Crítica Guardiões da Galáxia vol. 2


Embalado por uma trilha sonora saudosista finalmente estreia Guardiões da Galáxia, vol.2, os heróis mais improváveis do cinema.
Poderemos ver Chris Pratt, Zoe Saldana, Dave Bautista, estrelando Vin Diesel como Groot, Bradley Cooper como Rocket, Michael Rooker, Karen Gillan, Pom Klementieff, Elizabeth Debicki, Chris Sullivan, Sean Gunn, Tommy Flanagan, Laura Haddock e Kurt Russell, vale lembrar que o personagem de Russel foi devidamente “spoilerzado” no próprio trailer, então nós poderemos falar um pouco do personagem, mas sem estragar a surpresa, ele é Ego, o pai de Peter. Bem merecido esse nome pelo tamanho de seu ego, literalmente.
Indo na contra mão dos filmes mais “sérios” da franquia este Vol. 2 é tão divertido quando os anos 80 que o inspirou.
Um começo divertidíssimo embalado com uma trilha sonora que faz qualquer um mexer o traseiro na cadeira do cinema.
Se pudéssemos resumir este novo capítulo da série em uma palavra, esta seria família, superando inclusive o anterior em muitos aspetos, e o principal deles é o que faz a Marvel ser tão Marvel, simplicidade no roteiro.
Não ache que isso é uma desvantagem, e sim um brilhantismo que faz dos filmes um sucesso.
Não sou amante de Hqs, culpa da ditadura dos anos 70, long story, mas mesmo assim consigo acompanhar as aventuras dos heróis com bastante facilidade, é claro que algumas referências eu não percebo no meio do caminho, e é aí que uma pesquisa sobre a franquia quadrinesca me obrigou a uma pesquisa na wikipedia depois de assistir ao filme, mas nada que comprometesse, foi pura curiosidade mesmo. E é justamente esse ponto torna o filme brilhante. Não é necessário ser expert para entendê-lo.
Esta nova história preenche uma das maiores dúvidas plantadas no anterior, aparado as pontas soltas, exceto Thanos que mandou lembranças. Sem repetir a sua estrutura ou apelar para plot points parecidos.
O filme traz Ego, Kurt Russel, Mantis e Ayesha (a mulher dourada) como novos personagens, e termos de volta Yondu e Nebula agora com uma participação maior, inclusive com grande importância para a trama central de forma tão brilhante que é quase impossível não amá-los. Lembrem-se “família”.
Se “nós somos Groot” te deixou sensibilizado, prepare-se, o final desse filme e provavelmente o filme mais divertido do MCU, respira-se Hqs cult multicolorida psicodélica com efeitos especiais incríveis que vale o investimento em assistir em 3D IMax.
O filme tem 5 finais espalhados durante a exibição dos créditos finais do filme, então não é algo cansativo e a participação do querido Stan Lee além de um easter egg divertidíssimo do filme anterior. Só isso já vale o ingresso.

 

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