Coletiva Ben Hur

Durante a tarde do dia 2, a imprensa foi recebida no hotel Unique, em São Paulo, para uma coletiva com Santoro e com o protagonista do longa, Jack Huston, que interpreta Judah Ben-Hur e Rodrigo Santoro interpreta Jesus Cristo.
BEN-HUR é a história épica de Judah Ben-Hur (Jack Huston), um príncipe falsamente acusado de traição por seu irmão adotivo Messala (Toby Kebbell), um oficial do exército romano. Destituído de seu título, afastado de sua família e da mulher amada (Nazanin Boniadi), Judah é forçado à escravidão. Depois de muitos anos no mar, Judah retorna à sua pátria em busca de vingança, mas encontra a redenção. Baseado no romance clássico de Lew Wallace, Ben-Hur: Uma História dos Tempos de Cristo. O filme também é estrelado por Morgan Freeman como Sheik Ilderim.

Jack respondeu o que há de diferente na primeira versão do filme e na atual.
“Para quem viu a primeira versão de Ben-Hur, sabe que foi maravilhoso porque naquele momento ninguém tinha visto nenhuma infraestrutura daquela, mas a atuação era muito “teatral”. Já nesta versão, focamos em modernizar essa atuação e a história em si, para que os espectadores modernos pudessem se identificar com a história. Há uma mensagem de redenção, bondade e que é fundamental para os dias de hoje”, disse Jack.
Sobre a famosa cena da corrida de bigas Huston completou, “Foi muito real, bem assustador. Foram 3 meses e meio de prática para conseguir controlar os 4 cavalos em cima da carroça. Foi uma linda coreografia”, disse.
Emocionado Rodrigo Santoro não deixou de comentar, “Cresci ouvindo minha avó, católica praticante, contanto sobre o menino Jesus. E sim, havia essa vontade em mim. Cheguei a receber um convite para interpretar na Paixão de Cristo, mas não podia porque estava em outro trabalho, mas fiquei instigado e naquele momento eu tive certeza que queria interpretar Jesus”, contou.
De acordo com ele, o Jesus Cristo interpretado por ele em “Ben-Hur” é “um Jesus mais acessível, mais misturado entre as pessoas, dando mais o exemplo do que pregando”.
Sobre a possibilidade de estrelar um filme no papel, mas como protagonista, disse que “seria uma experiência incrível. “Não tenho um projeto, não estou pensando. Mas faria, sim.”

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Durante a entrevista, emocionado o ator brasileiro depois de uns longos 30 segundos de silêncio entre todos os presentes continuou a descrever a cena da crucificação.
“Durante uma super produção cada dia é importante, não podemos parar nenhum dia. Havia nevado na noite anterior na Itália e estava muito frio. A cena foi fortíssima. Nunca vou me esquecer. Pedi para o diretor fazer um take longo, para cortar uma só vez. Eu via a cidade inteira ao fundo, havia duas gruas. Fui fazendo mas não me lembro como aconteceu. A sensação de estar pregado numa cruz é indescritível, e ter que externar o sentimento do mundo, mais ainda. Li muito sobre Jesus, minha cabeça começou a dar um nó, e dois dias antes que não sabia como fazer. Uma produtora me disse: ‘não adianta entender, você tem que sentir’.

 

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