[FOX Premium] GODFATHER OF HARLEM: 5 Grandes Gângsteres do séc XX

19/06/2020 Off Por Surya Bueno

OS MAIORES MAFIOSOS DA HISTÓRIA FORAM MEMBROS DE ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS CONHECIDAS POR SUAS ATIVIDADES ILEGAIS, PRINCIPALMENTE O CONTRABANDO DE DROGAS E BENS, OS JOGOS DE AZAR, E POR DEFENDER SEUS INTERESSES SEM MUITOS ESCRÚPULOS.

 

NA SEXTA, 19 DE JULHO, PREMIUM APRESENTA “GODFATHER OF ”, A SÉRIE QUE REIMAGINA A HISTÓRIA DO SÓRDIDO “BUMPY JOHNSON”, UM DOS CHEFES DA MÁFIA MAIS NOTÓRIOS DOS ESTADOS UNIDOS

 

De acordo com investigações do FBI, os grupos mafiosos nos Estados Unidos parecem ter sua origem no marco das grandes migrações europeias do final do século XIX. Giuseppe Esposito, conhecido membro da máfia siciliana, foi um dos primeiros detidos em território americano e acredita-se que, depois de sua chegada, vieram outros que estabeleceram grupos criminosos dos quais emergiram os mafiosos mais poderosos do século XX.

 

Com suas origens na Sicília (Itália), as máfias dos EUA chegaram ao poder durante o período de contrabandos da época da Lei Seca. Suas operações prosperaram principalmente em Chicago e em Nova York, e começaram a se diversificar em muitas atividades criminosas.

 

Até hoje, décadas depois desse apogeu do crime, muitos mantêm um interesse histórico pelos feitos e pelos personagens dessa época obscura. A seguir, conheça algumas curiosidades sobre cinco dos mais poderosos chefes da máfia do século XX, incluindo o desconhecido (por alguns) Ellsworth “Bumpy” Johnson. Trata-se de um dos mafiosos mais importantes dos EUA – no início dos anos 1960, depois de ter passado uma década no presídio de Alcatraz, em São Francisco, ele retornou às origens para recuperar o domínio de seu bairro.

 

  1. Al Capone, também conhecido como “Scarface”, é provavelmente o gângster mais famoso de todos os tempos. Nascido em uma família de imigrantes italianos em Nova York em 1889, ele começou sua carreira criminosa aos 14 anos de idade, na organização do gângster Johnny Torrio. Em 1929, depois de um dos episódios mais sangrentos da época – o “Massacre de São Valentim”, em que foram assassinados o mafioso Bugs Moran e sua quadrilha –, Al Capone se tornou o mafioso mais poderoso de Chicago. Isso porque, embora não haja confirmação oficial, correu o rumor de que ele havia sido o autor da matança. Curiosamente, o motivo de sua prisão foi a sonegação de impostos, e não os crimes pelos quais é lembrado, como assassinatos, jogos de azar e tráfico de bebidas alcoólicas. Morreu em 1947, caído no esquecimento em uma de suas propriedades em Miami Beach. A vida deste mafioso inspirou diversas produções para o cinema e para a televisão.

 

  1. Frank Costello, conhecido como “O Primeiro Ministro”, nasceu na Itália em 1891 e se mudou para os EUA com a família quando criança. Ainda era adolescente quando começou sua carreira criminosa na famosa quadrilha “Five Points Gang”, de Manhattan. Durante os anos 1960 e 1970, dominou o tráfico de drogas no (NY), tomando o controle das máfias italianas. Foi condenado e preso várias vezes, por delitos como ataques físicos, roubos, posse de armas, sonegação de impostos e até por desprezo pelo Senado, depois de abandonar uma audiência. Em 1957, sobreviveu a um atentado cometido por Vito Genovese. Morreu de causas naturais em 1973, aos 82 anos.

 

  1. Vito Genovese foi um “Don”, um dos postos mais altos da máfia, e se destacou por sua crueldade e ambição pelo poder. Nasceu em 1897 em Nápoles (Itália) e se mudou para Nova York quando adolescente. Durante a Lei Seca, tornou-se um dos gângsteres mais famosos, por liderar a família Genovese. Foi um dos criadores da “Comissão”, uma espécie de controladoria formada pelas máfias mais importantes dos EUA, e nela atuou como chefe interino em 1936, quando seu chefe (Charles “Lucky” Luciano) foi mandado para a prisão. Um ano depois, Vito fugiu para sua Itália natal para evitar ser indiciado por vários assassinatos, e lá começou novos negócios. No começo da Segunda Guerra Mundial, voltou aos EUA; em 1959, foi preso por posse e tráfico de drogas. Morreu de ataque cardíaco em uma prisão do Missouri em 1969, aos 71 anos.

 

  1. Carlo Gambinomais conhecido como “Don Carlo”, foi o líder da família Gambino, uma das maiores organizações mafiosas da história dos EUA. Nasceu em 1902 na Sicília (Itália) e teve uma carreira criminosa de mais de 50 anos que começou, como a dos outros “capos”, durante a proibição de bebidas alcoólicas da Lei Seca. Gambino tinha fama de ser um homem discreto e reservado; diz-se que caprichava para se apresentar bem e inclusive chegou a se relacionar com celebridades como Frank Sinatra. Foi chefe da “Comissão” de 1959 a 1976, ano em que morreu de ataque cardíaco, aos 74 anos.

 

  1. Ellsworth “Bumpy” Johnson, conhecido como “O Padrinho do ”, foi um jogador de xadrez, poeta, filantropo e, além disso, gângster, traficante de drogas e suposto assassino. Nasceu em Charleston em 1906 e começou sua carreira criminosa trabalhando para Charles “Lucky” Luciano – até se tornar a figura mais poderosa do submundo do (NY) dos anos 1930 aos 1960. Foi um criminoso cruel, ainda que se diga que tenha sido altruísta à Robin Hood, ajudando os pobres. Foi detido e encarcerado repetidas vezes, e em 1951 condenado a 15 anos de reclusão no presídio de segurança máxima de Alcatraz, de onde saiu livre em 1963.

 

Inspirada na incrível vida de Johnson, a nova série do Premium, “Godfather of , começa no ponto em que ele acaba de cumprir sua pena. É quando Bumby, interpretado por Forest Whitaker, volta ao e encontra o bairro que “governava” em ruínas. Com as ruas controladas pela máfia italiana, Bumpy terá que enfrentar a família genovesa liderada por Vincent “Chin” Gigante (Vincent D’Onofrio), considerado um dos mafiosos mais sórdidos da cidade de Nova York, para recuperar o controle local.

 

“Godfather of Harlem” estreia na sexta-feira, 19 de junho, às 22h15 no Premium 1 – com um episódio inédito a cada sexta-feira. A partir da estreia, a série estará disponível na íntegra para assinantes do Premium no app da .

 

Embora a história seja inspirada em acontecimentos reais, alguns personagens, caracterizações, incidentes, locais e diálogos são criações fictícias para fins dramáticos. No que diz respeito a esta ficção, qualquer semelhança com nome, personagem ou história real de qualquer pessoa, viva ou falecida, ou com qualquer produto, entidade ou acontecimento real, tem um propósito dramático e não tem a intenção de retratar um personagem real, história, produto ou entidade.