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Com reza a lenda, senta que lá vem história.

Finalmente chegou o grande dia, talvez seja a nona vez que digo isso. Sim, cada dia é um show na esperança de ver Guerra nas Estrelas.

A primeira vez que assisti a saga, esta era só Guerra nas Estrelas, era um Brasil diferente, em 1978, (sim Star Wars estreou nos BR em 1978 e não em 1977 como algumas pessoas imaginam), e nós meros mortais não tínhamos a mínima ideia do que esse filme mega revolucionário faria para a história do cinema.

E aí se foram muitos filmes depois de Guerra nas Estrelas, que no futuro foi adicionado um número e um subtítulo, Guerra nas Estrelas, uma nova esperança, episódio IV.

 

“O que teve mais três episódios e teremos mais?”

 

Sim, foi essa a minha pergunta incluindo mais de uma dezena de pessoas na época… Que número quatro é esse?

Bem, o resto é lenda e história. E lá se foram mais 10 filmes da saga (eu acho preciso contar) e seus derivados, vamos incluir na lista o Holiday Special (ou o especial de Natal) e o Caravana da Coragem que de certo modo ou não era um spin-off de Star Wars e todo mundo esquece.

 

Bem, e estamos aqui de novo, em 2017 na fila com 3 gerações de fãs dessa franquia que começou em uma Galáxia distante, ups, há muito tempo.

Mas com o pé no futuro depois que a Disney comprou os direitos de continuidade da saga. E aí que está a grande “divergência” de tudo e todos.

Nesses 40 anos de história muita coisa aconteceu, o universo estendido ou expandido foi muito rico e nos forneceu muitas aventuras sensacionais da família Skywalker e tudo que envolvia a força.

Mas a Disney nos quer dar algo novo, diferente, quer sair do comparativo desse e de outro autor, afinal, para quem não sabe não se pode colocar uma Mara Jade nessa nova franquia sem pedir autorização do criador da personagem, aliás, não se pode nem criar uma história parecida com o que já foi feito em todo o UE da saga. Então convenhamos que é uma tarefa muito difícil e muitas vezes motivo de comparativo e desavenças dos fãs.

Mas detalhes a parte, em 2015 estreou o Despertar da Força e lá estava eu de novo no cinema na primeira sessão do filme.

Foi muito agradável ver o velho Han Solo de volta e o desfecho e destino dos personagens, apesar da simplicidade da trama principal.

Há quem condene que o DdF é uma cópia do Uma Nova Esperança. E de certo modo a base narrativa é a mesma, a conhecida jornada do herói.

A Disney não quis sair da zona de conforto e preferiu entregar a uma nova geração um filme que ainda tivesse uma linguagem simples de introdução dos personagens, e isso desagradou a muitos que já esperavam um passo além.

De certo modo é compreensivo por causa da expectativa versus o que é apresentado.

Mas nesse ponto que coloco a minha defesa, não sobre a história, pois afinal gosto não se discute, mas sobre o método empregado.

Não é difícil em um encontro de fãs da saga perceber 3 ou até mesmo 4 gerações de fãs.

A cada 10 anos surge uma “leva” de fãs de Star Wars, e não vai ser difícil agora com a estreia de Os Últimos Jedi em uma sala de cinema encontrarmos 3 gerações de uma mesma família assistindo mais esse episódio da saga.

E vou além, não vai ser difícil encontrar alguém que nunca ouviu falar em Luke Skywalker na vida.

Diferente de outras franquias que estão na mídia em períodos curtos de tempo, esses saltos de 20 anos (ou mais), entre uma trilogia e outra causa um “apagão” coletivo nos telespectadores. Por isso da necessidade de começar tudo de novo. Foi assim com a Ameaça Fantasma e foi com O Despertar da Força.

Agora que venha os Últimos Jedi, como foi com o Império Contra-Ataca, teremos finalmente a resposta de algumas perguntas e mais algumas perguntas sem respostas.

Esta semana foi assistir mais um capítulo dessa saga maravilhosa, com os jornalistas, e farei a minha crítica, sem spoilers. E que venha mais uma geração de Guerra nas Estrelas, pois a força é forte e não deve ser esquecida.

Até mais com a nossa crítica sem spoilers e talvez com muitas lágrimas de alegria, esperamos.

 

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