Galactica

 

 


Título: Galactica
Criado por: Glen A. Larson
Ano: 1978
Quantidade de naves: 12

DADOS TÉCNICOS

Classe: Astronave de Batalha
Comprimento: 610 m
Largura: 255 m
Velocidade Basica/Cruzeiro: 20 c
Velocidade Máxima/Emergência: 30 c
Capacidade de Pouso: Não

Armamento:

– Canhões Laser: 5
– Plataformas de Mísseis: 12
– Torres Laser: 25

Engenharia:
– 04 propulsores Tyliun
– 01 Propulsor Solium
– 02 Hangares (Alpha & Beta)
– Computador Principal
– Sensores
– Sistema de Suporte de Vida

Grupo Embarcado
– 10 Veículos de Transporte
– 10 Veículos de Reabastecimento
– 120 Caças Viper (A Galactica possui 160)

Tripulação
Total: 1.253
– Comando: 54
– Oficiais Técnicos: 784
– Guerreiros Coloniais (Pilotos Viper): 200
– Oficiais Médicos: 63
– Oficiais de Segurança: 51
– Tropa de Assalto: 10

Histórico:

No inicio do quarto milênio o berço dos seres humanos, o planeta Kobol, sofre a mais terrível das catástrofes. Sua estrela entra em processo de nova e antes da destruição final, toda a civilização humana parte á procura de novos mundos. A Grande Guerra entre as Colônias e o Império Cylon, iniciou-se em 5549, quando uma armada colonial atendendo a um pedido de ajuda, intervém no Sistema Hasari, uma possessão cylônica. Em retaliação, os Cylons destroem todo o sistema. As Colônias armam-se de uma grandiosa armada espacial, capitaneada por poderosas naves de batalha.
Em 6548, o conselheiro Baltar convoca o Conselho dos Doze e comunica que os Cylons desejam o fim da Guerra. O Conselho, cansado de mortes e destruição, aceita o armistício. Então, em 6549 o presidente, sem suspeitar do embuste, ordena que toda a frota colonial reúna-se na velha lua de Cymtar, para o encontro de paz com delegados do Império Cylon. Ao invés disso, a Frota Colonial foi saudada pela maior armada militar cylon, jamais reunida em toda a história. A nave Atlântida, que transportava a maioria dos governadores oficiais, foi a primeira a ser atacada e destruída. Apenas a Galáctica, temporariamente distanciada da frota principal, escapa da destruição. Á distância, a tripulação da Galáctica assiste horrorizada a destruição de toda a Armada Colonial. O Comandante Adama percebendo que as colônias estavam desprotegidas, imediatamente rumou para elas. Chegando no planeta Cáprica, encontra seu mundo natal devastado pela esquadra de extermínio cylônica, um dos homens do traidor Baltar havia sabotado o sistema de Defesa de todo o planeta, permitindo a invasão. Mas os Cylons não desejavam apenas subjugar as colônias, eles queriam exterminar toda a raça humana.
Com a civilização humana devastada e ameaçada pelos cylons, os sobreviventes de todos os 12 planetas coloniais abandonam seus lares e juntam-se a Galáctica para iniciar uma triste caravana de êxodo numa frágil e desorganizada frota espacial, usando naves espaciais de todos os tipos. Partindo à procura do lendário e longínquo planeta Terra, para onde dizem as lendas, partiu a 13a colônia também originaria de Kobol. Esta longa jornada seria pontuada de encontros com novas formas de vida e perigos espaciais, além dos eternos ataques dos caçadores cylons.
Os Cylons, originalmente, eram uma raça guerreira e altamente avançada de répteis, que criaram sofisticados robôs-escravos e andróides totalmente inteligentes. Mais tarde, estas inteligentes máquinas rebelaram-se contra seus criadores e os destruíram, formando um império cujo único propósito é exterminar os humanóides do universo.
As Astronaves de Batalha eram o que havia de mais avançado em termos de armamento bélico e tecnológico. Representavam o pilar da defesa da Armada Colonial e eram as maiores forças ofensivas e defensivas durante a Guerra com os Cylons. Comparadas somente as Bases Cylons, as Astronaves de Batalha eram praticamente imbatíveis, sendo que apenas uma única delas era capaz de enfrentar com relativo sucesso toda uma armada inimiga. Composta de tripulações completas, um poderoso esquadrão de caças e totalmente auto-suficiente, as Astronaves de Batalha eram o orgulho das colônias. Foi graças a estas qualidades a sua excelente tripulação, que a Galáctica conseguiu resistir durante todo o tempo em que durou seu êxodo espacial.
Com um casco de mais de 600 metros, estas gigantescas naves coloniais são típicas naves de batalhas porta-caças, abrigando uma frota padrão de 120 caças Viper. O casco é constituído de Magma (metal extremamente resistente). Seus decks são estanques, dotados de paredes corta-fogo, para evitar descompressão explosiva no caso de perfurações no casco. A estrutura deste tipo de naves é dividida em 3 Seções.
Na dianteira, encontramos a Seção Principal onde estão alojados: a Ponte de Comando, os sistemas de computadores, as unidades médicas, os laboratórios, os sistemas de suporte de vida e gravidade artificial, os dispositivos antiinércia e os sistemas de sondagem.
Na porção mediana, a Seção de Batalha, estão 2 hangares (Alpha e Beta) para manutenção, reparo, pouso e lançamento dos caças Viper e das Naves Auxiliares de transporte e reabastecimento. Também encontramos os Alojamentos e Unidades Recreativas (4 ginásios, 4 Clubes de Oficiais, refeitórios, 4 trios de quadras de jogos, jardins, etc) da tripulação. O alojamento dos Guerreiros Colonial (pilotos dos Vipers) está distribuído próximos aos hangares.
Na traseira, está a Seção de Propulsão, onde encontramos os tanques de combustíveis e os motores (4 propulsores Tyliun e 1 propulsor Solium), capazes de impulsionar a nave em até 30 vezes a velocidade da luz.
Um poderoso sistema de defesa está distribuído ao longo de toda a nave, contando com canhões laser, plataformas de mísseis e torres de laser.
Dentre seus tripulantes destacam-se: o Comandante Adama, no comando da Galáctica; o primeiro-imediato Coronel Tigh; o Dr. Salika, médico chefe; a Tenente Cassiopéia, Chefe Tática e filha de Adama; o Capitão Apollo, o Líder do Esquadrão Viper e seus companheiros: o Capitão Starbuck e o Capitão Boomer.
Dentre todas as astronaves de batalha construídas pelas colônias, a Galáctica é a única que não foi destruída.

Fonte: Fanzine Starfleet

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