Finalmente chega aos cinemas mais um clássico da fase de ouro da Disney, Dumbo. Originalmente o desenho estreou em 1941, e é o quarto longa-metragem de animação dos estúdios Disney, fazendo parte da lista de clássicos da Disney. Foi baseado em “Dumbo” da escritora Helen Aberson e do ilustrador Harold Pearl. O personagem principal é Jumbo Jr., um elefante antropomórfico que é cruelmente apelidado de Dumbo (próximo do inglês dumb, “estúpido”). Ele é ridicularizado por suas orelhas muito grandes, mas descobre que pode voar utilizando-as como asas. Seu único amigo é um rato chamado Timóteo — esse fato parodia um alegado medo de elefantes a ratos.

Na época Dumbo foi feito para recuperar as perdas financeiras de Fantasia.  e foi dirigido por Ben Sharpsteen, produzido por Walt Disney e escrito por Otto Englander, Joe Grant e Dick Huemer.

Nessa nova versão em live-action grande parte da essência da história foi mantida, mas um simples remake de uma história tão simples não renderia nos dias de hoje um longa metragem.

Tim Burtom foi o maestro desse remake que não teve jeitão do diretor na história, mas podemos ver alguns toques de complacência em algumas cenas mais emocionais.

Ele expandiu a narrativa com a ajuda de um ótimo roteiro de Ehren Kruger, excluiram os animais falantes e incluindo uma família que tinha problemas similares ao pequeno elefantinho solitário.

Milly (Nico Parker) e seu irmão Joe (Finley Hobbins) precisam lidar com a perda da sua mãe e a volta do seu pai debilitado depois da guerra, membros da família Farrier que trabalham no circo dos Irmãos Médici.

Dumbo, Milly e Joe, e o pai das crianças, Holt (Colin Farrell), e a artista Colette (Eva Green) são os novos personagens dessa trama inédita que agradará bastante os veteranos fãs da animação, quanto aos mais jovens. Fator importante pois tem uma história paralela e que nada interfere com o clássico, já Max Medici  (Danny DeVito) é o dono do circo e mestre de cerimônias e dá identidade a um personagem muito mais bondoso que o da animação, cabendo a V. A. Vandevere (Michael Keaton) o manto de grande vilão politicamente incorreto do longa em seu parque gigantesco Dreamland.

Leia mais  Confira trecho inédito da 4ª temporada de Poldark exibido pela BBC

Os efeitos gráficos do elefantinho são um show a parte e dão um realismo doce e emocional a narrativa.

Não se enganem, tirando a inocência do original que está próximo de completar 80 anos, a mensagem continua viva e mais atual que nunca, e o filme deixa claro o pouco que evoluímos nesses anos, apesar da história retrógrada a mensagem é mais atual que nunca. Aprovadíssimo. E que venham os próximos.

Compre o livro na amazon: bit.ly/estradaparayellowrose

Adicione seu comentário VIA FACEBOOK

Powered by Facebook Comments