte em A Fantástica Fábrica de Chocolate (de Tim Burton) e desde então colaborou com o diretor como Diretor de Arte Supervisor em Alice no País das Maravilhas e como Diretor de Arte de desenvolvimento visual em Frankenweenie.

Andy Nicholson ganhou outro prêmio ADG por seu trabalho em A Bússola de Ouro (de Chris Weitz) e foi indicado ao prêmio ADG tanto por O Ultimato Bourne (de Paul Greengrass), quanto por Capitão América: O Primeiro Vingador (de Joe Johnston).

Seus créditos como Diretor de Arte supervisor incluem, ainda, O Lobisomem (de Joe Johnston), Rock’n’Rolla: A Grande Roubada (de Guy Ritchie), O Amor Não Tira Férias (de Nancy Meyers) e Invasão de Domicílio (de Anthony Minghella). Seus créditos adicionais em direção de arte também englobam Jogo de Espiões (de Tony Scott), Tróia (de Wolfgang Petersen) e Lance de Sorte (de Neil Jordan).

CHRISTOPHER TELLEFSEN, A.C.E. / Montador

Christopher Tellefsen, ACE, foi indicado a um prêmio Oscar® e a um prêmio Eddy por seu trabalho em O Homem que Mudou o Jogo em 2012. Ele iniciou sua carreira na cena do cinema independente de Nova York no final dos anos 1980, ganhando reconhecimento com Metropolitan (filme indicado ao prêmio Oscar® de Whit Stillman). Além disso, ele editou Barcelona (também de Stillman), Sem Fôlego (de Wayne Wang) e Kids (o controverso filme de estreia de Larry Clark). Seu trabalho seguinte, Procurando Encrenca (comédia de David O. Russell), influenciou e inspirou uma nova geração de comédias. Tellefsen passou para seu primeiro filme de estúdio em O Povo Contra Larry Flint (de Milos Forman). Prosperando em um equilíbrio entre filmes independentes e de estúdio, ele em seguida montou Vida Sem Destino (cult clássico de Harmony Korine) e O Último Entardecer (de Wayne Wang), antes de editar Máfia no Divã (de Harold Ramis, pelo qual ele foi indicado a um prêmio Eddy). Em Londres, no final da década de noventa, ele editou A Isca Perfeita e Fora de Controle. Por O Mundo de Andy, ele foi mais uma vez indicado ao prêmio Eddy. Seus créditos adicionais incluem Revelações (de Robert Benton), A Vila (de M. Night Shyamalan), Capote (vencedor do prêmio Oscar®), Santos e Demônios, O Lenço Amarelo, Jogo de Poder, A História Verdadeira e A Entrega. Christopher Tellefsen foi indicado pela quarta vez ao prêmio Eddy por seu trabalho em Joy: O Nome do Sucesso. Seu projeto a seguir será em Windows (próximo filme de Steve McQueen).

SAMMY SHELDON DIFFER / Figurinista

Sammy Sheldon Differ nasceu em Manchester e iniciou sua carreira no Royal Exchange Theatre como confeccionista de figurinos, em seguida estudando Design de Figurinos na Wimbledon School of Art de 1990 a 1993. Depois de sua formatura e de receber seu diploma, ela passou a fazer o design de figurinos para vídeos de promoção e propagandas antes de se tornar uma designer assistente em filmes que incluem Gladiador (de Ridley Scott) e Os Saqueadores (de Jake Scott). A seguir, ela fez o design de figurino de Falcão Negro em Perigo (de Ridley Scott) e Menino Cálcio – Um Lutador Duro na Queda (comédia em estilo de documentário estrelada por Orlando Bloom). Sammy foi indicada a prêmios BAFTA por seu trabalho em O Jogo da Imitação (de Morten Tyldum, estrelando Benedict Cumberbatch e Keira Knightley), O Mercador de Veneza (em que estrelam Al Pacino e Jeremy Irons) e recebeu uma indicação a um prêmio BAFTA TV pela adaptação moderna da BBC da obra “The Canterbury Tales: The wife of Bath”. Suas indicações ao prêmio Costume Designers Guild por Excelência em Filmes de Época incluem include O Jogo da Imitação, X-Men: Primeira Classe e V de Vingança. Seus demais créditos no cinema incluem Kick-Ass 2, As Viagens de Gulliver, Kick-Ass: Quebrando Tudo, Zona Verde, Hellboy II: O Exército Dourado, Stardust: O Mistério da Estrela, Kinky Boots – Fábrica de Sonhos e O Guia do Mochileiro das Galáxias.

Os créditos mais recentes no cinema de Sammy incluem Homem-Formiga (dirigido por Peyton Reed). Tendo anteriormente assinado o design de figurinos para Ex_Machina: Instinto Artificial (pelo qual ela foi indicada por Excelência em Filme de Fantasia ao prêmio Costume Designers Guild em 2016), ela agora se reencontra com Alex Garland em Annihilation.

JED KURZEL / Compositor

Jed Kurzel é um premiado compositor e músico. Em sua estreia em filmes de longa-metragem em Snowtown (filme australiano aclamado pela crítica) seu trabalho foi indicado a Trilha Sonora do Ano no Screen Music Awards australiano 2011 e, desde então, ele vem assinando a trilha sonora de filmes de longa-metragem que incluem O Babadook (dirigido por Jennifer Kent, que William Friedkin, o diretor de O Exorcista, descreveu como o “filme mais aterrorizante” que ele jamais havia visto), A Caminho do Oeste (dirigido por John Maclean, que rendeu a Kurzel seu segundo prêmio Screen Music de Trilha Sonora para o Cinema do Ano em 2015) e Macbeth: Ambição e Guerra (dirigido por Justin Kurzel, em que estrelam Michael Fassbender e Marion Cotillard e que estreou na competição do Festival de Cinema de Cannes de 2015).

Antes de voltar seu foco para a composição, Jed era mais conhecido como o cantor e compositor da dupla australiana The Mess Hall. Seu álbum de 2006 Devil’s Elbow ganhou o prestigioso prêmio Australian Music em 2007. O trabalho de Jed poderá ser ouvido em breve nas telas do cinema em Una (dirigido por Benedict Andrews, a adaptação para o cinema da premiada peça Blackbird de David Harrower, em que estrelam Rooney Mara e Ben Mendelson).

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