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Dirigido por Rafael Primot, longa aborda o comportamento dentro das relações amorosas

Cena (Maria Luisa Mendonça): https://youtu.be/iG4MAkK2fr4

Trailer: https://youtu.be/pPBTgp3JRoU
Cartaz: http://bit.ly/2EWLzG6

Com estreia marcada para o dia 19 de abril, “TODO CLICHÊ DO AMOR”, o segundo filme dirigido por Rafael Primot, fala sobre afeto, comportamentos dentro de relações amorosas, dificuldades de acessar sentimentos e do quão importante é romper a barreira do silêncio e se abrir para o amor, seja ele qual for: fraternal, amoroso ou sexual. Uma comédia sobretemas teoricamente comuns, em quatro histórias que se entrelaçam numa grande metrópole como São Paulo, um clichê que não se satura e que possui abordagens infinitas. Em cena inédita, as personagens de Maria Luisa Mendonça e Amanda Mirásci discutem sobre a frase “eu te amo”.

– Nossas histórias se apresentam como pequenos contos: Uma maquiadora se apaixonada por um ator-pornô prateado; uma madrasta que se aproxima da enteada rejeitada no velório de seu esposo; um motoboy faz curso de libras para se declarar para uma garçonete comprometida, seu amor platônico; um executivo é aprisionado por engano por uma prostituta performática em um quarto de motel e, finalmente, os apaixonados conseguem romper barreiras e os personagens se declaram e se entregam livremente ao amor e seus clichês.”, explica o diretor Rafael Primot.

TODO CLICHE DO AMOR tem o frescor situações ‘clichetescas’ e por vezes novelescas “como num livro ruim que se vende nas bancas”, mas que, unidas, justapostas, intercaladas e novamente revisitadas, soam novas, divertidas e únicas. E para construir essas situações ao lado das protagonistas, o filme ainda conta com a participação de Eucir de Souza, um homem sem paladar e sua esposa cega, interpretada por Clarissa Kiste, Amanda Mirásci,uma deficiente auditiva, e Gilda Nomacce como uma divertida atendente de lanchonete.

O filme constrói um microcosmo feito para romper barreiras afetivas, observar o outro e o aceitar, até mesmo passar a admirá-lo ou amá-lo. Quem nunca julgou um livro pela sua capa? É preciso coragem, vontade e um pouco de coração mole para folheá-lo e quem sabe encontrar alguma coisa que valha entre suas linhas ou entrelinhas.

Sinopse:

TODO CLICHÊ DO AMOR conta a história de uma stripper passional que decide se tornar mãe; de um entregador que comete um assassinato como prova de amor a uma garçonete comprometida e mostra a última chance que uma madrasta tem para conquistar o afeto de sua enteada no velório de seu esposo. Um entrechoque de carências e erros desses outsiders que emerge novas e inesperadas formas de afeto.

SOBRE O DIRETOR RAFAEL PRIMOT

Cineasta, roteirista, dramaturgo e ator. Formou‐se em Cinema na FAAP (SP) e pós-graduação em Psicologia aplicada a escrita na PUC. Estudou dramaturgia com Antunes Filho na primeira turma de Novos Dramaturgos do CPT (Centro de Pesquisa Teatral), atuando, dirigindo e escrevendo cenas da Jornada Pret‐a‐Porter, no Sesc Consolação. Participou também do processo de encenação do livro “OS SERTÕES”, de Euclides da Cunha, direção de Zé Celso Martinez Correa (A Terra e O Homem). Dirigiu e roteirizou diversas obras audiovisuais dos mais variados gêneros e formatos. Entre elas, destacam-se: TODO CLICHÊ DO AMOR (longa-metragem), com Maria Luisa Mendonça, Débora Falabella, Marjorie Estiano, entre outros – inédito, GATA VELHA AINDA MIA (longa-metragem), com Regina Duarte, Bárbara Paz e Gilda Nomacce. O filme foi exibido em Londres, Nova York, Montevidéu, Buenos Aires e Miami, além de ter permanecido cinco semanas em cartaz na cidade de São Paulo; DOCE AMARGO, com Débora Falabella, foi exibido no Festival de Paulínia (prêmio melhor atriz) e do Rio, no Canal Brasil e no SESC TV; MANUAL PARA ATROPELAR CACHORRO, curta-metragem vencedor de mais de 35 prêmios nacionais e internacionais, incluindo o de Melhor Curta de Ficção do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. O filme também foi exibido no Canal Brasil e Universal; PRODUTO DESCARTÁVEL, curta-metragem vencedor de 03 Kikitos – melhor roteiro, direção e atriz;ARTIFÍCIOS, curta-metragem exibido na abertura oficial do Festival de Cinema de Brasília e eleito um dos 10 melhores filmes do Festival de Curta-Metragens de São Paulo. Para o Canal Brasil, roteirizou e dirigiu o programas CURTA SP e CURTA NA ESTRADA. No teatro, é autor de 08 espetáculos teatrais e vencedor do Prêmio Shell de Teatro (melhor autor).] 

FICHA TÉCNICA:

Roteiro e Direção: Rafael Primot
Produção: Daniel Gaggini
Elenco: Maria Luisa Mendonça, Débora Falabella, Marjorie Estiano, Rafael Primot, Gilda Nomacce , Eucir de Souza, Clarissa Kiste, Amanda Mirásci, João Baldasserini, Giovana Zotti, Thamiris Dias, Letícia Bassit, Júlio Silvério e Otávio Pacheco.
Direção de Fotografia: Kauê Zilli
Direção de Arte: Carolina Bertier
Montagem: Helena Maura
Musica Original: Marcelo Pellegrini
Figurino e Visagismo: Dudu Bertholini 
Maquiagem e Caracterização: Simone Batata
Som direto: Fernando Russo e Ragnar Ribas.
Gênero: Romance
Duração: 83 minutos
Ano de Produção: 2017
Produtoras: Enkapothado Filmes e MUK
Coprodução: Canal Brasil, Zumbi Post e Input Arte Sonora
Distribuição: Enkaphothado Filmes e MUK
Classificação: a definir

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