Crítica | Arranha-Céu: Coragem Sem limite

11/07/2018 Off Por Alan Uemura

Responsável pela segurança de arranha-céus, o veterano de guerra americano e ex-líder da operação de resgate do FBI, Will Ford (), é acusado de ter colocado o edifício mais alto e mais seguro da China em chamas. Cabe ao agente então achar os culpados pelo incêndio, salvar sua família que está presa dentro do prédio e limpar seu nome antes que seja tarde demais.

O arrasa quarteirão atual dos filmes de ação está de volta! Dwayne “The Rock” Johnson é sem dúvida o nome do longa de ação : Coragem Sem Limite.

Este é um filme que deve ser visto sem dúvida alguma em um telão de qualidade, já que possui cenas vertiginosas, muitas explosões e outras impossíveis de se acontecer numa mistura de Duro de Matar, Inferno na Torre e Missão Impossível (durante o filme você irá entender). E isto não é uma crítica negativa, mas sim positiva.

O roteiro e direção estão redondos, trazendo um grau de suspense durante a história. Logo de início somos apresentados ao motivo de Will, interpretado por Dwayne, ter perdido sua perna. Na sequência ao grande astro do filme, o .

Como nos filmes de terror que acontecem em casas, cada parte do local é mostrada para que o espectador possa se situar durante o filme. E muitas outras cenas, assim como diálogos, servirão a conclusão do mesmo.

Outro poto positivo, são câmeras com o foco aberto em vez de fechar no rosto ou corpo do personagem. Desta maneira podemos conferir o desafio verdadeiro do que está acontecendo, em vez das câmeras preguiçosas nervosas que os diretores do gênero ação gostam de trabalhar. O filme parece que está em eterno terremoto com este estilo “nervoso”, o que torna cansativo e retira todo os suspense.

A atuação das crianças, mesmo que pouca é simples e objetiva a história. , pode estar mais envelhecida, mas quem percebe? A atriz que fez tanto sucesso com Party of Five (1990), mostra presença e tem cenas de ação e luta.

pode não ser o melhor filme de ação já feito, mas sem dúvida irá agradar aos fãs do gênero. Infelizmente, se não fosse pelo carisma de , talvez seria mais um filme nas telas do mês de julho.

E que subam as cortinas e até a próxima!