Com a direção de Julia Rezende (“Meu Passado Me Condena”), este capítulo é o mais maduro da franquia, e apresenta um ótimo trabalho de edição e roteiro.

Desta vez o tema central da história é o conflito de gerações e o peso da idade. O espectador conhece uma Alice mais segura de si, apesar de ter que aprender a lidar com o conflito de gerações e com o sucesso de Leona (Samya Pascotto, “Onde Quer Que Você Esteja”).

O grande questionamento é até onde sua família e sua saúde ficarão em segundo plano e como a entrada de Leona na franquia revoluciona e adiciona um posicionamento mais dramático dos três filmes, pois é justamente a contraposição à Alice que torna o conflito real, umas das mais importantes do filme.

Neste terceiro filme, o espectador conhece mais sobre a personagem, sua carreira, filosofia de vida e necessidades.

Alice tenta se readaptar às funções do dia a dia, como estar mais envolvida na educação da filha, conhecer as outras mães, dar atenção ao marido, cuidar de si e se conscientizar que o o filho mais velho já não é mais uma criança.

Mas não se engane, a entrada da Leona (Samya Pascotto), dá um alívio, um frescor a história.

A química entre as duas não poderia ser melhor, e o timing cômico é simplesmente sensacional. Afinal as duas personagens são identificar em objetivo e personalidade, diferentes apenas pela diferença de idade, e esse “conflito” de geração e consequente união que faz dessa continuação genial.

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