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Festival será realizado entre os dias 18 e 26 de agosto na Serra gaúcha.

Curtas gaúchos
“10 Segundos”, de Thiago Massimino (Canoas)
“1947”, de Giordano Gio (Porto Alegre)
“Através de Ti”, de Diego Tafarel (Santa Cruz do Sul)
“Bicha Camelô”, de Wagner Previtali (Pelotas)
“Cores de Bissau”, de Maurício Canterle (Porto Alegre)
“Gestos”, de Alberto Goldim e Júlia Cazarré (Porto Alegre)
“Kátharsis”, de Mirela Kruel (Caxias do Sul)
“Luna 13”, de Filipe Barros (Porto Alegre)
“Mãe dos Monstros”, de Julia Zanin de Paula (Porto Alegre)
“Secundas”, de Cacá Nazario (Porto Alegre)
“Sena, Os Fios em Prosa”, de Marcelo da Rosa Costa (Porto Alegre)
“Sob Águas Claras e Inocentes”, de Emiliana Cunha (Porto Alegre)
“Solito”, de Eduardo Reis (Porto Alegre)
“Telentrega”, de Roberto Burd (Porto Alegre)

Curtas brasileiros
“#feique”, de Alexandre Mandarino (RJ)
“A Gis”, de Thiago Carvalhaes (SP)
“Cabelo Bom”, de Swahili Vidal (RJ)
“Caminho dos Gigantes”, de Alois Di Leo (SP)
“Mãe dos Monstros”, de Julia Zanin de Paula (RS)
“Médico de Monstro”, de Gustavo Teixeira (SP)
“O Espírito do Bosque”, de Carla Saavedra Brychcy (SP)
“O Quebra-cabeça de Sara”, de Allan Ribeiro (RJ)
“O Violeiro Fantasma”, de Wesley Rodrigues (GO)
“Objeto/Sujeito”, de Bruno Autran (SP)
“Postergados”, de Carolina Markowicz (SP)
“Sal”, de Diego Freitas (SP)
“Tailor”, de Calí dos Anjos (RJ)
“Telentrega”, de Roberto Burd (RS)

Filmes brasileiros
“A Fera na Selva”, de Paulo Betti, Eliani Giardini e Lauro Escorel(2017) – (Rio de Janeiro)
“As duas Irenes”, de Fabio Meira (São Paulo)
“Bio”, de Carlos Gerbase (Porto Alegre)
“Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky (São Paulo)
“Não Devore Meu Coração!”, de Felipe Bragança (Rio de Janeiro)
“O Matador”, de Marcelo Galvão (Pernambuco)
“Pela Janela”, de Caroline Leone (Brasil/Argentina)

Filmes estrangeiros
“El Sereno”, de Oscar Estévez e Joaquín Mauad (Uruguai)
“El Sonido de las Cosas”, de Ariel Escalante (Costa Rica)
“La Ultima Tarde”, de Joel Calero (Peru)
“Los Niños”, de Maite Alberdi (Chile/Holanda/França/Colômbia)
“Pinamar”, de Federico Godfrid (Argentina)
“Sinfonía para Ana”, de Virna Molina e Ernesto Ardito (Argentina)
“X500”, de Juan Andrés Arango (Colombia/Canadá/México)

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