Posts Relacionados

“Como a natureza que sempre encontra um jeito de seguir o seu caminho, Os Últimos Jedi mostra a força da franquia e trás de volta a antiga mitologia que a consagrou.”

Artigo | Uma história antes de assistir Os últimos Jedi

Com reza a lenda, senta que lá vem história. Finalmente chegou o grande dia, talvez seja a nona vez que digo isso. Sim, cada dia é um show na esperança de ver Guerra nas Estrelas. A primeira vez que assisti a saga, esta era só Guerra nas Estrelas, era um Brasil diferente, em 1978, (sim […]

0 comments

Como é bom sentar no cinema e ouvir o fantástico tema de John Willians novamente. A sinfonia e a magia está de volta nesse capítulo da saga.

Siga em frente nessa crítica sem spoilers, ou digamos spoilers light, pois afinal para algumas pessoas um leve comentário pode ser considerado spoiler light. Mas saiba que talvez nada de “grave” será revelado. Alguns comentários pontuais que não revelam nada da trama.


É a primeira vez que um filme da saga não tem um espaço de tempo entre uma história e outra. Os Últimos Jedi começa exatamente no mesmo ponto onde terminou o anterior, se você não assistiu então é importante pegar a pipoca e conferir o Despertar da Força (DdF).

Os fatos de o DdF terão uma grave consequência, afinal a Starkiller foi destruída e o novo Império não vai deixar passar em branco tal afronta.

O retorno dos velhos nomes e patentes conhecidos foi o que mais gostei, Leia voltou a ser chamada de Princesa e não de General e os rebeldes são chamados de rebeldes mesmo.

Podem ficar tranquilos padawans, não há nada que passe do limite do humor básico do que estamos acostumados com o velho Chewie assustando um droid protocolo em Uma Nova Esperança ou até mesmo a famosa fuga de Han Solo que corria contra os troopers no mesmo filme.

 

Tudo teve o seu peso da maneira certa e leve, com situações que beiram a normalidade de qualquer pessoa, sem exageros ou fanfarrices, destaque para o BB-8 que se mostrou tão importante para a nova geração quanto as grandes revelações de R2 e seu canivete suíço.

 

Os primeiros minutos são os mais fantásticos dos últimos tempos, com batalhas espaciais mais realistas como nunca visto antes, é uma pena dessa vez não ter assistido esse filme em 3D, deve ser fantástico.

O trailer foi editado de maneira a acreditarmos que a história era diferente, e realmente é, e uma das coisas que mais me fascinou foram as teorias e questionamentos de fãs que foram respondidas e jogadas no lixo nessa nova história, o que certamente será o estopim para “discussões” entre todos nos próximos anos (talvez esse seja um spoiler então siga por conta e risco), os poderes de Luke Skywalker.

Já participei de longos debates sobre o quanto Luke é poderoso e se Anakin foi responsável pelo tal “equilíbrio da força” (guardem esse tópico, falarei sobre isso em seguida), e sim, temos uma resposta para esta pergunta, e muito satisfatória por sinal.

Uma outra grande revelação no filme é justamente o grande mistério que fez colidir as duas trilogias, afinal, o que é a força?

Toda aquela magia que aprendemos a amar na trilogia clássica está de volta. Esqueçam os midiclorianos, esse fez parte de uma lenda urbana jedi apresentada na prequel, marcada em livros e que deve ser eliminada por vez da história Jedi.

É mais ou menos como Luke disse no trailer, é hora dos Jedi não mais existirem.

E antes que eu me esqueça, Guerra nas Estrelas nunca foi um filme político e sobre grandes estratégias burocráticas. Sempre foi uma saga sobre esperança, filosofia e principalmente sobre sacrifício do bem contra o mal para ajudar os mais fracos e ajudar a todos como um coletivo, com mensagens otimistas e de esperança

Essa mensagem está de volta e com muita força… (sem trocadilhos), o bem contra o mal acima de tudo, tudo isso apresentado de bandeja e de maneira simples, sem enrolação e com muita honestidade.

Destaque é claro para Poe Dameron, que pulou de um personagem secundário, mas de grande importância para toda a franquia e a força para os Rebeldes.

Os outros personagens também tem seu espaço para se desenvolver e toda a trama é criada em um curto espaço de tempo. Com urgência, sem delongas, afinal eles estão em guerra.

Não vou deixar de lembrar a saudosa Princesa Leia interpretada por Carrie Fischer. A nossa querida princesa continua sendo a sensacional líder que é, mostrando-se super poderosa não somente como uma Skywalker estrategista que sempre foi, mas além. E sempre será a maior força feminina da saga e deixará saudade para todos.

Na semana que vêm pretendo fazer uma crítica com spoilers depois de rever mais essa sensacional parte dessa saga que vai render longos bate-papos até a conclusão em 2019, e teremos muitas coisas para discutir até lá.

 

 

Powered by flickr embed.

 

 

 

 

Em Star Wars: Os Últimos Jedi, da Lucasfilm, os heróis de O Despertar da Força se unem a lendas da galáxia em uma aventura épica que desvenda antigos mistérios da Força e revelações surpreendentes do passado. O elenco do filme conta com Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Andy Serkis, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie, Kelly Marie Tran, Laura Dern e Benicio Del Toro. Star Wars: Os Últimos Jedi tem roteiro e direção de Rian Johnson e produção de Kathleen Kennedy e Ram Bergman. J.J. Abrams, Tom Karnowski e Jason McGatlin estão na produção executiva. O filme estreia nos cinemas brasileiros no dia 14 de dezembro de 2017.

 

 

Conheça o 501 Legion st Divisão Brasil Star Wars

Adicione seu comentário VIA FACEBOOK

Powered by Facebook Comments

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *