Crítica: Resident Evil 6: O Capítulo Final! Que bom que acabou!


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2017 é o ano de Resident. A franquia nos games ganhou o seu sétimo game e os fãs estão malucos para saber mais do que virá por aí. E era de se esperar, já que o diretor Paul W. S. Anderson afirmou que o sexto filme seria o melhor da franquia (filmes).

Pois é, de novo ele fez das suas e entregou um prato cheio de confusões. Este é sem dúvida alguma o pior filme de Resident. Não temos as respostas do final do quinto filme, ou seja, como saíram da capital dos EUA infestada por todo tipo de monstro, nada a respeito dos outros personagens e um atropelamento de imagens e zumbis explodindo na tela para te assustar que dão mais raiva do que sustos. Porque não tem sustos! O diretor abusou do clichê dos games chamado Jump Scare. Só que nenhum deles chega a assustar. Apenas a irritar porque é o típico aparece na tela e joga o som no último volume.

Dói a cabeça! Outro fator é ele bagunçar todo o roteiro apresentado nas histórias dos cinco filmes anteriores e você perceber que não precisava ter gasto seu rico dinheirinho anteriormente, porque ele explica demais e erra mais ainda. É o típico final de continuação onde você percebe que tudo poderia ter sido explicado em 6 minutos e não precisava de 6 filmes. Outros erros chatos, é criar um vilão (o vilão dos games), e ele simplesmente ser… Paul, o que é aquilo? Sério! Não dá para não criticar ou ficar P! da vida.

Mesmo sabendo que o filme tem apenas o nome de um dos maiores fenômenos dos games, ou seja, não é nem uma adaptação, é impossível gostar deste sexto filme. Porque ele é ruim até mesmo para um filme de zumbis. O final é abominável e esperar até terminar as legendas é torturante. Ainda mais pelo que se vê. Se quer ver algo com zumbis e que seja Resident Evil, vá até o Youtube e assista as análises do sétimo game. É muito melhor e você não gasta nada. E que subam as cortinas. Até a próxima!

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